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  • ARRANJAR NAMORADO ONLINE

    Alguem sabe de um site onde posso ebcontra um namorado?
    Eu leio sempre que pessoas encontraram seus maridos e esposa online.
    Onde posso tentar? Tem algum chat aqui na Alemanha para isso? Se tiver podem me explicar direitinho como funciona.
    Aqui na Alemanha uma mulher tem que dar em cima do homem e eu nao consigo.
    BEIJINHOS

  • #2
    oi,

    deve ter muitos sim,
    mas em papos com pessoas que conheceram seus pares em sites.
    querocasar.com
    brasil-flirt.com
    suapaquera.com
    uol.com.br
    bol.com.br
    parcristao.com.br
    parperfeito.com.br
    deve haver mais...
    porem acho que tem haver muita combinação...
    quando achamos que sabemos todas as respostas a vida muda as perguntas.

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    • #3
      Tem sim
      www.meetic.de

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      • #4
        .

        Só tem um porém, vai ter que entender o alemao!

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        • #5
          MSN PAQUERA

          Oi gente,

          Eu achei meu futuro marido no link PAQUERA do msn.com.br.

          Apesar que eu nao estava procurando namorado acabei me enroscando novamente !!!

          Abracos
          Vivi

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          • #6
            www.querocasar.de

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            • #7
              O querocasar.com pra mim é o melhor deles. E tem um monte de gatos lá que falam português também. Tenta esse.

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              • #8
                taí uma dica interessante (eu não sabia) ... longo, mas vale a ler, principalmente quem procura companheiro pela 'net' :wink: cuidado e boa sorte!!!

                Pessoas buscam nos parceiros rostos parecidos com o próprio

                Todo mundo conhece o ditado segundo o qual, quando se trata de analisar possíveis parceiros sexuais, os opostos se atraem. Mas no laboratório de David Perrett essa máxima não se aplica. No ambiente tranquilo do departamento de psicologia da Universidade St. Andrews, na Escócia, os semelhantes se atraem, com regularidade repetida. E, embora não aconteça nada de natureza propriamente sexual -o que se vê são apenas estudantes olhando para os rostos de hipotéticos parceiros em telas de computador-, os resultados andam gerando polêmica.

                Perrett é psicólogo cognitivo e conhecido manipulador de rostos humanos. Ele e sua equipe já passaram mais de dez anos colocando pessoas, em geral estudantes, diante de computadores, mostrando-lhes uma sequência de rostos e lhes fazendo perguntinhas simples, mas reveladoras, como "qual destes lhe atrai mais?" Como outros psicólogos, Perrett e sua equipe constataram que uma boa maneira de atrair pessoas é ser mediano.

                Basta juntar muitos rostos e chega-se a um composto destituído de traços fortes, mas curiosamente atraente, que as pessoas valorizam ainda mais do que até mesmo o mais atraente dos rostos individuais. Também como já foi feito por outros psicólogos, eles constataram que podem conseguir índices de aprovação ainda maiores quando exageram alguns dos traços desses rostos medianos e atraentes.

                Basta deixar o queixo e a testa do homem mais pronunciados e seu maxilar maior para ele tornar-se tão sedutor quanto Marlon Brando na juventude. É só deixar o rosto da mulher média um pouco mais plano e comprido, diminuir o tamanho do queixo dela e destacar mais seus ossos malares (pense em Audrey Hepburn), e ela também derrotará a imagem média. Tudo isso sugere que nossos detectores de beleza são calibrados para reagir a um rosto "ideal".

                Freud explica- Mas há um problema. Quando os psicólogos fotografam o rosto da pessoa que está atribuindo as "notas" às imagens, mudam seu sexo com a ajuda de um software e, em seguida, colocam a imagem resultante na tela, as pessoas realmente se "apaixonam" pela versão do próprio rosto com o sexo trocado, sem reconhecê-la como a forma feminilizada ou masculinizada delas mesmas. Simplesmente sentem que há algo naquele rosto que as atrai. E, agora, os cientistas acham que já sabem o que é esse "algo".

                Parece que nos sentimos atraídos por esses rostos não porque eles nos lembrem nós mesmos, de maneira subconsciente, mas porque nos lembram nosso pai ou nossa mãe. Em outras palavras, é possível que exista alguma verdade na idéia freudiana de que aprendemos o que procurar num parceiro ao olhar para os rostos de nossos pais, durante a infância. E, se isso soa como mais uma teoria psicológica esdrúxula, vale a pena parar para refletir. As evidências de que Perrett e sua equipe dispõem até agora podem não ser à toda prova, mas eles acham que encontraram algo que pode influir profundamente sobre a maneira como buscamos nossos parceiros.

                Se for verdade, é uma força que ajudou a moldar a evolução humana. Pode até mesmo ajudar a explicar por que as características raciais variam mais do que seria explicável apenas pela adaptação a ambientes diferentes -idéia que Perrett e sua equipe estão testando agora.

                Muitos leitores podem estar estranhando tudo isso, mas, na realidade, a observação básica de que as pessoas tendem a escolher parceiros semelhantes a elas mesmas não é novidade nenhuma. Os psicólogos sabem há décadas que desconhecidos totais podem juntar pessoas que não se conhecem, baseados só nas fotos dos indivíduos, e formar casais com precisão espantosa.

                O que não estava tão claro era até que ponto a atração entre semelhantes é forte e discriminante. Ela pode nem sempre se mostrar mais forte do que o desejo por aquele maxilar ou queixo perfeito, mas, a julgar pelas pesquisas de Perrett, é uma força que merece ser levada em conta. E é uma força cujo objetivo evolutivo continua a ser mais ou menos um enigma. Certo, então os semelhantes podem se atrair. Mas para quê? Com que objetivo?

                O charme do exagero - O fato de que existem rostos ideais aos quais todos nós atribuímos "notas altas" é mais fácil de explicar. Nos últimos anos, os teóricos evolutivos vêm lançando várias sugestões plausíveis, embora não comprovadas, para explicar por que maxilares fortes e testas proeminentes são tão atraentes no homem, enquanto queixos pequenos e ossos malares destacados fazem tanto para aumentar o poder de sedução feminino. Por exemplo, acredita-se que o maxilar forte seja resultante de um aumento incomum dos níveis de testosterona durante a puberdade.

                Por que isso seria tão atraente? Porque, diz-se, apenas homens dotados de sistemas imunológicos fortes são capazes de tolerar tal aumento acentuado -um maxilar forte seria um sinal externo de boa forma biológica oculta. No entanto, se aplicarmos esse pensamento darwinista à atração especial que, supostamente, sentimos em relação a quem se parece conosco, não teremos resultado nenhum. Afinal, é a diversidade genética, e não a igualdade, que é comumente vista como a chave para a produção de prole em boa forma biológica. Daí os conhecidos perigos da endogamia.

                Não deveríamos, então, ser programados para achar os opostos atraentes? Uma possibilidade é que nossa atração por pessoas que se parecem conosco não é o que aparenta. Há razões de todo tipo, que não guardam relação alguma com a biologia, pelas quais podemos acabar nos unindo a alguém parecido. Exemplo: os casamentos geralmente unem pessoas de religião, nível de ensino e status socioeconômico semelhantes. Ademais, procurar um parceiro significa ingressar num mercado em que as apostas feitas são muito altas e no qual a tática mais segura consiste em escolher -ou aceitar- alguém que ocupa mais ou menos a mesma posição que nós, em termos de grau de atratividade. Buscar uma união com alguém que está muito acima ou muito abaixo de nós nessa hierarquia é algo que só pode terminar mal. Talvez a semelhança percebida dos casais seja reflexo disso: pessoas que estão encontrando seu próprio nível.

                Perrett e sua equipe duvidam disso. Eles dizem que os casais tendem a concordar quanto a uma larga gama de características -como cor dos olhos e força física- que não constituem medidas universais de atratividade. Nesses casos, devemos estar escolhendo parceiros que se parecem conosco... ou membros de nossa família.

                Rostos no espelho - Foi essa percepção que levou a equipe de Perrett a pesquisar se a aparência de nossos pais pode influir sobre nossa escolha de parceiros.

                Para testar essa idéia, os pesquisadores mostraram aos estudantes uma imagem gerada em computador de um rosto mediano em idades diferentes e lhes pediram que atribuíssem notas aos rostos, com base em seu grau de atratividade. Os resultados surpreenderam. Embora todos os estudantes preferissem os rostos mais jovens, aqueles cujos pais tinham mais de 30 anos quando eles nasceram mostravam atração significativamente maior pelos rostos mais velhos.

                Isso não prova que as pessoas estejam reagindo à aparência de seus pais. Além de ter mais rugas, os pais mais velhos frequentemente têm situação econômica melhor. Será isso que torna os rostos mais velhos mais atraentes? É pouco provável. Além de atribuir notas a rostos, os estudantes tiveram que citar uma faixa etária na qual se enquadraria seu "parceiro ideal" -ou seja, o tipo de pessoa com quem gostariam de dividir suas vidas, e não apenas manter relações sexuais. O resultado não foi uma faixa mais velha do que a média para os filhos de pais mais velhos. Isso indica que, no estudo anterior, eles estavam realmente se baseando na aparência, não nos recursos materiais.

                Ao focalizar a idade em seus experimentos, os pesquisadores estavam evitando outro possível perigo oculto. Graças aos genes, temos muitas características físicas em comum com nossos pais. Tantas que de qualquer maneira seria difícil saber se os estudantes aprenderam o que é belo olhando para seus pais ou para eles mesmos, no espelho. Foi por isso que a equipe escolheu a idade. Como nunca poderemos ter a mesma idade de nossos pais, explica Perrett, "não existe o risco de o auto-exame afetar a escolha".

                Não é esse o caso com narizes, queixos e maxilares, que podemos muito bem ter herdado. Assim, provar que estes exercem o mesmo tipo de influência é mais complicado. Mesmo assim, um colega de Perrett, Tony Little, está estudando cores de cabelo e olhos. "Os resultados que tivemos até agora são promissores", diz. Suas descobertas sugerem que nos sentimos mais atraídos por pessoas cujos olhos têm a mesma cor dos olhos de nossos pais -do pai, no caso das mulheres, e da mãe, no caso dos homens. Seria um indício de que o complexo de Édipo descrito por Freud teria uma base biológica? Segundo Perrett, "o surgimento de vieses em relação ao sexo oposto é altamente sugestiva da existência de padrões freudianos".

                Para resolver a questão de uma vez por todas, seria preciso comparar as preferências de pessoas criadas por pais biológicos e pais adotivos. Se Perrett e seus colaboradores tiverem razão, filhos adotivos manifestariam preferência por rostos semelhantes aos de seus pais adotivos. Embora a equipe não tenha planos de testar essa hipótese no momento, existe uma segunda linha de raciocínio, mais distante, à qual podem recorrer.

                A idéia de que aprendemos o que é atraente com nossos pais não é novidade para biólogos que estudam outros animais. Muitos animais aprendem desde cedo, por observar seus pais, com quem devem acasalar. E não é difícil enganá-los. Ao atingir a idade adulta, um pato criado numa família de gansos vai procurar um ganso para acasalar.

                Já se provou que até mesmo os mamíferos sofrem a influência desse processo, conhecido como "imprinting" (marcação) sexual. Em 1998, uma equipe chefiada por Keith Kendrick, de Cambridge, convenceu ovelhas a adotar cabras recém-nascidas e vice-versa. Na idade adulta, quando os animais foram levados a um estábulo e deixados para optar entre uma cabra e um bode ou entre um carneiro e uma ovelha, os animais criados por pais adotivos não hesitaram. "Ficou claro em muito pouco tempo que esses animais optaram por ficar na companhia de e acasalar-se com animais da espécie à qual pertencia sua mãe adotiva", diz Kendrick.

                É claro que o "imprinting", nesses animais, atua num nível rudimentar. Humanos não precisam observar atentamente os pais para aprender a preferir humanos a chimpanzés. Assim, se o "imprinting" acontece com humanos, deve exercer um papel mais sutil, orientando a escolha de parceiro em direção a um "tipo" paterno ou materno.

                Entretanto, mesmo que o faça, isso ainda não resolve o enigma maior de qual pode ser o objetivo dessa sintonia fina de nossos detectores de beleza. O "imprinting" sexual pode explicar como aprendemos a dar preferência a rostos que são semelhantes aos nossos ou aos de nossos pais. Mas qual é o lucro reprodutivo que isso proporciona?

                Para Pat Bateson, da Universidade de Cambridge, uma resposta possível seria que talvez a endogamia nem sempre seja algo tão ruim assim. Acasalar com um parente, em lugar de um estranho total, prende traços genéticos prejudiciais dentro do pool genético de uma população. Ao mesmo tempo, porém, pode conservar combinações de genes que se adaptaram com sucesso ao ambiente local específico em que você vive. Pode, também, aumentar a proporção dos genes que você tem em comum com seus filhos, fazendo com que, desde o ponto de vista de seus genes egoístas, valha ainda mais a pena investir tempo para cuidar deles.

                Por isso, Bateson acredita que seja preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre a exogamia descuidada e a endogamia obsessiva. E, ao menos no caso dos animais, ele crê que esse equilíbrio seja dado pelo "imprinting".

                No início dos anos 1980, Bateson mostrou que codornas japonesas criadas em famílias adotivas com adornos artificiais, como manchas pintadas sobre seus peitos, mais tarde escolheriam parceiros com adornos semelhantes, mas não exatamente iguais. O grau de semelhança preferido era aquele que seria encontrado entre primos-irmãos. À luz desses resultados, talvez não surpreenda que, em muitas sociedades humanas, o casamento entre primos não apenas seja permitido, como também encorajado.

                Nem todos concordam com a idéia de que um pouco de endogamia é uma coisa positiva. Bill Amos, também de Cambridge, mostrou recentemente que, no caso de albatrozes, baleias-piloto e focas, a exogamia é sempre melhor. Entre esses animais, a prole de pais cujo parentesco não é tão próximo sempre é mais fértil. Para Amos, o estranho completo é sempre a opção melhor. Então como ele explica a atração que sentimos por pessoas que se parecem conosco?

                Tudo depende do perigo da endogamia numa população dada, diz, e os perigos são maiores no caso das baleias do que para os humanos. "Na população humana, que cresce geometricamente, os efeitos da endogamia são minimizados", diz. Para Amos, o interessante é que o grau de exogamia na população que faz dessa escolha uma opção segura nem sempre existiu, e ainda não existe em algumas partes do mundo. "Acho que não encontraríamos esse efeito se pesquisássemos uma pequena tribo caçadora-coletora."

                Mas, para o resto de nós, em nosso mundo etnicamente diversificado e dotado de alto grau de mobilidade, os riscos da endogamia podem ser menos importantes. Na realidade, selecionar um parceiro estranho em meio a um mercado tão diversificado pode implicar em perigos genéticos e sociais maiores. Resta ver se estes são suficientes para nos fazer dar preferência inconsciente a pessoas cuja aparência lembra a de nossos pais. Mas, se forem, isso deve servir de algum consolo aos feios.

                Afinal, mesmo que você não possua o maxilar perfeito de um Marlon Brando jovem, existe um caminho alternativo para conquistar o coração daquele alguém. Simplesmente se faça parecer com ela ou ele -ou, melhor ainda, com o pai dela ou a mãe dele.

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                • #9
                  tem que conhecer primeiro bem direitinho viu se nao vai ter problemas como a nossa amiga joana tipo cueca de arroz queimado :lol:

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