Ankündigung

Einklappen
Keine Ankündigung bisher.

as MULHERES

Einklappen
X
  • Filter
  • Zeit
  • Anzeigen
Alles löschen
neue Beiträge

  • as MULHERES

    MULHER DE 30

    O mundo a seus pés


    Nunca foi tão bom ser uma mulher de 30. Corajosas, elas vestem a liberdade como uma segunda pele e fazem seu próprio caminho, sem regras ou receitas. As escolhas são muitas: estudos sem fim ou investimento na carreira, sexo com ou sem amor, homens modernos ou moços à moda antiga, casamentos no papel ou uniões informais, filhos ou não (com ou sem pai), viagens para qualquer lugar, sozinha ou não.

    Com tantas opções pela frente, o difícil é decidir bem, sem cair nas armadilhas do caminho: pode ser a solidão, a sobrecarga de tarefas, a culpa, a frustração. Aqui, especialistas e mulheres na faixa dos 30 tecem um retrato fiel dessa geração, apontam tendências e soluções.

    Elas têm o mundo nas mãos, mas não sabem muito bem o que fazer com ele. À primeira vista, não há nada melhor do que ser uma mulher de 30 nos anos 2000. Talentosa e aventureira, ela pode escolher entre se dedicar aos estudos por mais tempo, investir com tudo na carreira ou abrir um negócio próprio. Suas experiências afetivas e sexuais a deixaram pronta para transar com quem quiser -laços emocionais são bem-vindos, mas não decisivos. O casamento pode até acontecer, mas não é prioridade: só se estiver de acordo com seus planos. Filhos são uma questão importante, mas que também pode ser adiada até o limite. Com tantas opções, ela tem a chance de brilhar na profissão, ser independente financeiramente, morar sozinha e viajar para onde quiser. Em suma, ser dona do próprio nariz.

    Tanta liberdade tem seu preço, claro. "O difícil para essa mulher de 30 é escolher com equilíbrio", diz Rosa Alegria, diretora de pesquisa do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP. "A mulher quer ser múltipla, fazer tudo, ser tudo. Isso traz distorções perigosas."

    Algumas tropeçam nas dificuldades de manter uma relação afetiva ao mesmo tempo que investem na carreira, e sofrem com a solidão. Outras vivem cercadas de gente, mas acabam se afogando no vazio do sexo sem intimidade. As que casaram cedo por vezes se deparam com homens confusos e filhos carentes. Outras, já separadas, enfrentam o dilema: começar tudo de novo ou deixar para lá? Em comum, todas essas mulheres experimentam a sensação de estar andando na corda bamba, equilibrando duas bolas em cada mão.

    Alguns números do IBGE dão a pista de como vive a mulher do novo milênio.

    O casamento nos moldes tradicionais está em baixa: entre 1991 e 2002, houve uma queda de 4% no número de casamentos, segundo as Estatísticas do Registro Civil. Nesse mesmo período, as separações aumentaram 30,7% e os divórcios, 59,6%. Mesmo as que casam esperam mais tempo para tomar a decisão: a idade média subiu de 23,7 anos, em 1991, para 26,7 anos, em 2002. Menos uniões, menos filhos: o Censo 2000 registrou uma média de filhos de 2,38 por mulher -para se ter uma idéia, em 1960 esse número era 6,28. A pesquisa indica ainda que mulheres que completaram o ensino médio ou que têm renda superior a cinco salários mínimos costumam ter apenas um bebê.

    A nova mulher dedica sua juventude aos estudos, ou então entra cedo no mercado de trabalho. Ainda de acordo com o Censo 2000, há mais mulheres do que homens na universidade: elas representam 54,3% dos que têm nível superior no país. Pela mesma pesquisa, 26% das casas brasileiras têm mulheres como responsáveis pela renda familiar. Infelizmente, elas ainda ganham menos: em média, 71,5% do rendimento masculino.

    "Hoje muitas mulheres só assumem responsabilidades depois dos 35, que é quando acaba realmente a adolescência", diz a escritora feminista Rose Marie Muraro.

    "Acho ótimo que elas estejam esperando mais tempo para se fixar, porque aí já têm experiência para saber o que querem. E podem se perceber como sujeitos da história."

    Rose acredita que a mulher está na linha de frente dos acontecimentos. "Hoje, na medida em que você educa as mulheres, educa gerações. Se você educa os homens, educa só eles. Eles vão fazer pontes, cidades, estradas, mas não vão educar ninguém."

    A situação em relação ao poder também mudou. "No Brasil, as mulheres estão voltando para a política, especialmente depois da entrada do Lula. 70% das pessoas que estão em movimentos sociais são mulheres. Países como Finlândia e Dinamarca, onde as mulheres têm 50% do poder, têm a melhor distribuição de renda do mundo."


    http://revistamarieclaire.globo.com/...1-1740,00.html

  • #2
    No pano de fundo dessas conquistas está a luta diária para encontrar um equilíbrio entre vida profissional e vida privada. Na opinião de Rose, a questão da dupla jornada ainda é fundamental. "Não dá para estudar, trabalhar, cuidar dos filhos... Na hora em que a mulher entra no mercado produtivo, o homem tem que entrar em casa. Nos EUA, os homens já começaram a dividir as tarefas, cuidar das crianças, lavar o banheiro. Aí fica uma jornada e meia para cada um."

    Há quem discorde dessa visão. Segundo o psiquiatra e psicoterapeuta Luis Cuschnir, coordenador do Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher, a divisão de responsabilidades é importante, mas está longe de ser a principal questão feminina.

    "O problema da mulher não é o trabalho. O que a mulher precisa é se concilar internamente e recuperar sua alma feminina. Ela está tão cheia de tarefas que fica sem tempo para se cuidar, para se ver como ser humano, e como mulher. Não estou falando só de vaidade, embora isso também seja importante. Ela precisa se perguntar: 'O que é isso que eu estou sentindo? O que estou precisando, o que vai me completar?'. Se só atende às demandas externas, perde o contato com sua alma feminina."

    Dois fatores teriam contribuído para a mulher perder sua sensibilidade. Com o feminismo, ela saiu de uma posição dependente e desvalorizada para um lugar de prestígio. "Só que a única referência que ela tinha para ser uma profissional de sucesso era a masculina. Não existia uma referência feminina." Essa opinião é compartilhada pela pesquisadora Rosa Alegria. "Competição e crescimento são palavras masculinas", diz. "A mulher pensa mais em termos de cooperação, de desenvolvimento. Mas, para chegar à liderança, ela teve que se travestir e adotar o modelo masculino."

    Outro fator que pode ter afetado a sensibilidade feminina é a luta constante pela independência.

    "As mulheres de 30 cresceram ouvindo que não podiam depender de homem, nunca", diz Cuschnir. "Para serem independentes, foram criando toda uma estrutura de não-entrega, de não-conciliação com os homens." Rosa Alegria também vê distorções nesse elogio da independência.

    "É imaturidade ficar pensando: 'Para que homem, se eu tenho um vibrador?'. Algumas mulheres acreditam que 'não precisar de homem' é sinal de poder. Isso é uma distorção. A mulher precisa prestar atenção nisso, porque os homens estão ficando assustados. E ela precisa deles."

    Kommentar


    • #3
      Hoje em dia virou moda falar em "novo homem" - pode ser o cara sensível que chora no cinema, o metrossexual (termo usado nos EUA para o homem urbano que se preocupa com a aparência) ou o pai afetuoso que dá mamadeira para o bebê.

      Segundo os especialistas, ele está mudando, sim -devagar e sempre. "Os homens são meio lentos para assimilar novidades", diz a historiadora Margareth Rago, autora de "Entre a História e a Liberdade" (Ed. Paz e Terra) e "Do Cabaré ao Lar" (Ed. Paz e Terra). "Eles ainda estão assustados, mas a ficha já está caindo. Existem homens de 30 e 40 anos que são sensíveis, sabem se relacionar melhor com o feminino e se aproximam das mulheres com mais facilidade. Filhos de mães que viveram o feminismo tendem a ser mais saudáveis, sem tantas defesas."

      Rose Marie Muraro também vê o surgimento de um novo homem. "Aqueles criados por mães que trabalharam fora já são diferentes. O homem é mais amoroso, casa com mulher por quem se apaixonou e não com uma empregada de luxo. Você só supera o medo do amor quando você tem um pai feminino, que dê de mamar."

      Cabe a esses novos homens ajudar as mulheres a saírem da crise, diz Cuschnir. "O homem está crescendo e tende a ser um grande observador. Com sua visão masculina, mais organizacional, ele tem facilidade para lidar com papéis e sentimentos. Pode ser um ótimo conselheiro nesse momento, ajudá-la a discriminar melhor os tempos, os espaços, os temas dela."

      Essa pode ser a base do novo casamento, acredita o psicoterapeuta. "O homem não precisa mais da mulher para cuidar da roupa e da comida, e ela não precisa mais dele para trazer dinheiro. Hoje os dois só ficam juntos enquanto houver uma relação afetiva. Então, o futuro do casamento é uma troca afetiva, emocional. Ele precisa dela para sensibilizá-lo e reforçar o lado masculino nele. Ela precisa dessa visão masculina, mais organizada e estável. Um precisa do outro, muito."

      O romance não vai acabar, mas o casamento está com os dias contados, na opinião de Rose Marie Muraro. "As mulheres não querem casamento, querem relação, de preferência cada um na sua casa", diz.

      A pesquisadora Rosa Alegria confirma e vai além: segundo ela, as mudanças vão atingir a própria estrutura familiar. "Daqui a 20 anos, não vai ter mais casamento. E não vejo no futuro a família como ela é hoje. Vejo as pessoas vivendo em comunidades, as famílias se organizando por interesses."

      Segundo ela, já existe um movimento nesse sentido: mais pessoas trabalhando em casa, crianças estudando no bairro onde moram. "Está havendo uma volta à comunidade. No futuro, cada família vai ter sua casa, mas com integração. Eu vou poder deixar meu filho com a vizinha, por exemplo." Rose Marie Muraro também aposta no fim da família nuclear. "Nos primeiros tempos da humanidade, havia uma família extensa, em que os filhos eram cuidados por todos, e as relações eram flutuantes. Acho que estamos voltando para lá."

      Pergunte a uma mulher e ela dirá que é muito difícil achar um homem bom hoje em dia. Pergunte a um homem, e a resposta será a mesma. "A mulher só não encontra homem porque é superseletiva", diz Rose. "E eles ainda têm muito medo das mulheres inteligentes." Cuschnir acredita que o encontro é possível, desde que as pessoas deixem de lado os estereótipos e reservem um tempo interno para a nova relação.

      "Para que haja o encontro, as pessoas precisam estar num lugar de convívio, e dar um tempo para as coisas acontecerem. Eu vou, eu chego, eu fico, eu olho, eu percebo, aí eu me aproximo, aí eu conheço, sinto, volto e reencontro. A vida moderna dá tempo para tantos passos?"

      Outro problema é que muita gente acha que encontro é igual a sexo, diz o psiquiatra. "As pessoas estão tão aflitas para saber se vai dar certo na cama que nem percebem com quem estão conversando. Elas pulam muitas etapas, e isso atrapalha."

      O individualismo do novo milênio está impedindo que as pessoas se enxerguem, na opinião da historiadora Margareth Rago. "Antigamente, as situações de sociabilidade aconteciam naturalmente, no clube, na igreja, na escola, na praça. Agora você vai nos bares e tem sempre pessoas diferentes. Além disso, existe um individualismo muito grande. As pessoas preferem ficar em casa assistindo TV a sair à noite. Cada um só se enxerga no espelho, não enxerga o outro. Aprendemos a viver sós e estamos nos especializando nisso."

      Segundo ela, é preciso um tempo maior de convívio para acabar com os mitos e a intolerância. "Apesar de tudo, essa nova mulher, mais livre, e esse novo homem, mais aberto, têm condições de se encontrar. E, quando isso acontece, é muito intenso."

      Kommentar


      • #4

        Ana Cláudia
        "Os relacionamentos têm prazo de validade.
        As pessoas deviam namorar mais e casar menos"

        "Olhando para trás, acho que casei cedo demais, aos 24, e tive filho cedo demais, aos 28. Foram dez anos de casamento e tivemos uma filha, a Laura. Depois da separação, passei a tomar todas as decisões do dia-a-dia, como correr para o hospital por causa de uma crise de bronquite, por exemplo. É difícil não ter com quem dividir essas decisões. Isso começou a pesar e há três anos eu coloquei a Laura para fazer terapia. Um dos primeiros retornos da terapeuta foi que eu deveria assumir mais a função de mãe e menos a de pai. Precisava impor menos limites e dar mais colo. Quando estava casada, achava que ele era o homem da minha vida e que ia ser para sempre. Depois da separação, ficou claro que os relacionamentos têm prazo de validade. Não existe um homem para uma mulher, mas vários. As pessoas deveriam namorar mais e casar menos." Ana
        Ana Claudia Cruz, 39 anos, relações-públicas, separada, uma filha de 11 anos



        Claudia
        "Educo minha filha para ser tão independente quanto eu. Não quero que ela seja dependente dos pais hoje e do marido amanhã"

        "Trabalho numa empresa predominantemente feminina. Como sou a chefe, precisei adotar uma postura mais racional e menos emotiva. Tenho um lado racional forte e isso é bem masculino. Acredito que sou mais respeitada dessa forma. Abri o negócio há sete anos, na área de análise de controle de alimentos. Contei com o apoio do meu marido, que é gerente de vendas. No começo, era eu quem ganhava mais e pagava a maior parte das contas. Mas isso nunca foi problema. Hoje, isso mudou e ele até brinca: diz que está esperando eu voltar a ganhar mais para ele relaxar. Dividimos as contas e as tarefas de casa de acordo com os gostos de cada um. É ele quem faz supermercado, porque sabe escolher frutas e verduras muito bem. Mas sou eu quem vai às reuniões da escola de nossa filha. Fico feliz em já ter uma filha de 10 anos. Se tivesse adiado a maternidade, não sei se teria um bebê agora. Casei com 25 e engravidei ao mesmo tempo, sem planejamento. Como estava no começo da carreira, tinha paciência e abria mão de assuntos profissionais para ficar com ela. Hoje, não sei se conseguiria fazer isso. Tento educá-la para ser uma mulher tão independente quanto eu, acho que é uma forma de prepará-la para o mundo. Digo a ela para preparar o próprio lanche, por exemplo. Sei que isso me afasta dela, mas não quero que ela seja dependente dos pais hoje e do marido amanhã. Sempre valorizei a independência."
        Claudia Malotti, 36 anos, microbiologista, casada, uma filha de 10 anos



        Cristina
        "Quando ele lava a roupa, eu penduro. Se faço o almoço, ele lava a louça. Não é nada combinado, é automático"

        "Eu moro com meu namorado há dois anos. Em casa, a gente divide tudo. Quando ele lava a roupa, eu penduro. Se faço o almoço, ele lava a louça. Se estou no trabalho e não vou ter tempo de passar no mercado, peço para ele comprar. Não é nada combinado, é quase automático. Acho que o fato de ele ter morado sozinho ajudou nessa divisão. Para mim ele representa uma nova geração, bem diferente do meu pai. Trabalho com tecnologia da informação, que ainda é uma área muito masculina. Tenho um cargo de liderança e coordeno uma equipe de 16 homens. Tenho que aprender a conquistá-los todos os dias. Faço isso usando a minha competência, mostrando que sei do que estou falando. Acredito que é complicado para alguns homens receber ordens de uma mulher, mas acho que tenho um bom jogo de cintura. Os homens são empreendedores, mas as mulheres têm esse lado mãe, que se traduz em mais flexibilidade no dia-a-dia. E também acho que aprendi essa faceta conciliatória no meu relacionamento."
        Cristina de Araújo Rolim, 30 anos, gerente de relacionamento, casada




        Daniele
        "Tive meu primeiro filho no momento certo, aos 35 anos. Só agora me sinto capaz de deixar de lado as tarefas do trabalho e cuidar dele"

        "Acabei de ter o meu primeiro filho. Sempre pensei em ter filhos, mas vivia adiando por causa da carreira. Eu namorava há dois anos, mas não pensava em casar. Quando descobri que estava grávida, no ano passado, resolvi apostar no casamento. Tenho certeza que foi o momento certo, porque só agora me sinto capaz de deixar de lado as tarefas do trabalho para ter mais tempo para a casa e para o meu filho. Minha rotina de trabalho é muito dura. Tenho uma confecção de roupas de ginástica e uma loja. Nas épocas de lançamento de coleção, chegava a ficar 14 horas na confecção. Depois do nascimento do bebê, trabalho bem menos. Tenho certeza que, se isso acontecesse há dez anos, ficaria culpada. Meu marido é muito presente: prepara o banho do nenê, chega mais cedo em casa quando fico até tarde no trabalho. Minha meta agora é a família. E, como já estou com 35, quero ter mais um filho logo."
        Daniele Nielsen Perez, 35 anos, empresária, casada, um filho de cinco meses.

        Kommentar


        • #5

          Flávia
          "Eu me orgulho de tudo o que conquistei e gosto de ser independente, apesar de saber que isso afasta os homens"

          "Não me casei antes dos 30 porque achei que não estava preparada. Queria viajar, sair, namorar, curtir um apartamento só meu. E consegui realizar tudo isso. Me formei em medicina e, em seguida, fui passar uns tempos na Europa. Acabei viajando por um ano e meio, no esquema mochila nas costas. Quando voltei, meus amigos de 25 anos estavam casando, e eu achava aquilo absurdo. Não me imaginava casando com essa idade. Fui logo procurar um apartamento para morar sozinha. Hoje estou num lugar que comprei, eu e meus dois gatos. Me orgulho do que conquistei e gosto de ter uma vida independente, apesar de saber que isso afasta os homens. Percebo que eles se sentem inferiores quando você tem mais do que eles. Por outro lado, acho que me tornei mais seletiva. Não suporto homem machista e também não consigo me relacionar com caras com um nível cultural mais baixo. Agora estou namorando e me sinto mais madura para casar. Meu atual namorado também mora sozinho e nós dois nos preocupamos em preservar nossos espaços. A gente pode até morar junto, mas cada um precisa ter o seu quarto. Sempre tem aquele momento em que você quer ficar sozinha com as suas coisas." agora é a família. E, como já estou com 35, quero ter mais um filho logo."
          Flávia Galbiatti, 34 anos, médica, solteira



          Maria Alice
          "Achava que era o homem que tinha que arcar com as despesas. Daí cobrava isso dele e não conseguia ser feliz"

          "Casei cedo, com 24 anos, e tive meu primeiro filho logo de cara. No meu casamento, não soube lidar com o fato de ganhar mais que ele. Não é que ele ganhasse pouco, ele era administrador e trabalhava num banco, mas o meu salário era um pouco maior. Na minha cabeça, era o homem que tinha que arcar com as despesas. Daí eu cobrava demais isso dele e não conseguia ser feliz. Isso gerou muitas discussões e acabamos nos separando há dois anos. Até hoje vivo essa contradição porque, ao mesmo tempo que eu gosto de ser dona de mim, também gosto de ter um homem que pague a conta do jantar, que me ofereça uma viagem. Há poucos meses abri meu próprio negócio, uma clínica de estética e beleza, e por isso tenho estado muitas horas no escritório. Sinto falta dos meus filhos, acho que não tenho estado tão presente quanto gostaria. O mais difícil para a mulher de 30 é ter que exercer tantos papéis juntos: ser boa mãe, boa profissional. Toda essa responsabilidade faz com que eu sinta ainda mais a ausência de um companheiro. Não gosto de estar sozinha, sonho com uma relação duradoura. Por trás dessa supermulher, que trabalha e cuida dos dois filhos, tem alguém que quer um cara à moda antiga. Mas tem sido difícil atrair homens interessantes, porque não é fácil quebrar a barreira do primeiro encontro. As pessoas estão mais em busca de sexo do que de relacionamento."
          Maria Alice Bertolini, 34 anos, administradora, separada, dois filhos, de 9 e 10 anos



          Marisa
          "Se pudesse voltar atrás, teria tido filhos, mesmo sem dinheiro. Mas ainda tenho uns cinco anos pela frente"

          "Ainda não tive filhos, mas foi uma opção. Queria ter segurança financeira primeiro, e para isso era preciso investir na carreira. Se eu pudesse voltar atrás, teria tido filhos, mesmo sem dinheiro. Como não posso, me consolo com a idéia de que o meu prazo de validade ainda não está vencido. Com os avanços da medicina, tenho mais uns cinco anos pela frente. Venho de uma família humilde, então acho que é por isso que valorizo demais a carreira. Lutei muito para chegar onde estou, com uma empresa que montei sozinha. Morei com um arquiteto por dez anos. Nosso casamento era maravilhoso, mas decidi terminar tudo porque ele não decolava no que fazia. Ele trabalhava com arquitetura, mas nunca conseguia bons trabalhos. Hoje vejo que joguei a felicidade fora. Tinha um homem que me amava e, mesmo assim, não soube dar valor. O mais difícil ultimamente tem sido encontrar homens interessantes. Sou seletiva, não dou chance para pessoas que não sejam do meu meio social ou intelectual. Não é preconceito, é uma questão de coerência. Sei que não vou conseguir me relacionar com alguém que goste de pagode se eu adoro música clássica."
          Marisa Rodrigues, 39 anos, consultora de comunicação e marketing, separada




          Paula
          "Há dois anos decidi fazer terapia, para trabalhar os sentimentos. Queria aprender a deixar a emoção fluir"

          "Quando você é inteligente demais, os homens se afastam. Mas também sei usar isso a meu favor. Se alguém se aproxima de mim e não me interessa, digo logo que sou formada em estatística. Ele sai de perto na hora. Sempre me espelhei no meu pai, que também é analista de sistemas. Fiz estatística na Universidade de São Paulo, sou pós-graduada em análise de sistemas e agora estou fazendo meu MBA. Todos esses títulos assustam os homens. Desde criança sou maluca por estudos, acho que por isso acabei desenvolvendo um pensamento lógico. Tive poucos namorados e sempre terminava porque, para mim, aquilo não ia dar certo pela lógica. Há dois anos decidi fazer terapia, para trabalhar os sentimentos. Precisei aprender a deixar a emoção fluir. E acabei conhecendo o cara com quem estou agora. A gente quer casar, mas isso só deve acontecer daqui a um ano e meio, quando terminar meu MBA. Filhos? Só daqui a uns cinco anos. Antes disso, quero me dedicar ainda mais ao que faço: desenvolvimento de softwares."
          Paula Prado, 30 anos, analista de sistemas, solteira

          Kommentar


          • #6

            Paula
            "Não penso em ter filhos. Para ser mãe é preciso de doação, e eu não consigo me doar para uma criança"

            "Quero casar um dia, mas vai ter que ser em moldes diferentes. Quero preservar minha individualidade. O ideal seria cada um morar na sua casa, como vizinhos. Assim a chance de durar para sempre é grande. Também não penso em ter filhos. Tenho um sobrinho de 2 anos e meio que funciona como uma espécie de teste da maternidade. Adoro estar com ele, mas saber que ele vai para outra casa dali a algumas horas me dá um certo alívio. Para ser mãe é preciso de doação. E eu não consigo me doar para uma criança. Atualmente, estou bastante concentrada no profissional. Comecei a trabalhar cedo, aos 17 anos, como atriz. Três anos depois, abri uma escola de interpretação, mas não deu certo. Mas acho que ganhei maturidade para abrir o negócio que tenho hoje, uma produtora que está decolando. Por causa dos meus compromissos profissionais, estou sem tempo para conhecer ninguém. Quando saio, é para ir na casa de amigos ou para um almoço em grupo. Também sou empreendedora e acho que isso assusta os homens. Meu trabalho me obriga a viajar com freqüência e meus namorados nunca viram isso com bons olhos."
            Paula Ribas, 30 anos, atriz, solteira




            Roberta
            "Adiei os planos de casamento porque não dava para trabalhar, estudar e casar. Nunca quis ser dependente"

            "Nunca quis fazer o papel da mulher dependente do marido, que cuida dos filhos e tem que pedir dinheiro para tudo. Por isso, fazer uma faculdade era importante. Só que comecei a trabalhar com 17 anos e não tinha condições financeiras de bancar o curso. Trabalhei todos esses anos até poder realizar a minha vontade. Há um ano entrei no curso de farmácia. Meu namorado não gostou da idéia e ficou um pouco ciumento. Ele me liga só para perguntar com que roupa estou indo na aula. Agora, estou juntando dinheiro para comprar um apartamento: assim que eu terminar os estudos, caso. Ele tem uma pet shop e eu acho que é o cara ideal para estar junto, até ficarmos velhinhos. Ele não faz o tipo tradicional. Quando viajamos juntos, sempre assume a cozinha. Além de fazer pratos bem gostosos, ele ainda lava a louça."
            Roberta Prandini, 30 anos, assistente administrativa, solteira

            Kommentar


            • #7


              Catherine Zeta Jones

              Kommentar


              • #8
                MULHERES LONDRINAS VALORIZAM MAIS O SAPATO NOS HOMENS

                Uma pesquisa encomendada pela fabricante de preservativos Mates no Reino Unido concluiu:

                que os SAPATOS que os homens usam são mais importantes para as mulheres do que o seu visual ou personalidade.

                Cerca de 90% delas disseram que o sapato é a primeira coisa que elas olham ao conhecerem um provável pretendente.

                Mais de 2/3 afirmaram que o estilo, a cor e a limpeza dos sapatos dizem mais sobre um homem do que qualquer outra coisa, conforme o jornal The Sun.

                Cerca de 82% das entrevistadas disseram ainda que o prazer no sexo é fundamental.

                Kommentar


                • #9
                  ... encontro no banheiro ...


                  • - Oi.

                    - Oi.

                    - Eu estava te olhando de longe... Você vem sempre aqui?

                    - Só quando eu estou com vontade de fazer xixi. Quem te deixou entrar no banheiro das mulheres?

                    - Entrei escondido queria falar com você.

                    - Não podia esperar eu terminar primeiro?

                    - É que eu sou muito ansioso... Não é sempre que se encontra a mulher da nossa vida numa festa de formatura.

                    - Mulher da vida de quem?

                    - Da minha vida.

                    - Que espécie de maluco é você?

                    - O homem da sua vida!

                    - Como é que é?

                    - Sou o cara que nasceu pra casar e ter filhos com você.

                    - Essa é a sua melhor cantada?

                    - É sério... vamos conversar.

                    - Quer fazer o favor de fechar essa porta? Eu ainda não terminei.

                    - Desculpe. Um homem sabe quando avistou a mulher ideal. Geralmente ela é bonita, sexy, tem gostos refinados e inteligência suficiente para ignorar suas gracinhas. É fina, detesta vulgaridades.

                    - Me deixa vomitar em paz?

                    - Achei que você só estivesse apertada.

                    - O que eu faço no banheiro não é da sua conta...

                    - Eu me importo com você.

                    - Socorro, tem um homem aqui dentro.

                    - Psiuuuuu, não grita, eu só quero saber seu nome.

                    - Eu tô bêbada demais pra saber meu nome.

                    - Também estou um pouco tonto, confesso. Viu como a gente combina?

                    - Sai daqui e fecha essa porta antes que eu te jogue esse balde de lixo na cabeça.

                    - Algumas pessoas passam a vida toda procurando por um amor perfeito. Alguém que te complete e ajude no que for preciso, faça companhia em todos os momentos.

                    - Cara, como você é chato. HUUUUUU, RAAAAAUUUUUULLL, JJUUUUCCAAA

                    - Melhorou?

                    - Não acredito que você me assistiu fazendo aquilo.

                    - Foi a coisa mais linda que eu já vi.

                    - Acorda, seu idiota. Eu botei um pão de batata pra fora.

                    - Eu também adoro pão de batata com tequila.

                    - Espirrou em você, seu porco.

                    - Eu não ligo. Seu vômito é o meu vômito.

                    - O que eu fiz pra merecer um maluco desses atrás de mim?

                    - Tem coisas que só o destino pode explicar.

                    - De que planeta você veio? Larga do meu pé, chulé.

                    - Só você não percebeu que isso tudo não foi por acaso.

                    - Você me seguiu, eu pedi ajuda, ninguém te tirou do banheiro, eu te dei um banho de bolo de chocolate e cerveja.

                    - Nosso primeiro encontro...

                    - Nada disso é um encontro. Sai da minha frente.

                    - Não posso abandonar a mulher da minha vida.

                    - Que papo é esse? Deixa-me ver o que colocaram no seu whisky?

                    - É sério, nunca ouviu falar nisso?

                    - Whisky com bolinha alucinógena? É claro que sim. Nunca aceite o copo de um estranho.

                    - Nós somos o casal ideal. Nascemos um pro outro. Sabe quais são as chances disso acontecer numa festa de formatura? Uma em cada 150 milhões.

                    - Bem menores do que as chances de eu te dar uma porrada.

                    - Você não faria isso com seu futuro marido.

                    - Vamos do começo... Um: eu já tenho namorado. Dois: você não faz meu tipo. Três: isso não é uma festa de formatura. É a festa de 15 anos da Maria de Fátima.

                    - O segredo da relação perfeita está na identificação de sua alma gêmea. Geralmente ela é loira, alta e tem um piercing no nariz. Pode também não ser nada disso. Não importa. O grande lance é perceber se essa alma combina com a sua, tem gostos iguais, beijo bom e, de preferência, um cabelo sem gel. Quer apostar que nós nascemos um pro outro?

                    - Ridículo... vou ficar com peso na consciência.

                    - Por que não tenta? Fala uma cor.

                    - Preto.

                    - A ausência de todas as cores... A minha preferida também.

                    - Que bobagem.

                    - Um filme.

                    - "101 Dálmatas".

                    - O mesmo que o meu... Quer prova mais definitiva?

                    - Ah! Eu nunca vi esse filme na minha vida.

                    - Roubar não vale.

                    - Que papinho mais furado... Se toca, eu não fui com a sua cara.

                    - Última chance. Fala uma música.

                    - Ai que saco... Qualquer uma do Daniel.

                    - Daniel? Tem certeza?

                    - Absoluta.

                    - Então você tem razão... minha mulher ideal não gosta de música sertaneja.

                    - É mesmo? E que som ela curte?

                    - Rock, alguma coisa de Jazz... dependendo do dia, MPB.

                    - O que tem de errado com Leandro e Leonardo, KLB, é o Tchan?

                    - Nada, só que você não é mulher pra mim. De qualquer forma, foi um prazer. Todo mundo erra. Quem nunca pensou ter encontrado o grande amor e depois descobriu que ele roncava, tinha caspa e não era muito chegado a banho no inverno? Se fosse fácil não teria graça. O importante é não desanimar, e se não foi dessa vez, partir pra outra. Tente declamar seu poema predileto em praça pública e espere alguém completá-lo. Se ninguém se manifestar, saia correndo. Podem ter chamado a polícia.

                    - Espera.

                    - O que foi?

                    - Eu também gosto de MPB. Minha mãe ouve Chico Buarque o dia inteiro. Tecnicamente, se eu estou em casa, também ouço.

                    - Não sei.... Acho que foi um engano.

                    - Como você pode saber?

                    - Olhando bem... você é mais alta do que eu imaginava. A mulher da minha vida só tem 1, 60 de altura. Foi um prazer.

                    - Espera, eu estou de salto. Olha só... fiquei mais baixa.

                    - Você não tem nada a ver comigo.

                    - Tenho sim.

                    - Que interesse repentino pela minha pessoa... Até um minuto atrás você queria que eu fosse embora.

                    - Também não sei o que me deu.

                    - Você tomou do meu whisky, foi isso?

                    - Não... quer dizer, não lembro.

                    - Cadê seu namorado?

                    - Está na minha frente, com uma coisa esquisita na camisa...

                    - Que nojo... o que mais você comeu, hein?

                    - Miojo, antes de sair de casa.

                    - Eu não posso ser seu namorado, você já tem um.

                    - Eu menti.

                    - Só pra me dar o fora? Conseguiu. Tchau.

                    - Volta aqui, meu amor. Pega uma vodka pra mim.

                    - Sai de perto de mim, sua louca.

                    - Só saio daqui casada.

                    - Socorro.

                    - Achei o homem da minha vida !!!



                    (Texto de Fernando Veríssimo, Brasil)

                  Kommentar


                  • #10
                    Toca o telefone:


                    - Alô? Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?

                    - Vai sair?

                    - Vou.

                    - Com quem?

                    - Com um amigo.

                    - Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom...

                    - Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim!

                    - É... você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer um...

                    - Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos?

                    - Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai!

                    - Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço!

                    - O que você tá querendo dizer?

                    - Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos.

                    - Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?

                    - Meu EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma noite sozinho desde a separação!

                    - Então você VAI dormir com o vagabundo!

                    - Não é um vagabundo!!!

                    - Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um vagabundo, um aproveitador!

                    - Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?

                    - Coitados... com uma mãe assim...

                    - Assim como?

                    - Irresponsável! Inconsequente! Por isso teu marido te deixou!

                    - Chega!

                    - Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita.

                    - Agora tá preocupada com o vagabundo?

                    - Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara!

                    - Tchau!!

                    - Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?

                    - Não vou. Não vou levar os meninos, também não vou mais sair!

                    - Não vai sair? Vai ficar em casa? E você acha o que, que o príncipe encantado vai bater na tua porta? Uma mulher na tua idade, com dois filhos, pensa que é fácil encontrar marido? Se deixar passar mais dois anos, aí sim que vai ficar sozinha a vida toda! Depois não vai dizer que não avisei! Eu acho um absurdo, na tua idade você ainda precisar que EU te empurre para sair !

                    Kommentar


                    • #11
                      eitâ menina extraordinária!!!
                      :arrow: link: gisele bündchen

                      Kommentar


                      • #12
                        Mulheres modernas...Por Arnaldo Jabor



                        Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível"
                        intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada
                        etc...
                        As vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser
                        traído - ou nos termos usuais - "corneado". Saiba de uma coisa...
                        Esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só
                        cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça - ou então - assumir
                        seu "chifre" em alto e bom som.
                        Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando
                        sobre isso.
                        Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção
                        já .......há tempos.
                        Mas o que seria uma "mulher moderna"?
                        A principio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem)
                        tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho
                        engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa,
                        companheira, confidente, amante...
                        É aquela que as vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem
                        vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços...
                        É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e
                        linda... Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de
                        ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem
                        doer...
                        Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas"
                        pude constatar o pior.
                        VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", ao menos que:
                        - Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam.
                        Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
                        - Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber - da sua
                        boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar
                        às conseqüências expostas acima.
                        - Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar
                        futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar
                        atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando
                        com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e
                        precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... Bem...
                        - Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex
                        bom de cama é grandessíssimo.
                        - Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfaze-la. As "mulheres
                        modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20
                        aos 38 anos, elas pensam - e querem - fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas
                        é a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...
                        - Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso.
                        Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem
                        são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é
                        sua ou não é????
                        - Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher
                        insegura é uma máquina colocadora de chifres.
                        - Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com
                        outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão
                        estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS
                        "comedor" do que você...só que o prato principal, bem...dessa vez é a SUA
                        mulher.
                        - Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer
                        hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela,
                        só por um segundo, achar que você merece...Quando você reparar... já foi.
                        - Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia
                        inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de
                        antigamente - "dar uma", para depois, virar do lado e simplesmente dormir.
                        - Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair
                        viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados,
                        trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito
                        grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna"
                        não pode sentir falta dessas coisas...senão...
                        Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá
                        assistência, abre concorrência". Deste modo, se você está ao lado de uma
                        mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o
                        mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar
                        alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a
                        saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele
                        "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas,
                        olhando só pra você!!!

                        linda...


                        :wink: :wink: :wink: :wink: :wink: :wink:

                        Kommentar

                        Brasilien Forum Statistiken

                        Einklappen


                        Hallo Gast,
                        Du hast Fragen?
                        Wir haben die Antworten!
                        Anmelden und mitmachen.
                        P.S.: Für angemeldete Mitglieder ist das Forum Werbefrei!

                        Themen: 24.071  
                        Beiträge: 176.535  
                        Mitglieder: 11.884  
                        Aktive Mitglieder: 64
                        Willkommen an unser neuestes Mitglied, Nena.

                        Online-Benutzer

                        Einklappen

                        284 Benutzer sind jetzt online. Registrierte Benutzer: 1, Gäste: 283.

                        Mit 2.135 Benutzern waren am 16.01.2016 um 01:30 die meisten Benutzer gleichzeitig online.

                        Lädt...
                        X