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Potências Do Século XXI

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    BRASIL

    SIMULA um Planejamento de Longo Prazo de DEFESA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL no Brasil no período de 15 anos entre 2006 e 2020, com Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico Inovadores
    (P&D), Integração Orgânica das 3 Forças e Construção + Exportação de Meios de Combate pelo Brasil, contando com crescente Orçamento de Defesa Real entre 1 % e 2 % do PIB, com Alianças Estratégicas de Defesa Conjunta, e visando a uma larga multiplicação de efeitos sobre a economia e manutenção da soberania sobre seu imenso território, sobre as riquezas da Amazônia e da Área Marítima Jurisdicional.

    Mas seu formato acompanha o caminho natural do País, que poderá ser a 3ª maior potência mundial em até 2 décadas, de acordo com estudos do próprio Pentágono (Defesa dos EUA), somente sendo ultrapassado pelos EUA e pela CHINA.

    Um estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs (BRICs) divulgado em outubro de 2003, prevê que o Brasil estará entre as 5 maiores potências mundiais em 2050, mesmo seguindo com sua baixa taxa de investimento atual (de 19 % ao ano) e apresentando crescimento anual da economia medíocre, inferior a 4 %. É um estudo bem feito, porém baseado no passado, sem considerar as novas opções que começam a se apresentar.

    Segundo o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores (MRE), comparando os dez maiores países do mundo em área territorial, em Produto Interno Bruto (PIB) e riqueza naturais, só três conseguem posição de liderança nesses três quesitos: China, Estados Unidos e Brasil. O próprio Presidente Richard Nixon comentou nos anos 60 : "no Brasil está o futuro".

    Certamente, esse futuro de grandeza para o Brasil terá em seu caminho os EUA, a CHINA e os futuros CRÉDITOS DE CARBONO do mundo industrializado e poluidor. A produção brasileira do Agronegócio estará dedicada a ALIMENTAR E MOVER VEÍCULOS (aqui produzidos) na China e nos grandes países industrializados a preços elevados, em poucos anos.

    Na pior das hipóteses, o Brasil estará entre as 5 maiores nações até 2020 e precisará estar preparado para exercer suas responsabilidades e a defesa da DEMOCRACIA em diversas partes do mundo.

    Portanto, deve-se ter uma visão de como será o mundo no ano 2020, um tanto distante do presente ano de 2004 e com razoável otimismo na capacidade nacional e nas mudanças positivas ora iniciadas, tanto internas quanto externas.

    O mundo em permanente estado de transformação saiu há pouco tempo de uma situação de Guerra Fria entre dois grandes blocos representados pelos Estados Unidos e a Europa Ocidental de um lado, e pela então União Soviética (englobando a Rússia e os países da Europa Oriental) de outro, além da ameaça nuclear representada pela China, também comunista.

    Nos próximos anos, crises ambientais, econômicas e políticas continuarão a acontecer, intensamente, e todos países, grupos, alianças e continentes procurarão seus caminhos e novas lideranças surgirão, normalmente, como antes, como sempre, preenchendo espaços deixados por outros, em ocaso.

    A partir de sua dimensão gigantesca e dos próprios acontecimentos desse início de Século XXI, o Brasil começará a ter maior presença internacional em diversos aspectos, inclusive mostrando liderança em negociações, e seus interesses econômicos, sociais e políticos passarão a tornar-se crescentes e mundiais.

    Outrora grandes potências do Século XX continuarão a decair cada vez mais fortemente, como Inglaterra, Japão, Alemanha, França e Itália. São países exauridos, com populações em franco decréscimo, em pleno "inverno demográfico", com verões de elevado aquecimento e com raros recursos naturais, os quais serão mais escassos, mais valorizados e muito disputados. Esses Países não serão mais competitivos em muitos campos e perderão importância, o que já vem acontecendo aos poucos, inexoravelmente.

    Ressalte-se que a temida Globalização e as tentativas de uma Nova Ordem Mundial tendem a conduzir e representar mais e mais um mundo de polaridades difusas imerso em novas Guerras Frias e em violentas crises, como as do Iraque, Israel e Coréia do Norte, tornando o ambiente mundial instável, temeroso e perigoso para o Planeta.

    E ainda piores serão as disputas por sobrevivência causadas pelo aquecimento global e recursos escassos (água, combustíveis limpos, petróleo, alimentos, minérios, etc.), talvez muito antes de 2020.

    RIQUEZAS E PROTEÇÃO

    O Brasil dispõe de imensas fontes de recursos naturais de toda ordem, único povo e idioma, população em franco crescimento, mercado consumidor fantástico e sempre crescente, excelentes possibilidades de investimentos em agricultura, indústria e serviços, e de considerável proteção a catástrofes naturais.

    Ainda é um País jovem, amadurecendo e procurando agora resolver seus sérios problemas, basicamente de inclusão social, o que virá a formar dezenas de milhões de novos consumidores e, consequentemente, uma nova e forte economia em grande escala. Trata-se de uma questão de tempo, ética, vontade e interesse maduro de Nação.

    O Brasil tem fartura de ÁGUA DOCE em boa parte de seu território, sendo o mais rico do mundo. Somente a água doce encontrada na superfície representa 6,2 trilhões de m3, ou 17 % de todo o planeta. Mais isso ainda não é o total disponível.

    Conta ainda com 71 % da maior reserva subterrânea de água doce do mundo, o AQUÍFERO GUARANI, com 50 bilhões de m3 úteis (com recarga das chuvas), que poderia abastecer, indefinidamente, ou por 2.500 anos, 360 milhões de pessoas. Sua área de 1,2 milhão de km2, é equivalente à Inglaterra, França e Espanha juntas, e está situada no espaço transfronteiriço do MERCOSUL, presente em 8 Estados do Brasil.

    O gigantesco Aquífero Guarani
    no contexto da América do Sul.

    Além disso, somente um dos reservatórios subterrâneos existentes no NORDESTE, região ameaçada de desertificação, possui um volume de 18 bilhões de m3 úteis, volume suficiente para abastecer toda a atual população brasileira por um período de, no mínimo, 60 anos.

    Bacia Hidrográfica do Amazonas, a maior do mundo.

    Todo o NORTE dispõe, mais que tudo, de inesgotável biodiversidade, de inimagináveis riquezas biológicas e minerais, como o petróleo, ainda a serem corretamente exploradas, mas já superficialmente calculadas em mais de US$ 4 trilhões.

    O Sistema de Vigilância da Amazônia - SIVAM,
    parte do Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM,
    já é uma realidade desde julho de 2002.

    O Brasil possui a maior parte da AMAZÔNIA (5,2 milhões de km2), o que significa 1/3 das florestas do mundo, ar e água doce abundantes. Sua reserva hídrica é a maior de todo o planeta, o que já lhe confere valor incalculável. Somente o Rio Amazonas despeja, diariamente, mais de 10 % de toda a escassa água doce do planeta no Oceano Atlântico.

    Uma futura LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN), com ÁGUA, CIVILIZAÇÃO, e um gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO, inigualável no Planeta, fará com que produzam em menos de uma década mais do que CINCO CALIFÓRNIAS, a região mais rica dos Estados Unidos. Com isso, será garantida a soberania e o futuro promissor do Brasil, definitivamente.

    Somente a redução do carbono terrestre proporcionada pelas novas florestas já terá valor inestimável para a humanidade. Portanto, aqui e em seus biocombustíveis poderão ser investidos os futuros CRÉDITOS DE CARBONO do mundo, brevemente em centenas de bilhões de Dólares anuais.

    Defesa da Amazônia

    Todo o TERRITÓRIO BRASILEIRO de 8.511.965 km2 corresponde, simplesmente, à maior área habitável e ainda disposta a ser produtiva em todo o mundo. Isso será de valor incalculável e sua conquista será muitíssimo desejada.

    Sua Agricultura já explora hoje 50 milhões de hectares, colhendo 126 milhões de toneladas/ano. Porém, relatório da USDA revela que o País ainda pode agregar outros 170 milhões de hectares, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem contar com a Amazônia e um futuro Nordeste irrigado. Apenas o Mato Grosso possui 90 milhões de hectares e não chega a explorar 5 milhões. Além disso, a Agricultura deverá ocupar outros 30 milhões dos 200 milhões de hectares hoje usados por pastagens para a pecuária.

    Com essas novas áreas, a área total quintuplicará, chegando a 250 milhões de hectares, e podendo atingir uma produção anual de grãos total próxima a 600 milhões de toneladas. Com o advento do LNN, o que aumentará a produção em mais 400 milhões de toneladas, as estimativas de colheitas de grãos saltam para 1 bilhão de toneladas anuais. Isso poderá e deverá alimentar e mover o mundo (energia renovável) neste Século XXI. Uma imensa oportunidade.

    Hidrovias (Ministério dos Transportes)

    O próprio Worldwatch Institute (WWI-UMA) já argumenta hoje que a futura competição (ou guerra) mundial pela água provavelmente ocorrerá nos mercados mundiais de grãos, pois seus exportadores são, efetivamente, exportadores de água (utiliza-se 1.000 toneladas de água para produzir 1 tonelada de grãos) em crescente déficit em um mundo a caminho da desertificação.

    Haverá uma explosão mundial nos preços dos alimentos e antes de 2020 a CHINA deverá estar importando acima de 2 bilhões de toneladas de alimentos ao ano, igual a todo o montante consumido no mundo hoje.

    "Um 11 de Setembro Ambiental será
    um evento catástrófico próximo, que
    virá na forma de uma alta maciça
    no preço dos alimentos, causada
    pela queda na produção de grãos
    da China, resultado do aquecimento
    global e da escassez de água."
    Lester Brown - WWI


    O OCEANO ATLÂNTICO é outra fantástica fonte de riquezas do Brasil. Sua costa de 7.491 km e sua área marítima de 4,5 milhões de km2, a Amazônia Azul, também de valores incalculáveis, serão fundamentais para o futuro do País.

    Por sua causa, o Brasil já será auto-suficiente em petróleo em 2006 e um grande exportador mundial antes de 2008. Novas tecnologias permitirão mais e vultosas explorações minerais de toda ordem, junto com as biológicas. E as rotas comerciais no Atlântico Sul serão cada vez mais importantes .

    Plataformas no Campo Gigante de Namorado
    da Bacia de Campo, litoral do Rio de Janeiro.

    Isso tudo deve ser inserido em um quadro mundial de crescente escassez em contraposição ao explosivo excesso populacional e brutal acúmulo de riqueza do decadente Hemisfério Norte.

    A água e as áreas para agricultura não vêm se renovando, como antes. E o petróleo vem acabando no planeta. A água mesmo já encontra-se no cerne de um número cada vez maior de tensões internacionais. A ONU calcula que 300 rios são hoje objeto de conflitos fronteiriços e que a desertificação avança fortemente, pois 4 dos 12 bilhões de hectares de um mundo em franco aquecimento já estão ameaçados agora.

    E esse será o modelo dos grandes problemas mundiais no Século XXI, com uma mudança radical no paradigma da guerra, porque os espaços de terra útil, a água, os alimentos e os combustíveis redutores de carbono tendem a ser recursos ainda mais escassos que o escasso e poluente petróleo, causa das guerras no Oriente Médio.

    O Brasil terá papel fundamental no fornecimento dessas necessidades da humanidade (água, alimentos, combustíveis limpos e redução de carbono) a custos explosivamente crescentes, pela lei da oferta e da demanda. Nesse ambiente, antes de 2020, ambiciosos e desesperados unidos podem e vão provocar muitas guerras por tais recursos, desde as comerciais e econômicas - as modernas Guerras Frias - até as de uso da força a todo custo, validadas pela ânsia de conquista e sobrevivência de povos inteiros.

    Isso tudo é verdadeiro e tem que ser PROTEGIDO porque a cobiça foi, é e sempre será inerente à humanidade. Muitos países e grupos, prevendo sua inviabilidade com a crescente falta de recursos naturais mundiais, estão e estarão francamente interessados em conquistar nossas riquezas com base em nossas presentes e tão conhecidas fraquezas.

    "O mais estratégico dos recursos para
    a sobrevivência na guerra do Século XXI
    é a tecnologia inovadora, que precisa ser
    dominada a todo custo, evitando-se
    dependências de terceiros."


    Aqui começa nossa FICÇÃO para até 2020
    :

    INTRODUÇÃO

    Para chegar-se a um modelo de revolução de Inovação Tecnológica, passando por forte evolução em Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (P&D) e seus resultados nas esferas de emprego civil e militar, é necessário que a Economia do País seja antes conduzida de modo estável e realmente profissional, com planejamento a longo prazo, além de um ou dois mandatos de governo, com real visão de Desenvolvimento Econômico e Social.

    Como exemplo, espera-se do novo governo brasileiro políticas agrícola, mineral, industrial e de serviços abrangentes, amparadas pelo investimento em áreas sociais, principalmente, em educação & conhecimento, para a formação de um gigantesco Mercado Interno.

    Espera-se ainda uma política exterior engajada em forte e consistente promoção comercial, na abertura de mercados e investimentos de longo prazo, e que seus Recursos Hídricos (2) sejam eleitos como prioridade de conservação e proteção para o futuro e de utilização inteligente.

    Bacias Hidrográficas do Brasil (em Prossiga).

    O Brasil deverá buscar fortalecer os laços de amizade com aqueles que possam, sobretudo, impulsionar a expansão de seu ''espaço da prosperidade''. Aposta-se na expansão do Mercosul para um Mercado da América do Sul e em acordos bilaterais e multilaterais com China, Índia, Associação do Sudeste Asiático, Rússia, África do Sul e África, União Européia, e o Grupo de 22 Países do Oriente Médio.

    Porém, o acordo mais aguardado nesse início de Século XXI e que pode revolucionar a economia brasileira a curto prazo é o dos PAÍSES BALEIAS. Se no estudo BRICs (Brazil, Russia, India and China) o Brasil aparece como a 5ª maior potência mundial em 2050, atuando sozinho e com as deficiências atuais, poderá ser muito melhor aproveitado com esse acordo, e todos os 4 terão seus melhores resultados atingidos com 30 anos de antecedência, já em 2020.

    Prevê-se a conclusão do acordo com a União Européia ainda para 2004. A ALCA também poderá ser formalizada em janeiro de 2005, qualquer que seja o seu patamar. Estes são os dois maiores mercados consumidores do mundo atual.

    Uma visão internacional completa do Brasil está no ESTUDO INAE do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, de maio de 2003 : "As Transformações na Ordem Mundial e as Posições Multilateral e Regional do Brasil".

    A ECONOMIA BRASILEIRA NO FUTURO

    PROJEÇÃO PARA 2020

    Como simulação de projeção para o ano de 2020, o ECONOMIA BR entende que o PIB brasileiro, caso tivesse se desenvolvido a contento nos anos 80 e 90, já poderia estar hoje em US$ 5 trilhões, metade do PIB dos EUA, e seu patamar de direito, a ser conquistado aberto ao comércio com o mundo.

    A AGRICULTURA no Brasil é vista hoje como a semente que pode transformar o País e levá-lo a uma condição de respeito incontestável no mercado internacional, vindo a assumir esse destacado papel que lhe cabe na economia mundial, pois será o maior produtor de alimentos do mundo em 2012, de acordo com a ONU.

    E as chaves para isso são a CHINA e os CRÉDITOS DE CARBONO. A produção brasileira do Agronegócio estará dedicada a ALIMENTAR E MOVER VEÍCULOS nesse país, nos demais PAÍSES BALEIAS e nos grandes países industrializados a preços elevados, em poucos anos. A atual crise do Petróleo com o barril acima de US$ 40 demonstra esse caminho.

    Colheita no Brasil.

    O País precisa investir no aprimoramento da infra-estrutura, tecnologia, meio-ambiente e educação para ser imbatível onde realmente tem diferenciais exclusivos : na agricultura e na indústria de alimentos. Neste Século XXI, o Brasil terá papel fundamental no fornecimento das necessidades da humanidade (água, alimentos e biocombustíveis) a custos explosivamente crescentes, pela lei da oferta e da demanda.

    Para que o Brasil atinja um PIB ainda maior, de US$ 6 trilhões até 2020, a valores atuais, algumas áreas deverão ser extremamente incentivadas :

    Educação

    Investimento Estrangeiro Direto

    Comércio Exterior

    Agronegócio

    Biocombustíveis

    Infra-Estrutura & Logística

    Ligação Norte-Nordeste

    Indústria de Ponta



    EDUCAÇÃO

    Para o Brasil criar um gigantesco Mercado Interno, com alta renda e completa inclusão social, o primeiro passo será universalizar a educação, com grande acréscimo no tempo e na qualidade de estudo.

    Toda criança em qualquer localidade terá creche a partir de 1 ano de idade, onde receberá todos os cuidados para seu perfeito desenvolvimento físico, emocional e intelectual. Mães carentes serão estimuladas e apoiadas para poderem oferecer o melhor atendimento a seus filhos, serão educadas e também instruídas a como fazerem o necessário planejamento familiar, em prol de um futuro melhor, como já é de praxe nas classes mais favorecidas.

    Através do Programa Bolsa Escola, será implantado ensino obrigatório de 14 anos de duração, com acréscimo de mais 2 anos de formação técnica profissionalizante para quem não for cursar ensino superior.

    A formação pré-escolar será feita dos 3 aos 5 anos de idade e dará início ao embasamento ético e moral necessário a uma Nação. O ensino fundamental terá início mais cedo, aos 6 anos, indo aos 13 anos. O ensino médio será feito entre 14 e 16 anos. Teremos 3 + 8 + 3 anos = 14 anos. Mais 2 = 16 anos no total.

    Será estimulado o ensino superior para triplicar até 2013 as 3 milhões de vagas atualmente disponíveis, universalizando o acesso (cotas e cursinhos pré-vestibulares, como na UERJ e na USP) e manutenção dos estudantes carentes e provocando uma real redistribuição da renda nacional. Igual esforço será aplicado a níveis de mestrado e doutorado.

    Introduzir-se-á formação profissionalizante, inicialmente, através das Forças Armadas para todo o contingente potencial anual, homens e mulheres (quadro superior a 2,5 milhões de pessoas), com verbas externas adequadas.

    Como começou a ser feito em todo o País em 2003, esportes de todos os tipos serão oferecidos a milhões de crianças antes ou depois das aulas, para que possam estar livres de pressões malignas e até construírem carreiras esportivas visando a um digno Esforço Olímpico Nacional. Este programa contará com total apoio e estrutura dos 3 níveis de governo e financiado por elevados impostos sobre jogos (bingos sem máquinas) e loterias regularizados.

    Daiane Dos Santos é OURO.

    Transformar-se-á os programas sociais como o Fome Zero e Bolsa Família em alavancas para o crescimento sustentável de comunidades e regiões, com o desembolso de verbas ligado ao incentivo e à exigência de contrapartidas, como educação formal, formação profissional, saúde preventiva e planejamento familiar com controle de fertilidade feito pelas próprias famílias (justo acesso a métodos anticoncepcionais largamente usados pela classe média).

    Com essas contrapartidas, construir-se-á um CÍRCULO VIRTUOSO, levando milhões de excluídos a uma grande Reforma Agrária, e incluindo-os na organização de milhares de cooperativas pelo País. Consequentemente, as grandes cidades sofrerão um positivo processo de emigração (para fora) dos explosivos excessos populacionais atuais, com estímulos. A renda nas cidades poderá voltara a crescer, trazendo novo desenvolvimento e qualidade de vida.

    Com US$ 4 bilhões anuais, será possível atingir um universo superior a 60 milhões de pessoas (em núcleos de 15 milhões de famílias). Tal investimento trará resultados por todos os lados: sociais, educacionais, econômicos (PIB), financeiros e produtivos.

    INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO

    O Brasil possui hoje um estoque de Investimento Estrangeiro Direto (IED) de US$ 236 bilhões (resultado acumulado entre 1990 e 2002), segundo a Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). Porém, em 2003, a entrada foi de US$ 10 bilhões, em tempos de reformas.

    O estoque de investimentos estrangeiros dos EUA é de US$ 1,4 trilhão. O da China já é de US$ 443 bilhões, sendo que recebeu US$ 53 bilhões só em 2002. A China só perde hoje para os EUA, Grã-Bretanha (com 639) e Alemanha (452). Espera-se que a CHINA ultrapasse os EUA antes de 2010.

    China com seus vizinhos.

    O Brasil já ocupa o 8º lugar na lista. Em 1990, detinha apenas US$ 37 bilhões. Entretanto, precisa competir com a China, os EUA e o resto do mundo para subir à 3ª posição até 2020.

    Os incentivos do Brasil a esses investimentos estrangeiros, hoje avaliados em um total de mais de US$ 7 trilhões no mundo, serão o maior indicativo de qual será o caminho do País para o desenvolvimento. Será necessário atrair muito mais que US$ 50 bilhões anuais para que ocorra um forte crescimento e há condições para isso. O Caminho ? Está nas demais áreas aqui tratadas e nos CRÉDITOS DE CARBONO.

    A questão das mudanças climáticas fez surgir no mundo um novo mercado, o de Créditos de Carbono, que pode gerar, em uma só tacada, enormes oportunidades de ganho ambiental, social e econômico para o Brasil.

    Estima-se que o mercado anual de carbono da UE venha a representar mais de US$ 10 bilhões em 2005 devido às extremas mudanças climáticas (a Europa ardeu em seu verão de agosto). O mercado dos EUA deverá valer mais de US$ 20 bilhões anuais e do Japão outros US$ 10 bilhões. O mercado mundial pode ser estimado em mais de US$ 60 bilhões apenas em 2005.

    Em 2010, tal valor poderá ser multiplicado por 3, 5 ou 10. Tudo depende do aumento da temperatura global, causado pela poluição e devastação ambiental, que nunca (em 400.000 anos) esteve tão alta na Terra. Isso provocará um perigoso e também lucrativo efeito em cadeia. Se é um problema por um lado, também é uma oportunidade por outro.

    O Brasil deverá capacitar-se para atrair para si esses Créditos de Carbono em valores explosivamente crescentes, tanto na geração de Energia Limpa como na preservação ambiental e ampliação de suas florestas (veja abaixo em LNN), que absorvem o CO2 e reduzem a temperatura global. Será como atuar na prevenção e na limpeza, ganhando pelos 2 lados, simultaneamente.

    COMÉRCIO EXTERIOR

    Em 2003, o Brasil teve um saldo comercial de US$ 24,829 bilhões. Na simulação do ECONOMIA BR, já a partir de 2005 concentrará todas as atenções empresariais em sua nova cultura exportadora (agressiva, desburocratizada e desonerada de impostos) em todos os campos, visando alcançar os seguintes saldos comerciais futuros até 2020, a valores atuais :

    Saldos Comerciais de Produtos e Serviços - US$ Bilhões

    ANO 2005 / 2008
    AGRO 40 / 110
    MIN 10 / 20
    IND 5 /
    SERV 5 /
    TOTAL 50


    ANO 2005
    AGRO 40
    MIN 10
    IND 5
    SERV 5
    TOTAL 50


    ANO 2008
    AGRO 110
    MIN 20
    IND 15
    SERV 5
    TOTAL 150

    ...

    2012
    290
    40
    45
    25
    400

    2015
    500
    90
    100
    60
    750

    2020
    750
    150
    200
    100
    1.200

    MIN = Minerais (minerais, petróleo, água em granel).

    Para um PIB de US$ 6 trilhões em 2020, o saldo comercial de produtos e serviços será de US$ 1,2 trilhão (20 % do PIB). As exportações serão de US$ 2,1 trilhões contra importações de US$ 900 bilhões. O comércio total será de US$ 3 trilhões, representando exatos 50 % do PIB de 2020.

    Esse comércio de bens e serviços significa que a economia do País estará intimamente ligada ao mundo, ao contrário de hoje, em que representa somente 1 % do comércio mundial. Passará a representar mais de 10 %.

    O Brasil dominará mercados importantes como os de água, alimentos e biocombustíveis (todos beneficiados). Será ainda um grande exportador de produtos de alto valor agregado, devido aos enormes investimentos em inovação e renovação tecnológica, com educação, pesquisa & desenvolvimento, e também à gigantesca escala de produção e trocas com seus parceiros principais : CHINA, Índia & Ásia, África do Sul & África, e Rússia, os PAÍSES BALEIAS, além da América Latina. Some-se possíveis avanços com UE e ALCA.

    AGRONEGÓCIO

    O Brasil vem colhendo 125 milhões de toneladas de grãos (mt) na safra de 2003/2004. Isso resultará em saldo comercial agrícola de US$ 25 bilhões na parcela hoje exportada (previsão para 2004).

    O País explora hoje somente 45 milhões de hectares (mh), devendo atingir quase 50 (>47) mh na próxima safra. Porém, recente relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) revela que o País ainda pode agregar outros 170 mh, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem contar com a Amazônia e um possível futuro Nordeste irrigado. Além disso, deverá ocupar outros 30 mh hoje usados por pastagens para a pecuária.

    Com essas novas áreas, a área total cultivada no País quintuplicará, chegando a 250 milhões de hectares, ou 47 % a mais que os EUA (já no seu limite, além de amplamente subsidiado e protegido), podendo atingir uma produção anual de grãos total próxima a 600 mt.

    Colheita no Brasil.

    Contando-se com a Amazônia (parte mínima dos 5,2 milhões de km2) e com o Semi-Árido do Nordeste irrigado pelo desvio de águas do Norte, como dos Rios Parnaíba e Tocantins (ver abaixo em LNN), e com o manancial hídrico de seu subsolo (aqüíferos), além de constantes e inestimáveis avanços de produtividade e genética, chegarão tais estimativas a 1 bilhão de toneladas (bt) por ano. Esse montante representa a multiplicação das colheitas atuais por um incrível fator de 8 até 2020, em apenas 17 anos.

    A crescente e explosiva demanda por alimentos no mundo, a falta de água em muitas regiões produtoras e a necessidade de biocombustíveis, ou combustíveis renováveis (caso do óleo de soja, girassol e mamona e do álcool da cana) nos países ricos, em obediência ao Protocolo de Quioto (2), com seus CRÉDITOS DE CARBONO, são apontados como os principais motivos para a forte expansão da agricultura brasileira no futuro próximo.

    Em 2004, o mundo está consumindo mais de 2 bt de alimentos, sem contar o montante referente a combustíveis renováveis. Já em 2015 (12 anos), esse consumo deverá ser, pelo menos, 1,5 vezes maior, ou 3 bt. Somando-se os combustíveis renováveis então amplamente difundidos pelo mundo e calculados em 1 bt, chega-se a um consumo agregado de 4 bt.

    O Brasil estará aumentando sua produção a passos gigantescos, a caminho de 1 bt de grãos anuais (em 2020), porém, a produção mundial não terá conseguido acompanhar o crescimento para 4 bt em 2015, sendo que, em muitas partes, entrará em colapso por causa do aquecimento global e a falta de água (China, Índia e EUA), além de outros recursos, passando a existir revoltas e guerras em muitos países e regiões. Os preços dos alimentos e biocombustíveis explodirão.

    O Worldwatch Institute - WWI-UMA (grãos) (águas) argumenta hoje que a futura competição mundial pela água provavelmente ocorrerá nos mercados mundiais de grãos, pois seus exportadores são, efetivamente, exportadores de água (utiliza-se 1.000 toneladas de água para produzir 1 tonelada de grãos), em crescente déficit no mundo.

    Os lençóis freáticos já estão caindo, continuamente, nas principais regiões produtoras de alimentos – a planície norte da CHINA (responsável por 1/3 da colheita de grãos do mundo), o Punjab na Índia (celeiro de quase 1,1 bilhão de pessoas) e o sul das Grandes Planícies dos Estados Unidos (que faz deles os ainda maiores exportadores mundiais de grãos). Satélites dos Estados Unidos revelam que milhares de lagos no norte chinês literalmente desapareceram e surgiram perigosas nuvens de Poeira da China. Tudo isso levará a uma explosão mundial nos preços dos alimentos.

    "Um 11 de Setembro Ambiental será
    um evento catástrófico próximo, que
    virá na forma de uma alta maciça
    no preço dos alimentos, causada
    pela queda na produção de grãos
    da China, resultado do aquecimento
    global e da escassez de água."
    Lester Brown - WWI


    No meio disso tudo, o incomensurável mercado chinês cresce meio Brasil (85 milhões de pessoas) a cada ano. Seu atual mercado consumidor estimado em 400 milhões de pessoas (de 1,3 bilhão de habitantes) já é maior que Brasil e Estados Unidos juntos. Desde os anos 90, a CHINA cresce a uma média anual superior a 8%. Até 2015, terá quadruplicado sua economia e terá mais de 1,5 bilhão de consumidores, com real poder aquisitivo. Sozinha, deverá estar importando mais de 2 bt ao ano antes de 2020.

    Atualmente, o Brasil produz somente 6,25 % do consumo mundial (125 mt / 2 bt). Em 2015, poderá estar exportando excedentes de 20 % desse consumo (800 mt / 4 bt), tornando-se líder absoluto do mercado mundial. Seguirão a Argentina e a Austrália (se não virar um deserto, pois está ameaçada).

    Colheita no Brasil.

    O saldo comercial do agronegócio brasileiro poderá atingir a cifra anual de US$ 500 bilhões a partir de 2015, ou 20 vezes o saldo atual (500/25). Os preços agrícolas serão, pelo menos, 3 vezes superiores aos atuais (de US$ 200 para > US$ 600 a tonelada em valor presente). Daí para 2020, o saldo crescerá em 50 % somente pelo lado dos preços. Isso estará puxando e alavancando todo o resto da economia para patamares ainda muito superiores.

    Enfim, já a partir de 2004 o Brasil deverá começar a tirar o justo partido do fim de subsídios de US$ 300 bilhões para a agricultura no Hemisfério Norte (EUA, UE, Japão e até da China) e da necessidade dos países ricos atenderem ao Protocolo de Quioto (redução de emissões de CO2) pelo desenvolvimento ambientalmente amigável, adicionando mais e mais combustíveis renováveis a suas hoje poluentes matrizes energéticas e disponibilizando mais e mais CRÉDITOS DE CARBONO.

    BIOCOMBUSTÍVEIS

    A maior parte do petróleo consumido no mundo deverá ser misturado e substituído por combustíveis renováveis (não-convencionais), a médio e a longo prazo. Portanto, biocombustíveis como o álcool e o biodiesel representarão ao Brasil um saldo comercial superior a US$ 100 bilhões em 2015, dentro do saldo acima. Este será o valor pago pelo mundo industrializado e poluidor para que sejam atingidas as crescentes metas de redução de suas emissões de carbono, que aquecem o Planeta.

    Como exemplo disso, o Japão acaba de aprovar legislação permitindo a mistura de até 10 % de biocombustíveis à gasolina. No mundo, só o Brasil poderá atender a esta demanda hoje estimada em 7 bilhões de litros (bl) de álcool anidro por ano.

    Como a safra 2003/04 no Brasil foi de 14 bl de álcool, apenas o mercado japonês representará em 5 anos um acréscimo anual de 50 % na produção nacional, indo a 21 bl. Com o resto da Ásia e a China seguindo o mesmo caminho, a produção nacional de álcool deverá triplicar até 2008 (42 bl). E isso se o percentual de mistura ficar em 10 %, modesto se comparado aos 25 % praticados internamente. Com 25 %, a demanda passaria de 100 bl ao ano, algo simplesmente inimaginável hoje. Isso deverá ser muito caro.

    Outro biocombustível, o biodiesel será um dos combustíveis do futuro, por ser um éster de óleo vegetal, portanto, de origem renovável, sem poluir a atmosfera.

    O Brasil passará a ter saldo comercial acima de US$ 1 bilhão em petróleo a partir de 2006 (Petrobras já teve pequeno saldo positivo de US$ 200 milhões em 2003), passando a ser grande Player mundial a partir de 2008, e tendo vendas mundiais anuais acima de US$ 20 bilhões em 2015.

    Paulatinamente, passará a fazer somente venda casada de biocombustíveis já misturados à gasolina, com maior valor agregado, antes que terceiros o façam. O disputado fornecimento desses verdadeiros combustíveis redutores de carbono também estará associado à venda de veículos aqui produzidos, e por indústrias com capitais eminentemente NACIONAIS.

    INFRA-ESTRUTURA & LOGÍSTICA

    Investir em Parcerias Público-Privadas (PPP) mais de US$ 200 bilhões entre 2006 e 2015 (10 anos) e mais US$ 300 bilhões até 2020 (5 anos), garantirá o suporte básico para todo o desenvolvimento econômico e social para o Brasil atingir o almejado PIB de US$ 6 trilhões até 2020.

    Serão construídas as ligações nacionais e internacionais, de regiões e países da América do Sul, levando a mais produção e escoamento em todas as direções necessárias, como as saídas para o Pacífico (Chile e Peru) e Caribe (Venezuela).

    O transporte inter-modal será privilegiado, com interligações de ferrovias, rodovias, hidrovias, juntamente com a cabotagem e o transporte aéreo continentais. A grande revolução será a LNN :

    Portos (Ministério dos Transportes)

    LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN)

    A LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN) é um processo necessário para o desenvolvimento sustentável de ambas as Regiões, pois uma tem ÁGUA (sem homens) e a outra tem CIVILIZAÇÃO (desertificando).

    Juntas, detêm o maior potencial sinérgico em todo o Planeta, que luta para reduzir as emissões de carbono (feito por biocombustíveis) e também para limpá-las (feito pelas florestas). Aqui poderão ser investidos os futuros CRÉDITOS DE CARBONO do mundo.

    A irrigação do Nordeste é fundamental para o futuro sucesso de qualquer Plano de Nação que se desenhe. Importa saber qual caminho deve ser percorrido para atingir-se a melhor relação custo x benefício, ou seja, atingir-se um nível de excelência nos resultados a partir de investimentos escassos e preciosos, tanto quanto a água do Semi-Árido (futuro deserto) o é, nessa situação.

    A transposição das águas do Rio São Francisco (Velho Chico) é a melhor, mas não a única opção de desenvolvimento com irrigação, já que somente um dos reservatórios subterrâneos existentes no NORDESTE possui um volume de 18 bilhões de m3 úteis (reposto pelas chuvas), volume suficiente para abastecer toda a atual população brasileira por um período de, no mínimo, 60 anos. Esses aqüíferos deverão ser explorados de forma cautelosa, porém intensiva dentro dos limites de reposição.

    Além disso, a AMAZÔNIA (com 5,2 milhões de km2), dona de 1/3 das florestas e da maior reserva hídrica do mundo, poderá assistir fortemente na irrigação do Nordeste, simplesmente :

    AMPLIANDO-SE.

    Somente o Rio Amazonas despeja, diariamente, mais de 10 % de toda a água doce do planeta no Oceano Atlântico, o que é um desperdício monumental, tanto de água como de biodiversidade, que poderia somar-se e adaptar-se à da Caatinga, multiplicando-se as duas e trazendo riquezas ambientais, econômicas e sociais.

    Parcela dos recursos hídricos do Norte será dirigida e utilizada até o Nordeste através de NOVOS GRANDES CANAIS de irrigação e transporte, em um sistema inédito de transposições com rios de diferentes BACIAS HIDROGRÁFICAS (2) (3).

    Também serão aproveitados Rios de Bacias mais próximas, como o Rio Tocantins (com 12.000 m3/s) da Bacia Tocantins-Araguaia e o Rio Parnaíba da Bacia Atlântico Norte e Nordeste. Estes abastecerão e alimentarão a Bacia do São Francisco (hoje com apenas 2.800 m3/s) e a própria Bacia do Nordeste, criando assim uma forte matriz para os GRANDES CANAIS da LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE.

    Este SISTEMA DE GRANDES CANAIS (SGC) percorrerá diferentes caminhos pelas 2 Regiões, Norte e Nordeste, e serão integrados para compensações de equilíbrio. Com isso, o SGC será o braço principal de milhares de mini-canais de irrigação e ainda suportará a formação de longas hidrovias, como engenhosamente executado há séculos (sem os presentes recursos de engenharia) no Grande Canal da China (2) (3), um gigantesco sistema de irrigação, construído há quase 1.400 anos (486 a 610 DC).

    Trata-se do mais longo canal artificial do mundo, com 1.795 km, ligando Hangzhou na Província de Zhejiang (Sudeste) a Pequim (Nordeste), com as águas do 3º rio mais longo do mundo, o Yangzi. Possui 24 docas e 60 pontes. Ele será estendido agora no início do Século XXI de Hangzhou para Nimbo (também na Província de Zhejiang), completando 5.000 km.

    Por séculos, serviu para transportar grãos produzidos no Sul para Pequim. Fazendo esse comércio pelo interior, os chineses evitavam os piratas que infestavam o litoral.

    O Grande Canal da China.

    No Brasil, essas hidrovias de GRANDES CANAIS estarão conectadas em um magnífico sistema de transporte inter-modal, interligando toda a Nação, o Atlântico e saídas para o Pacífico, que será o Sistema de Transportes Brasileiro (STB) interligado ao Sistema de Transportes do AMERCOSUL (STAM).

    Hidrovias (Ministério dos Transportes)

    Para tal, será implementada a ferrovia TRANSNORDESTINA, interligando todos os grandes portos do Nordeste (Itaqui, Suape e Pecém) aos do Norte, e terá extrema utilidade a controvertida Rodovia TRANSAMAZÔNICA, alongada ao Nordeste, a qual deverá cumprir seu papel original de levar o Nordestino a ocupar a Amazônia, integrando-a ao Brasil para sempre. Também passará a ter o papel de desenvolver a Macro-Região continental NORTE-NORDESTE.

    Vista parcial do Terminal Portuário do Pecém.

    Tendo o STB, o SGC e os Aqüíferos, o NORTE e o NORDESTE INTERLIGADOS produzirão com sinergia em menos de uma década mais do que CINCO CALIFÓRNIAS, a região mais rica dos Estados Unidos (e também irrigada). Isso já deverá ser necessário para atender aos dois grandes mercados do futuro próximo: a CHINA (e a Ásia) e os CRÉDITOS DE CARBONO.

    O NORTE e o NORDESTE desistirão de crescer como eternas ilhas separadas de competência e terão enorme sucesso global como um ARQUIPÉLAGO DE EXCELÊNCIA, formando a futura LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE e garantindo sua soberania ao Brasil.

    Com ÁGUA, CIVILIZAÇÃO, e um gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO, inigualável no Planeta, a LNN fará aumentar a produção brasileira de grãos, somente na Região, anualmente, para (hoje) inimagináveis 400 MILHÕES DE TONELADAS.

    Em suma, possível perda parcial de florestas do NORTE (Amazônia) e a desertificação do NORDESTE (Semi-Árido) não serão mais o PROBLEMA, pois unindo-se ambas as Regiões com a LNN, haverá ainda mais florestas (manejadas para a redução do carbono mundial) e a ameaça de desertificação estará eliminada. Esta é a SOLUÇÃO para o sucesso do Brasil e para a fome no Mundo.

    Uma informação impressionante, que serve para alimentar o desejo para tal projeto e indicar o caminho, é que até a SOJA começa a ser plantada no Semi-Árido do Nordeste, em Limoeiro do Norte, irrigada com o sistema de pivô central, experiência que já está sendo espalhada por toda a Macro-Região com o uso do SGC.

    INDÚSTRIA DE PONTA

    Como Indústria de Ponta não deve-se considerar somente indústrias de eletrônicos (exemplo), mas todas aquelas que dela se utilizam. Nesse contexto, incluem-se as indústrias aeronáutica e automotiva.

    Todo o estímulo deverá ser dado à indústria brasileira de autoveículos e de máquinas agrícolas, que fechou 2003 com vendas externas de US$ 5 bilhões, US$ 1 bilhão acima de 2002. A própria Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) projeta que o País deverá estar exportando US$ 8 bilhões em 2005.

    Com a universalização do Protocolo de Quioto, novas tecnologias de biocombustível, como o biodiesel (de mamona, soja, girassol, etc) e o novo motor flex-fuel (gasolina e álcool), representarão a fantástica alavanca para o País buscar patamares de exportações acima de US$ 20 bilhões ao ano para seus veículos, além de novos patamares também obtidos com os próprios combustíveis redutores de carbono, que moverão esses veículos.

    Em uma abordagem mais ampla, até a indústria alimentícia do futuro será considerada como de ponta, quando o clima mudar o mundo e novas e urgentes necessidades despontarem. Esse será o desafio do Brasil.

    BIBLIOGRAFIA

    1) Livro com download gratuito - de Lester Brown, fundador do WWI : WWI-Worldwatch Institute / UMA-Universidade Livre da Mata Atlântica.

    ECO-ECONOMIA - Uma Nova Economia Para a Terra


    2) Estudo elaborado pelo Banco de Investimentos Goldman Sachs sobre as maiores economias do mundo em 2050. Página conduz ao download de 508 kb em PDF (importante conhecer) :

    BRICs - Brazil, Russia, India and China

    O mundo sempre esteve dividido em grupos, polarizado, com objetivos comerciais e de acesso a mercados. Acordos comerciais e econômicos são uma tradição da humanidade e no Século XXI as Alianças Estratégicas serão cada vez mais estimuladas, procurando-se alcançar um planeta multipolar e mais seguro.

    Enquanto o Brasil atual procura o mundo para exportar com todo seu vigor, formalizando diversos acordos em uma inédita movimentação mundial em 2003 e 2004, também prepara-se para ser a grande potência mundial no Agronegócio em um futuro de seca generalizada, petróleo caro e fortes mudanças econômicas.

    O Brasil vem buscando associar-se comercial e estrategicamente com os outros países do Estudo BRIC da Goldman Sachs (Brasil, Rússia, China e Índia), além da África do Sul, que já faz parte da Aliança do G-3, que também inclui a Índia, pois todos têm complementaridade entre si.

    Portanto, essa iniciativa do Brasil em relação à China aponta no sentido de consolidação de um novo e promissor eixo de intercâmbio comercial, econômico, tecnológico e científico de um novo e promissor G-5.

    Em 24 de maio, o Presidente Lula desembarcará em Pequim para dar mais um impulso a essa associação e a uma relação diplomática de 30 anos. Enorme comitiva de empresários, banqueiros e potenciais investidores - estimada em 400 participantes - estará acompanhando a visita presidencial.

    Em seu programa de rádio de 17 de maio, Lula disse: "Esta viagem demonstra a certeza que têm o governo brasileiro e os empresários de que esta parceira estratégica que vamos fazer com a China pode ser muito importante para a economia brasileira".

    As conveniências para ampliar essa relação são facilmente identificáveis tanto para China, quanto para o Brasil. Mas o caminho a percorrer é longo. As exportações brasileiras para a China, apesar de estarem crescendo em grande ritmo ainda são ínfimas. Conta-se nos dedos as empresas brasileiras presentes em território chinês. Os empresários chineses vendem muito aqui, mas ainda não há significativos investimentos diretos no país. Mas esse é o FUTURO.

    PAÍSES BALEIAS

    Uma grande Aliança Estratégica, englobando interesses comerciais, econômicos, tecnológicos e científicos entre os 5 Países BALEIAS - Brasil, China, Índia e Rússia - e mais África do Sul, vem sendo estruturada por seus governos desde 2003.

    Em setembro de 2003, o Presidente Lula confirmou intensas negociações para a criação do bloco. Uma Aliança Estratégica entre Brasil e China estará sendo anunciada nesta viagem presidencial em maio de 2004, talvez já incluindo a China no G-3 (G-4). O próximo passo do grupo será incluir a Rússia (G-5).

    Principalmente a integração econômica entre eles será interessante para todos, pois são complementares em sua grandeza. Esta ALIANÇA DOS PAÍSES BALEIAS promete revolucionar o mundo como hoje conhecemos, pois juntos formam o mercado gigante do futuro, com escala formidável e até inimaginável hoje.

    COMPLEMENTARIDADE COM A CHINA

    Em novembro de 2003, o Brasil propôs à China formar uma comissão de alto nível para estudar estratégias de parceria na área do agronegócio. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, disse ao vice-ministro da Agricultura da China, Qi Lingfa, que a iniciativa se encaixaria no planejamento de longo prazo do governo de Pequim.

    Embora seja um gigante em extensão territorial, a China dispõe de uma parcela relativamente pequena de terras agricultáveis (sendo o maior produtor mundial), pois sua geografia é marcada por cadeias de montanhas e vastos desertos. Já o Brasil, além de contar com a melhor e mais eficiente agricultura tropical do mundo, ainda dispõe de milhões de hectares a serem explorados.


    Em suma, casam-se a expansão da área agrícola no Brasil, com o crescimento da demanda da China por alimentos e energia (álcool e biodiesel). Estuda-se montar um plano estratégico de 10 a 15 anos para apoiar o programa de desenvolvimento rural em ambos os países com base na complementaridade de interesses. Tal planejamento abrangeria apenas nas áreas de alimentos e energia produtos como café, carne, açúcar, algodão, milho, tripa suína, frutas, álcool e biodiesel.


    Contudo, a exploração da complementaridade das economias brasileira e chinesa – e isso se aplica também à russa, à indiana e à sulafricana – pode ir muito além e em muitas outras áreas, como a industrial. Diversos passos nesse sentido vêm sendo cada vez mais registrados com a formação de "joint ventures" de capitais nacionais com empresas desses países e seus governos estão cientes do esplêndido potencial.


    Essa virada no relacionamento entre o Brasil e a China, que saem de uma relação meramente diplomática e comercial para uma fase de expansão dos investimentos, está sendo acompanhada de um conjunto de propostas. A China quer reduzir sua dependência dos fornecedores e prefere associar-se a eles para garantir qualidade, preço e fornecimento a longo prazo.


    Prospecta parceiros mundo afora para garantir suas demandas por matérias-primas e estancar seus suspiros inflacionário, pois a classe média vem consumindo como nunca e a inflação em abril chegou ao incrível patamar de 3,8 %.



    GRANDES PROJETOS - A LOGÍSTICA


    O Brasil pretende dobrar sua produção de grãos para atender a demanda da China, partindo para a ocupação do Centro-Oeste e gerando empregos em massa. Como existe muita dificuldade de infra-estrutura para a saída de mercadorias e o transporte acaba encarecendo os produtos, planeja-se a construção de 2 CORREDORES PARA O PACÍFICO, sendo uma rota para o Peru e outra para o Chile.

    Ao criar esses eixos de exportação via Oceano Pacífico, o Brasil encurtará os caminhos para enviar produtos para a China e a Índia, reduzindo os atuais custos de transporte e logística. Atualmente, a soja produzida no Centro-Oeste é levada em caminhões aos portos do Sul e do Sudeste, opção já hoje saturada.


    Tal projeto será implementado pela iniciativa privada com recursos da ordem de US$ 9 bilhões. Além de construção de estradas para permitir que as mercadorias sejam escoadas pelo Oceano Pacífico, o projeto inclui a criação de estradas e a reforma de portos no Peru. Países da Comunidade Andina também estão interessados no projeto, que foi apresentado em 2003 ao Conselho Nacional de Desenvolvimento.



    CHINA - A POTÊNCIA DO FUTURO


    A China é hoje um caso exemplar de pujante crescimento econômico para o Brasil e todo o mundo. A locomotiva chinesa acumula expansões sucessivas em seu PIB nos últimos 23 anos, com uma média de crescimento de 9 % nos últimos anos. Sua agricultura é a maior do mundo, produzindo 20 % de todos os grãos, 30 % de todos os legumes e 28 % de toda a carne do planeta.


    Suas exportações saltaram de pouco mais de US$ 18 bilhões em 1980 para US$ 438 bilhões no ano passado. Acumula reservas internacionais de impressionates US$ 582 bilhões, é responsável por 7 % do consumo mundial de óleo cru, por 31 % de carvão e por 27 % de aço. Sua indústria é a 4ª maior do planeta, atrás apenas dos EUA, Japão e Alemanha. Por enquanto.


    Os contrastes sociais são semelhantes aos brasileiros, porém em escala grandiosa. De sua população de 1,3 bilhão, 250 milhões vivem com padrão de classe média alta. Outros 300 milhões ainda estão abaixo da linha de pobreza. A renda per capita é de apenas US$ 1.131. A brasileira é de US$ 2.855, também baixíssima. O desemprego é baixo e os salários também o são; e as relações trabalhistas têm poucas garantias e direitos.


    A China tem uma das civilizações mais antigas do mundo e nasceu na grande planície banhada pelo Rio Amarelo. Passou por 19 dinastias. Nas dinastias Han e Tang, épocas prósperas da sociedade feudal chinesa, as técnicas agrícolas, artesanais e a construção naval tiveram grande desenvolvimento. Foi invadida pelos japoneses na 2ª GM e desde 1949 é um país comunista.

    Nome: República Popular da China (RPC)
    Dados da CIA sobre a CHINA


    Área: 9,5 milhões de km2
    População: 1,3 bilhão, sendo 62% rural e 38% urbana
    Densidade populacional: 136,3 habitantes por km2
    Área plantada: 130 milhões de hectares

    Governo: Partido Comunista da China (fundado em julho de 1921)
    Moeda: Renminbi (RMB) yuan
    Cotação - US$ 1 = 8,28 yuan / R$ 1 = 2,87 yuan

    População economicamente ativa: 750 milhões (58 % em 2002)

    Desemprego: 10% na zona urbana

    Inflação: 1% em 2003 / - 0,8% em 2002 / 0,7% em 2001

    PIB: US$ 1,4 trilhão - 6º maior do planeta. França e Reino Unido devem ser ser ultrapassados no biênio 2004/2005

    IED - Investimento Estrangeiro Direto em 2003 - US$ 53,5 bilhões
    Estoque Total de IED - US$ 443 bilhões
    Grau de abertura da economia - 60 %
    Entrou para a OMC em 2001

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