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EUA parecem estar se virando CONTRA O BRASIL!!!

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  • #31
    tabom Paula tabom ja te conhecemos a mais ou menos dois anos vc nao precisa falar deletar quem sabe?

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    • #32
      Eles destruiram o Japao e depois foram dar uma de amiguinhos, sinceramente acho que eles sao muito fingidinhos, só defendem seus interesses e sao marionete dos ingleses, só fazem o que os ingleses mandam!!!!!
      Que maluquice é essa...???

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      • #33
        Re: Flor

        Zitat von Flor
        Oi paula, claro que nao...
        Liga para o que os outros falam nao...
        Também detesto os americanos e como eles se comportam e a tamanha arrogância deles. Sabe, meu noivo é alemao e adoro os americanos e sempre fala que os alemaes sao muito amigos deles devido a 2 guerra... Mas um amigo que vem por tras e joga uma bomba em mim??? Isso para me nao é amigo...
        Eles destruiram o Japao e depois foram dar uma de amiguinhos, sinceramente acho que eles sao muito fingidinhos, só defendem seus interesses e sao marionete dos ingleses, só fazem o que os ingleses mandam!!!!!
        ECA!!!! :roll: :roll: :wink:
        maluquice? esse e o povo Brasileiro ignorante que chega a doer

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        • #34
          santa ignorância BatMan ...

          CHE GUEVARA DITA MODA NOS ESTADOS UNIDOS ... mas nenhum 'gringo' faz a menor de idéia de quem ele foi ... hehehhh ....

          0 guerrilheiro Ernesto "Che" Guevara voltou a emprestar o nome e imagem a livros, camisas e até roupas íntimas nos Estados Unidos. Segundo um proprietário de uma megaloja on-line, o nome de Che é o que há de mais quente na moda americana. A loja oferece todo tipo de objeto com a imagem do ícone da esquerda latino-americana e que leva o nome de "Produtos Che Guevara: para suas necessidades revolucionárias".

          No sitehttp://<b><a href="http://www.theche...re.com</a></b>, o empresário canadense Trigiani oferece camisas, boinas, canecas, pôsteres e chaveiros com a clássica imagem de "Che" captada em 1960.

          Para os mais ousados, uma loja de roupas íntimas na rua Melrose, em pleno centro de Los Angeles, oferece cuecas e shorts com a popular imagem do herói da revolução cubana. Entretanto, os estilistas não acreditam que este "boom" de "Che" se deva a uma retomada das idéias do guerrilheiro e afirmam que ninguém faz a menor de idéia de quem ele foi ou sobre o que defendia, mas o tratam como uma estrela do ROCK.

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          • #35
            CHE GUEVARA DITA MODA NOS ESTADOS UNIDOS

            Que bom que pelo menos serviu para alguma utilidade, nem que seja para servir de estampa em cuecas..

            Agora, so falta aquele fossil ambulante (Castro) adornar papel higienico...

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            • #36
              O Brasil uma Potência Politica. Economica e Militar sempre foi meu sonho, e a esperança de varios Paises visinhos.
              Respeito a opinião de todos que são contra ou a fovor desse conseito.
              O mundo não pode estar sentado olhando e deixando acontecer que os USA sejão a policia global (no seu interesse), e interfira nós assuntos internos de todos os paises desse planeta.
              Penso que todos temos de fazer a sua parte.
              Não sou contra os USA porem que a politica externa Americana, que por sinal joga em uma outra liga, manda e desmanda como quer. com quase todos os paises, com a sua Politica de faz o que eu te digo porem não faça oque eu faço, não desce, bate de frente.
              Uma corrida as armas e a insigurança global e o fruto desta politica, no mundo afora tem muintos ditadores que merecem perder o poder, mais e as leis internacionais.
              Os direitos humanos? Hoje como podemos esperar que governos como o do Irá, Siria, Venezuela, que por interesse Americanos enfrentão o fantasma de uma invasão, não corrão as armas?
              Já na decada de 50 o mundo sabe que a Bomba Atomica não e um segredo, que mais cedo ou mais tardes varios paises serão capaz de fabricarla. Porem na utopia Americana eles querem impedir que outros paises tenhão essa tecnologia.
              Porem seu Protetorado Israel obteve não somente a tecnologia nesseçaria como também o financiamento.
              Outros paises que não tem a bomba, porem são super avançados nesse setor como, Japão, Italia, Alemanha com a sua politica a serviço dos USA, podem montala em curto tempo.
              A India sem a ajuda da Alemanha não seria em grado de desenvolver o seu projeto nuclear, que foi insentivado pelos USA para contra por a ameaça do Paquistão.
              Depois da guerra frio o mundo perdeu o iquilibrio, estou cansado de ver a arogância e ignorqancia dos Americanos para com o resto do mundo.
              A tecnologia nucleares não pode ser produto exclusivo de poucos ou sobretudo da lob Americana.
              Sobre tudo se pensamos na soma em jogo (ex... Angra I-I
              Se vogliate la pace preparativi per la guerra... :idea:

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              • #37
                Flor

                Visitante:
                "maluquice? esse e o povo Brasileiro ignorante que chega a doer"
                Vc está incluído nesta lista?

                Eca eca e eca...
                :twisted:

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                • #38
                  Flor

                  Michael Moore...
                  Um america que critica os próprios americanos...

                  Kommentar


                  • #39
                    Michael Moore...
                    Um america que critica os próprios americanos...
                    Michael Moore e os Idiotas

                    João Costa demonstra como Michael Moore é o maior ícone de uma das mais lucrativas indústrias dos últimos tempos nos EUA, a indústria da difamação.

                    Como uma prova de que os próprios conceitos de cinema e arte vêm se deteriorando a passos largos, Michael Moore – o infame produtor de Bowling for Columbine e autor de livros como Stupid White Man e Dude, Where’s my Country? – recentemente foi homenageado no Festival de Cannes com o prestigioso Palme d’Or de melhor filme para seu suposto documentário Fahrenheit 9/11.
                    Este mais recente documentário eu não assisti, tudo que eu sei é que foi ovacionado por vinte longos minutos ao término de sua apresentação em Cannes e que se trata de um trabalho direcionado para desacreditar George W. Bush e toda sua campanha em prol da luta contra o terrorismo internacional.
                    Mesmo sem tê-lo assistido, me vejo tentado a relembrar alguns fatos a respeito das obras e da personalidade de Michael Moore, que quando considerados em conjunto, poderão nos proporcionar uma sólida idéia do que deverá ser composto este seu mais novo trabalho.
                    Michael Moore é o maior ícone de uma das mais lucrativas indústrias dos últimos tempos nos EUA, a indústria da difamação. Suas criações não tem sido de jeito algum verdadeiramente jornalísticas, mas tão somente um esforço bem planejado e direcionado de ataque a pessoas e instituições específicas, as quais Moore – como todo bom ativista da New American Left – considera indesejáveis.
                    Michael Moore é um exemplo ilustrativo de como funciona a filosofia igualitária que George Orwell tão brilhantemente descreveu em sua memorável obra Animal Farm (A Revolução dos Bichos), “todos sãos iguais, mas uns são mais iguais que os outros”. Assim, ele se vê no direito de atacar ferozmente diversos milionários americanos, suas indústrias e seu modo de vida, mas não aceita a menor crítica a respeito dos muitos milhões que fez através de suas obras de desinformação. Ele não reconhece que, de forma inegável, também faz parte da elite dos milionários que busca tão incansavelmente execrar, com a diferença de que sua fortuna não foi gerada de forma alguma através de trabalho honesto ou atividade empreendedora. Michael Moore encaixa-se como uma luva naquela música do poeta popular Belchior, “Um grande, um dande, um grande, milionário e socialista, de carrão chego mais rápido à revolução”.
                    Seus defeitos, porém, vão além de um mero comportamento autocontraditório, quase que esquizofrênico; ou de sua rebeldia retardada contra o establishment que o acolhe fraternalmente. Michael Moore é um mentiroso compulsivo que só se atem aos fatos e verdades que sirvam para reforçar suas idéias e valores. Obviamente, qualquer semelhança entre os teólogos da esquerda, de Rousseau e Marx até Norberto Bobbio terá sido mera coincidência. Não há uma obra sua que não esteja impregnada de mentiras, mal-entendidos e meias-verdades.
                    Seu Documentário Bowling for Columbine, por exemplo, é acusado de tantas irregularidades, que o próprio termo documentário já não é adequado, pois este exige um mínimo compromisso com a verdade. Moore editou propositalmente, e de modo contínuo, muitas cenas do filme, inclusive a própria fala dos personagens, cortando sentenças originais e recriando-as de modo a sustentar suas teses. Eu não nego a capacidade dramática de Michael Moore, sua criatividade em criar as mais inusitadas teorias da conspiração é digna de fazer inveja a Noam Chomsky ou até mesmo a Lindon H. La Rouche Jr; mas seu próprio talento o desqualifica enquanto produtor de documentários, o que deveria deixar entre os seus simpatizantes uma incômoda sensação de estarem sendo feitos de idiotas.
                    Pior ainda são os livros. Vejam o caso de Stupid White Man, que no mundo todo foi um sucesso de vendas, sendo descrito como um retrato fiel das elites americanas (que Moore, apesar de branco e milionário, aparentemente não faz parte). Moore sustenta no livro que a origem da recessão vem do fato dos milionários se mostrarem indesejosos em compartilhar suas fortunas com os menos favorecidos, o que os leva a provocarem crises econômicas. Uma pessoa que lê um lixo desses e de imediato não reage com repulsa pode-se considerar graduada Summa cum Laude na mesma universidade que o Presidente brasileiro diz ter freqüentado.Mas isso não é tudo, Moore mente descaradamente ao fazer criticas relacionadas ao Orçamento de Defesa dos EUA ou às finanças de campanha do atual presidente George W. Bush. Ele chega a dizer que dois terços desses fundos vêm de pouco mais de setecentos ‘contribuintes, ’ o que qualquer indivíduo consciente das leis que regem as campanhas eleitorais americanas sabe não passar de uma mentira deslavada.
                    Em outro livro de sucesso – Dude Where Is My Country? – Moore utiliza pesquisas tendenciosas a fim de criar um perfil do cidadão americano completamente fora da realidade, implicando assim que George W. Bush ou os republicanos seriam provavelmente aliens, não fazendo parte dessa sociedade. Ele diz que 57% dos americanos acha que o aborto deveria ser legalizado, que 86% dos americanos está de acordo com os movimentos dos direitos civis e 83% seria a favor dos movimentos ecológicos. Ora, ninguém dirá que é contra liberdades individuais, direitos das minorias ou preservação do meio ambiente; é exatamente assim que Michael Moore elabora suas questões, infelizmente, em nenhum momento de seu livro ele se refere ao debate relativo aos meios utilizados para atingir tais fins, o que deixa o leitor com a impressão de que todo americano já foi Hippie em algum estágio de sua vida.
                    Para os interessados em mais fatos, posso recomendar o Sítio moorelies.com, aí estão reunidas provas irrefutáveis de que o todo da obra de Michael Moore é intelectual e moralmente desprezível; e a única razão do estrondoso sucesso que ele alcança é a natureza rábida do antiamericanismo que tomou o mundo, onde qualquer coisa que sirva para desmoralizar a América – por mais ordinária ou mentirosa – é elevada às categorias maiores das grandes obras e grandes feitos da humanidade.
                    Só para lembrar um fato curioso, há algumas semanas, quando da estréia d’A Paixão de Cristo nos cinemas, críticos do mundo todo alertaram para a possibilidade de tal filme gerar violência, inquietude e anti-semitismo nos quatro cantos do planeta, pois seu roteiro – pasmem – estaria fiel demais às Sagradas Escrituras. Muito provavelmente, alguns dos críticos que supuseram idiotices dessa natureza, estavam em Cannes aplaudindo de pé a Documentira de Michael Moore. É estranho que esses sujeitos iluminados não considerem tal filme passível de gerar violência, chegando mesmo a dar suporte moral para a própria causa terrorista, ao possivelmente retratar a América e o Governo Bush sob sua ótica disforme, desonesta e maliciosa, porém extremamente útil como arma de campanha, institucionalizando o antiamericanismo e o ódio contra o ocidente.
                    Michael Moore representa um dos maiores desafios que o Ocidente e as instituições nele inseridas terão de enfrentar para combater seus inimigos. Ele é a prova viva de que democracia pode ser destruída através de mais democracia, que liberdade pode transformar-se em tirania através de seu mau uso e que a razão pode vir a perecer sob os peso das demagogias fáceis.Enquanto Michael Moore dava mais uma singela contribuição para destruir o nosso mundo, os idiotas, de pé e por vinte minutos, apenas aplaudiram.

                    João Costa é bacharel em ciências administrativas e especialista em relações internacionais.

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                    • #40
                      Flor

                      Não li esse livro ainda, mas já ouvi falar muito e muito nele.
                      Não sei se é loucura da minha cabeça, mas convenhamos, não vou dizer muito, não é difícil destruir boa parte dos EUA... Olha, isso é o que observo. Armas pode voltar contra si mesmo...
                      Não sou ninguém nesse mundo...Acho que o mundo seria bem pior na mao dos árabes, e eles conquistam tudo de modo sutil, e, eles afirmaram que em 20 anos irão conquistar a Alemanha.
                      O sutil é perigoso.
                      Quanto a isso, prefiro os americanos...
                      Um filme pode nao dizer toda verdade, as vezes, para causar polêmica apela-se para o exagero...
                      E segundo a Biblía é claro o sofrimento de Cristo.
                      :roll: :roll: :roll:

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