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    Se você quiser ganhar dinheiro fácil, funde uma ONG de esquerda. Chove dinheiro..

    Se você quiser ganhar dinheiro fácil, funde uma ONG de esquerda. Chove dinheiro. Por isso elas estão se propagando como rato. Invente um título bem genérico e apelativo, como "Instituto de Combate à Desigualdade Social", ou, mais amplo ainda, "Instituto Latino Americano", Instituto de Estudos Socio-Economicos “. Alugue uma ou duas salas bem situadas, equipando-as com o que houver de mais moderno. Abra um site na internet. Registre-a como entidade não lucrativa, claro. Nomeie uma diretoria, da qual você é o presidente. E basta. Os objetivos declarados serão tão abstratos e imprecisos quanto inatacáveis:”combater a desigualdade social “, lutar contra a discriminação racial, ou de "gênero", "assessorar projetos sociais", etc. etc. Generosas contribuições virão de todo o mundo. Desde poderosas fundações capitalistas, até ministérios governamentais, igrejas, rotaris, leões, maçonarias. Aquele casal de velhinhos aposentados, lá na Holanda ou Dinamarca, se compadece ao ver as usuais fotos artísticas de crianças famintas, feitas um tanto indistintamente na Somália ou no Nordeste. Farão sua contribuição cegamente, confiando naqueles jovens idealistas das ONGS e seus slogans. Aquela senhora de uma comunidade evangélica canadense, que não tem a quem deixar economias de uma vida inteira, não fará perguntas quando sua igreja apelar para sua generosidade. São milhares de pequenas doações, que acabam resultando em respeitável volume. Tais recursos correm para organismos internacionais, que por sua vez os transferem para ONGS locais, na suposição de chegarem a seu destino intencionado.

    Mas como comprovar serviços, caso necessário?

    Simples. Para isso existem os convênios, ou cooperação complexa entre as Ongs, que se subcontratam indefinidamente. Cursos, projetos, seminários, são "terceirizados" entre elas. Um órgão da CNBB, por exemplo, podem assumir "cursos de cidadania" para inúmeras outras congêneres. Receberá para tanto uma porcentagem dos recursos daquelas, suas intermediárias. A maior parte dos recursos, porém, será apropriada pela própria "nomenklatura" das organizações. Os proventos destes burocratas "idealistas" são de fazer inveja.

    Assim funcionam milhares de ONGS de esquerda.

    Perguntado à diretora de uma dessas Organizações - Juíza de Direito - de onde vinham seus recursos financeiros, respondeu não saber, pois que tal assunto não era de sua esfera. Resposta típica da maioria de seus integrantes, manipulados que são por eminências pardas pouco visíveis.

    Brasília hoje abriga cada vez mais ongs deste formato, e é o melhor emprego que um jovem universitário pode encontrar. Esporadicamente se apresentam em eventos festivos, onde fazem seu discursinho oco, clamando contra o eterno "neo-liberalismo", enquanto forram seus bolsos com os melhores salários da cidade.

    Quem ousaria fazer um levantamento sobre o número, objetivos, integrantes, ramificações e financiamento desse fenômeno?

    Mas até aí tudo bem. Existem ONGS também transparentes e com excelentes Serviços.

    A raiz do problema está na esperta exploração da ignorância do público externo sobre nossa realidade. O europeu ou o americano médio tem um imaginário defasado e simplista do que se passa na América Latina, ou da África, se quiser. Para esse grande público somos aquela sociedade dividida entre uma minoria milionária e corrupta e uma massa miserável e explorada. Ora, as ONGS denunciam isso e se apresentam como um esforço de mudança desse quadro. Mas o quadro completo é sonegado Aquele em que se vê uma sociedade moderna, uma classe média numerosa e crescente, uma elite preparada e responsável. Aquele em que se faz a autocrítica de nossos vícios, da indolência e da indisciplina. Disso ignoram, e dessa ignorância a esquerda aproveita e ainda propaga.

    A solução que perpassa toda a retórica da esquerda é a da intervenção estatal, dos remédios Políticos, dos controles burocráticos, dos planos de desenvolvimento. A via da liberdade de mercado, do estimulo ao empreendedorismo, do espírito capitalista, é escamoteada, é mesmo condenada. E o generoso público mantenedor das gordas Ongs parece não perceber ou não querer perceber isso. Para felicidade dos oportunistas - esquerdinhas de salão - que, transvestidos de bom samaritanos, bem sabem explorar essa mina de ouro.

    Outra fonte de abundantes recursos para movimentos e partidos de esquerda são as inúmeras associações profissionais e sindicatos. Agora mesmo, maio de 2002, veio à tona o escândalo da ASEFE, espécie de Plano de Saúde do professorado do Distrito Federal. A entidade, mergulhada em dívidas milionárias, desviava recursos, anos a fio, para campanhas eleitorais de partidos de esquerda. Uma desavença interna provocou a denúncia, de algo que se podia apenas supor até então. O empreguismo de militantes e o sistemático saque à caixa eram "normais". No rastro deste escândalo descobriu-se, mesmo com uma impresa visivelmente à contragosto, que o mesmo abuso se verificava nos sindicatos dos médicos e dos rodoviários. Tão generalizada é tal prática, francamente ilegal, que seus acusados certamente não percebem o motivo de escândalo. Têm como natural tal promiscuidade. Afinal, são recursos da classe assalariada, pensam. E aí não se distinguem fins específicos de suas instituições, quando seus objetivos coletivos são do interesse de todos. Os sindicatos têm em suas mesas diretoras potenciais vocacionados para a política, que não se acanham em usar e abusar dos recursos de suas entidades para chegar ao poder.

    O autor é Mestre em História pela Universidade do México, Doutor em Ciência Política pela Universidade Columbia na Alemanha, Professor aposentado pela UNB e Diretor Executivo do Instituto Liberal de Brasília.

  • #2
    se for ser analisado a fundo as ONGs "não prestam" aos objetivos a que se propoem e estao sob suspeita como qualquer orgao publico ou politico.
    qual ONG é 100% honesta?
    ONGs de direita , de centro,e de esquerda todas marketeiam enfim os mesmos objetivos: angariar fundos e movimentam ações de interesse sabe-se la de quem?
    alguns dizem que elas são pragas na era moderna. não sei não :? :evil:

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    • #3
      Candura fingida

      Olavo de Carvalho, descreve o imenso cinismo esquerdista em torno da rede global de ONGs milionárias que atuam em favor da causa socialista.

      © 2004 http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=2098


      A opinião pública vem se firmando como ator capaz de redirecionar o cenário político", afirma a escritora Rosiska Darcy de Oliveira em artigo recentemente publicado, no qual tenta induzir os brasileiros a pressionar o eleitorado americano para que vote em John Kerry, o candidato preferido da Coréia do Norte, do Vietnã, do Hamas, da Al-Qaeda e dos militares chineses.

      O exemplo que ela aponta aos nossos compatriotas vem da Espanha. Não da Espanha heróica e desbravadora do século XVI. Nem mesmo da Espanha nobremente suicida da Guerra Civil. Vem daquela outra Espanha passiva, acovardada, sonsa e desprezível -- súbita reencarnação da "España miserable" de Antonio Machado --, que, hipnotizada pela articulação sinistra das bombas assassinas com uma bem planejada blitzkrieg midiática, se lançou de joelhos ante a voz de comando do terrorismo internacional. "Nas eleições espanholas após o atentado terrorista de Madri, em vinte quatro horas, usando celulares e a rede da internet, os eleitores falaram entre si, desmontaram a farsa oficial veiculada pela grande mídia e tiraram do poder o primeiro-ministro que enganara a nação."

      É um dos parágrafos mais cínicos e mentirosos que tenho lido na imprensa nacional. Dona Rosiska pretende fazer-nos crer que a rede de ONGs bilionárias, muitas delas comprovadamente associadas com a estratégia terrorista, que planejam e direcionam o fluxo de informações na mídia internacional, não existe, não age, não influencia coisa nenhuma. Em lugar dela, aparece o personagem anônimo e impessoal chamado "opinião pública" ou "os eleitores", o qual, miraculosamente, se arregimenta, se articula, se organiza por iniciativa espontânea e, em vinte e quatro horas, está pronto para a ação unitária destinada a mudar o curso dos acontecimentos. Se essa mudança ocorre no sentido desejado e planejado pelos terroristas, se ela realiza milimetricamente o projeto exposto com meses de antecedência em comunicados internos da Al-Qaeda, isto é apenas mais uma coincidência que vem se somar à inocente conjunção de acasos. E, se essas duas linhas de força convergem por sua vez para engrossar a corrente de vociferações anti-americanas dominante na grande mídia de Madri, de Paris, de Berlim e de Nova York, isto não só acontece igualmente sem premeditação alguma, mas também não constitui objeção a que Dona Rosiska pinte o empreendimento todo como uma heróica reação de cidadãos independentes e inermes contra a onipotência do "sistema" organizado e rico.

      Como se o "sistema" não consistisse precisamente na parceria dos organismos internacionais com a grande mídia e a organização da militância radical na cerrada malha de ONGs ativistas que cobre todo o planeta e num instante faz ecoar suas palavras-de-ordem em todas as redações, segura da uniformidade das opiniões no dia seguinte.

      Como se a mesma mídia que Dona Rosiska finge denunciar não tivesse tido um papel de destaque na condução "espontânea" das massas para a genuflexa rendição à prepotência dos terroristas.

      Como se a existência e funcionamento das "redes" fossem totalmente desconhecidos, como se não fossem objetos de uma detalhada bibliografia acadêmica, como se na mesma internet não circulasse desde 1996 uma obra como The Advent of Netwar, de John Arquilla e David F. Ronfeldt.

      Como se o oceano de dinheiro público e privado que engorda essa máquina infernal de propaganda pudesse ser ocultado dos leitores e já não estivesse bem exposto aos olhos de todos em sites como activistcash.

      Como se a própria dona Rosiska, desde os tempos em que servia ao mestre manipulador Paulo Freire até a época mais recente em que passou a brilhar nos altos círculos do "beautiful people" nacional e internacional, não tivesse feito toda a sua carreira dentro e sob a generosa proteção desse sistema, ignorando portanto candidamente a existência dele e não tendo, pobrezinha, outra maneira de explicar os resultados espetaculares de suas ações globais senão o apelo pueril a uma hipótese mágica.

      Nunca a realidade foi tão simetricamente invertida, nunca a astúcia sagaz dos manipuladores se camuflou sob tão cândida inocência. Compreendo que Dona Rosiska faça tanto sucesso hoje em dia. Seu discurso é um resumo vivo do modelo brasileiro de honestidade intelectual.



      Comentário do historiador Carlos Azambuja: "A dona Rosiska nos anos 70, quando auto-exilada em Paris (coitada...), integrava a Frente Brasileira de Informações, uma criação de Marcio Moreira Alves para divulgar que os comunistas e a guerrilha no Brasil estavam sendo reprimidos. Foi uma das indiciadas em um Inquérito Policial Militar que apurou a utilização de malotes do Itamarati Rio/Paris e Paris/Rio para o envio dessas notícias de alto alcance social."

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