Ankündigung

Einklappen
Keine Ankündigung bisher.

Retrato do Brasil

Einklappen
X
  • Filter
  • Zeit
  • Anzeigen
Alles löschen
neue Beiträge

    Retrato do Brasil

    #Ad

    Kommentar

      Politica


      Síntese de Indicadores Sociais do IBGE 2003, e maishttp://www.estadao.com.br/ext/politica/ibge2003
    • #2

      eu tinha visto essas fotos num site c/ fotos de gringos, eu até achei que fossem brasileiros ... são tantas fotos de pessoas com camisas do Brasil e não são só de futebol...










      O objetivo do país Brasil no momento é a integração comercial, cultural latinoamericana e global. Somos hoje a nação mais copiada pelo resto do mundo o brasileiro esta na moda e pelo jeito, ainda ficará por um longo tempo, daqui para frente, nas cores, nos gestos, na maneira de ser e se vestir, pois temos estilo, atitude, simpatia e muita garra para conquistarmos aquilo que desejamos... é assim que estamos sendo vistos lá fora, por toda a platéia composta por outros continentes que hoje também estão vestindo a nossa camisa. Camisetas, bandanas, óculos escuros, faixas, bolsas, sapatos enfim, roupas e acessórios com as cores do Brasil (verde, amarelo, azul e branco), que serão as mais usadas nesses próximos quatro anos, até chegar novamente a nossa chance de sermos seis vezes campeões do mundo, isto é, o estilo brasileiro na moda até 2006.

      Kommentar

      • #3

        É muito bacana ver as cores do Brasil em toda parte, mas isto é modismo.
        E moda é um uso passageiro!
        E depois que esta onda passar será que alguém vai se lembrar do Brasil?
        Claro que não....

        Kommentar

        • #4

          o meu comentário, diz sobre o retrado do Brasil atual lá fora, o que já é muito bom, mas, é lógico, se é 'moda' terá que passar porqeu outras 'modas' virão.
          veja bem fazem uns anos, não muito tempo, era fashion usar lenço na cabeça com as cores e símbolos da bandeira norte-americana na cabeça, camiseta vermelha e branca com estrelinhas, etc... depois vieram os jaquetões de time de basquete, tênis com "super-línguas" (mto feio p/ sinal) e todo mundo achava o máximo ser americano.... Bom, hj, ser americano é bem diferente.........

          Kommentar

          • #5

            hoje ser americano eh trash.

            Kommentar

            • #6


              Kaestner: infra-estrutura é alvo

              O atual embaixador da Alemanha no Brasil, Uwe Kaestner, conhece as nuances da história política do país. Quando começava na diplomacia, no Rio de 1968, auge do regime militar, assistiu de perto as negociações pela liberdade do então embaixador Ehrenfried Von Holleben, que havia sido seqüestrado pela guerrilha armada. Retornou ao país em 2001, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Agora, aos 62 anos, participa de negociações que devem culminar em investimentos alemães no setor de infra-estrutura.

              Ontem, em uma entrevista em em Brasília, Kaestner contou um pouco desses planos e arriscou uma análise das negociações entre Mercosul e União Européia (UE). Em um português quase perfeito, contou que está deixando o Brasil e a carreira diplomática no final do mês, quando voltará para a Alemanha.

              Zero Hora - De 20 a 22 de junho ocorre em Stuttgart, Alemanha, o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, com a participação de cerca de 400 empresários. Qual será o foco das negociações?

              Uwe Kaestner - O que enfocamos é uma retomada de investimentos no Brasil. Não participamos das privatizações dos anos 90 no Brasil, como Portugal e Espanha. Portanto, os temas centrais do encontro serão investimentos em energia e infra-estrutura. O governo brasileiro tem um novo modelo energético, que conta com recursos estrangeiros. Estamos muito competitivos nessas áreas de energias renováveis, eólica, biomassa e prontos para investir. Na de infra-estrutura, o interesse é investir em portos, aeroportos e estradas. Só estamos esperando que o Congresso aprove a nova lei da Parceria Público-Privada (PPP), porque isso vai ser a base deste investimento.

              ZH - O senhor poderia prever o tamanho deste investimento?

              Kaestner - Esse é um prognóstico que eu não posso fazer porque ainda estamos esperando definições: a nova lei de PPP e os detalhes do novo modelo energético.

              ZH - No encontro de 2003 entre Brasil e Alemanha, em Goiânia, foram mencionadas parcerias na área de agribusiness. Como ficou esse projeto?

              Kaestner - A produção agrícola no Brasil ainda tem um grande potencial de industrialização. Estamos falando de áreas ligadas à produção de etanol, algodão, milho e, sobretudo, soja. Hoje, a soja é exportada quase sem industrialização. No nosso caso, a soja para alimentação animal é processada em países como a Bélgica. Seria uma vantagem de preço, se isso fosse feito no Brasil. O transporte seria mais barato. Também a Alemanha é um país produtor de maquinário. Seria nosso interesse ter demanda por esses maquinários no Brasil.

              Zero Hora - Por que é importante para a Alemanha investir no Brasil?

              Kaestner - Isso se responde de duas maneiras: a primeira é interesse alemão vender equipamentos para fábricas no Exterior. A segunda é que hoje os países industrializados com níveis de salários muito altos estão procurando lugares de produções com custos mais baixos. Produzir, por exemplo, uma toalha na Alemanha é caríssimo, em comparação com Brasil ou China.

              ZH - A Alemanha considera que o Brasil oferece um ambiente seguro para grandes investimentos?

              Kaestner - Certamente, tanto na área política quanto na econômica. O governo Lula fez tudo para conquistar a confiança internacional, com uma política econômica conservadora nesse sentido.

              ZH - O acordo entre UE e Mercosul está previsto para ser fechado em outubro. O senhor acredita no sucesso dessas negociações?

              Kaestner - O que foi feito nos últimos meses foi uma aproximação sucessiva. Temos ofertas da UE, que ainda não foram aceitas, e também demandas sem respostas satisfatórias. Esperamos que até outubro isso seja fechado. Temos uma comissão empenhada em fechar esse negócio. Com a entrada dos novos países membros (onde a agricultura é forte), eles serão incluídos na comissão e certamente defenderão os seus interesses. Eu posso dar um bom conselho: fechar na oferta atual, talvez um pouco melhorada, em vez de continuar o processo.

              ZH - O que a UE quer do Brasil nessa negociação?

              Kaestner - Queremos mais do setor de serviços. Vamos pedir uma abertura para, por exemplo, bancos, companhias de seguro e companhias de navegação. A oferta do Mercosul ainda é insuficiente. O outro ponto são as compras governamentais. Queremos competir em bases iguais. Parece-me que o governo Lula tem preferência para reservas nacionais. Sem uma resposta mais positiva, vejo dificuldades em fechar as negociações.




              ps. pra calar a boca de Brasileiro ignorante e otario que diz que a Alemanha nao tem interesse no Brasil.

              Kommentar

              • #7

                Kommentar

                • #8

                  COTIDIANO
                  http://www.cidadeshistoricas.art.br...p?video=c_muc11

                  Kommentar

                  • #9

                    esse fenomeno nos surpreendeu e continua a nos fazer 'pensar'...

                    o que esta havendo?!!


                    Todos querem ser brasileiros. Nas rádios, nos shows, nas ruas, nas vitrines.

                    A cultura brasileira invadiu a Itália.

                    http://agenciacartamaior.uol.com.br/...te&id=2134

                    Kommentar

                    • #10

                      (Paulistas) A Elite e a "Cultura do Morro"

                      ENQUANTO ISSO, A NOVIDADE POR AQUI É ESSA:
                      PAULISTAS CURTEM A "CULTURA" DO MORRO......


                      Quando a burguesia curva-se ao morro

                      Na música, nos cinemas, nos bares e nas festas, a alta sociedade paulistana reverencia a cultura suburbana

                      Já não é de hoje que a "cultura do morro" vem conquistando admiradores muito além dos limites da periferia carioca. Mas, o que antes era cultivado em redutos intelectuais ou guetos cults, hoje amplia fronteiras e atinge inclusive a outra ponta da cadeia social: a alta sociedade. A malandragem, o samba, a malemolência e até mesmo a moda suburbana caiu nas graças da elite paulistana. Pelo menos a julgar pelas baladas de São Paulo. Na terra da garoa, há até um bar inspirado no visual kitsch da periferia, o "Favela".


                      Quem freqüenta as casas noturnas da Paulicéia já percebeu que a onda agora é o samba-rock. Clássicos de Jorge Ben e Tim Maia (para ficar só em dois representantes do estilo) ocupa grande parte das festas e baladas descoladas do momento como "Urbano", "Diquinta", "Blen Blen", "Grazie Dio" e até mesmo a última edição do Vivo Open Air. Artistas da nova geração reinventam os sucessos da "malandragem".

                      Não por acaso o disco de estréia da carreira solo do vocalista do Planet Hemp, Marcelo D2, À Procura da Batida Perfeita, está em alta nas paradas, vem abocanhando prêmios e sendo considerado o sucesso do ano. D2 traz consigo toda essa chamada "cultura do morro" e sabe tirar proveito dessa fase.

                      Ele não se incomoda que os playboys e as patricinhas saibam de cabo a rabo todas as suas canções. Em São Paulo, apresentou-se em uma das butiques mais chiques, a Daslu, e fez show exclusivo promovido pela Faap, uma das faculdades mais elitizadas da cidade.

                      Não são eventos isolados. Em apresentação realizada no Via Funchal, no último dia 04/07/2004, D2 arrastou cerca de 5 mil fãs. Um número considerável para um show com ingresso custando entre cerca de R$ 40 a R$ 70. Na platéia, a maioria era composta por jovens de 16 ou 17 anos ostentando as grifes do momento e encantados com os dançarinos de break que D2 colocou no palco. Encantados com a batida perfeita.

                      Na mesma semana, uns dias antes, o Liquid Lounge, ponto de balada das mais badaladas da Vila Olímpia, recebeu o elenco de Cidade de Deus. O filme, aliás, pode ser apontado como um dos principais causadores dessa onda de amores pela periferia. Seu sucesso estrondoso alcançou rincões antes reservados somente aos blockbusters hollywoodianos difundindo e chamando atenção para essa faceta do Brasil.

                      Ainda nas telonas, um dos filmes brasileiro mais aclamados no ano passado abordou também um lado dessa realidade. Apesar de centrado na figura de um dos mais interessantes compositores brasileiros, o documentário Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje revela a relação quase visceral entre o samba e o morro carioca. Um pertence ao outro e vice-versa.

                      Mas o morro não é só requebra. O interesse pela cultura da favela recai também sobre aquilo que mais rende notícia: o tráfico de drogas incontrolável. Tema de Cidade de Deus, tema de Abusado, livro do jornalista Caco Barcellos que ocupa lugar privilegiado nos balcões das livrarias de todo o país.


                      NUMA OBSERVAÇÃO MELHOR... FALTA O RECONHECIMENTO E CONSCIENCIA, DAS CAUSAS SOCIAIS EM MEIO... A ESSA CULTURA DO MORRO... POR PARTE DA SOCIEDADE ELITIZADA.


                      O interesse pela vida no morro, contudo, pára por aí. A onda crescente de devoção à cultura suburbana não se traduz necessariamente em sensibilização para as demandas sociais daquela parcela da população.

                      Ouve-se música do morro, assisti-se a filmes sobre o cotidiano do morro, veste-se com moda inspirada no morro e até mesmo lê-se sobre o morro, mas não se reflete sobre o modo de vida daquelas pessoas. Sobre o que é viver no morro onde o que impera é a lei da escassez.

                      Não se trata aqui de uma crítica rancorosa. E sim de uma constatação, no mínimo, curiosa. Estão todos ali contemplando um quadro atraente, mas parece que a moldura e a paisagem de fundo NÃO lhes chama atenção.

                      Qualquer generalização é arriscada e é preciso reconhecer que a difusão da cultura popular, seja como for, é um bem em si. Ainda mais em um cenário dominado pelo padrão cultural norte-americano que uniformiza e desvaloriza o regional... (conclindo) Mas, a sensação que fica é que o espetáculo da pobreza é o circo da burguesia. E ninguém quer saber quanto rala um palhaço ou sofre um leão.


                      http://agenciacartamaior.uol.com.br/...na=geleia_arte

                      Kommentar

                      Brasilien Forum Statistiken

                      Einklappen


                      Hallo Gast,
                      Du hast Fragen?
                      Wir haben die Antworten!
                      >> Registrieren <<
                      und mitmachen.

                      Themen: 24.352  
                      Beiträge: 179.189  
                      Mitglieder: 12.207  
                      Aktive Mitglieder: 57
                      Willkommen an unser neuestes Mitglied, Fantasticrio.

                      P.S.: Für angemeldete Mitglieder ist das Forum Werbefrei!

                      Online-Benutzer

                      Einklappen

                      305 Benutzer sind jetzt online. Registrierte Benutzer: 2, Gäste: 303.

                      Mit 2.135 Benutzern waren am 16.01.2016 um 01:30 die meisten Benutzer gleichzeitig online.

                      Lädt...
                      X