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o sonho Olímpico

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  • o sonho Olímpico


    Gustavo Kuerten rebate bola na vitória sobre o norte-americano
    Robby Ginepri, por 2 sets a 0, em sua estréia no Masters Series de Toronto


    Guga vence norte-americano na primeira rodada de Toronto
    Gustavo Kuerten, na estréia do Masters Series de Toronto, venceu o norte-americano Robby Ginepri por 2 sets a 0. A competição serve como 'aquecimento olímpico' para o tenista Brasileiro. As parciais da partida foram 6/1 e 6/4.

    Este foi o primeiro torneio de Guga desde a queda em Roland Garros, em junho. Por causa de sua contusão no quadril, o Brasileiro decidiu dar uma enxugada em seu calendário: até o final da temporada serão apenas mais quatro torneios - o Aberto dos EUA é o último.

    Ginepri, 40º do ranking de entradas, possui apenas um título no currículo. Ele foi derrotado por Guga na única vez em que se enfrentaram anteriormente, no Torneio de Los Angeles, em 2001. Como ocupa somente a 23ª colocação na lista da ATP, o Brasileiro não é cabeça-de-chave em Toronto. Na próxima rodada, Guga vai enfrentar o vencedor do confronto entre o inglês Tim Henman e o argentino Mariano Zabaleta.

    O jogo - Guga fez uma boa partida e venceu Ginepri em apenas uma hora de jogo. No primeiro set, Guga quebrou o serviço de Ginepri com facilidade e desconcentrou o adversário. Depois, o tenista Brasileiro abriu três games de vantagem e fechou o set em 6/1, sacando bem e jogando muito no fundo de quadra. O segundo set foi mais difícil, com Ginepri dando trabalho até o décimo game. A partir daí, Guga assumiu o controle do jogo e quebrou o saque do americano para fechar a partida em 2 sets a 0.


    Outros resultados
    David Ferrer (ESP) x Simon Larose (CAN) 7/5 e 6/2
    Juan Ignacio Chela (ARG) x Xavier Malisse (BEL) 6/3, 5/7 e 6/3
    Fabrice Santoro (FRA) x Juan Carlos Ferrero (ESP) 3/2 (abandono)
    Joachim Johansson (SUE) x Michael Llodra (FRA) 1/6, 7/6 (7/4) e 6/1
    Max Mirnyi (BLR) x Michel Kratochvil (SU 7/6 (8/6) e 7/6 (11/9)
    Cyril Saulnier (FRA) x Daniel Nestor (CAN) 6/3 e 6/4
    Igor Andreev (RUS) x Sargis Sargsian (ARM) 7/5, 6/7 (1/7) e 6/2
    Jan Hernych (RTCH) x Irakli Labadze (GEO) 6/1 e 6/4
    Alex Bogomolov (EUA) x Ivo Karlovic (CRO) 6/4 e 7/6 (8/6)
    Robin Sonderling (SUE) x Thomas Enqvist (SUE) 7/6 (7/2) e 6/3
    Andre Agassi (EUA/N.10) x Tommy Haas (ALE) 4/6, 6/4 e 6/4
    Paradorn Srichaphan (TAI/N.14) x Andrei Pavel (ROM) 7/5 e 6/2
    Igor Andreev (RUS) x Sargis Sargsian (ARM) 7/5, 6/7 (1/7) e 6/2
    Tommy Robredo (ESP) x Hyung/Taik Lee (CDS) 7/6 (7/3) e 6/1

  • #2
    27/07/2004 - 10h20

    Brasil reforça EUA, mas potência não mostra reciprocidade
    Brasileiríssimos no sobrenome, a lutadora Patricia Miranda e o jogador de pólo Anthony Azevedo vão atrás do ouro para os EUA em Atenas-2004.


    Nascido no Rio, Anthony "Tony" Azevedo
    vai em Atenas à sua segunda Olimpíada



    Patrícia Miranda, em foto caseira, antes de
    cortar os cabelos para praticar a luta livre



    Já a pentatleta Samantha Harvey, que apenas balbucia algumas palavras em Português, quer a glória olímpica vestindo verde e amarelo, sem pretensões de medalha.

    Parece que eles erraram de delegação, mas, na verdade, eles são os mais recentes integrantes da galeria dos "VIRA-CASACAS" entre Brasil e os Estados Unidos.

    A máxima figura nesse quesito é sem dúvida a nadadora Gabrielle Rose, Brasileira em Atlanta-1996 e norte-americana em Sydney-2000. Moradora de Memphis (Mississipi), ela virou brazuca para fugir da competitiva seletiva dos EUA em 1996, mas depois disse "sorry" para a CBDA, que entidade que gere a natação no Brasil.




    O brasileiro Tomas Hintnaus virou "sex
    symbol" com anúncio de cueca nos EUA


    O caso mais bizarro, porém, é do saltador Tomas Valdemar Hintnaus. Apesar do nascimento em Videira (SC), é quase impossível imaginar uma trajetória mais ianque que a de "Tom". Ele foi ator de um filme B de horror (bem ao estilo "Massacre da Serra Elétrica"), posou de modelo da Calvin Klein e fez bico de lutador no programa "American Gladiators". No meio disso, representou o Brasil na Olimpíada de Los Angeles, em 1984, e obteve o ainda vigente recorde sul-americano no salto com vara. mais detalhes no link:
    http://esporte.uol.com.br/olimpiadas...t2247u224.jhtm

    A novidade em 2004 é o Brasil contribuindo mais com a superpotência olímpica, sem a mesma reciprocidade. No passado, atletas formados nos EUA desertavam para o Brasil por ser mais fácil garantir a participação olímpica, muitas vezes sem pretensões de medalha.

    Patrícia e Anthony têm real chance de pódio para um país enjoado de ouvir seu próprio hino, enquanto o Brasil pode amargar outra Olímpiada sem um ouro (vide Sydney).

    Patrícia foi ouro no Pan de 2003 e na Copa do Mundo e ficou com a prata no Mundial de luta livre, modalidade que estréia sua versão feminina em Atenas.

    Anthony, ou Tony, esteve em Sydney-2000 e ficou em sexto com a seleção dos EUA, mas agora promete mais. Chamado de "o Michael Jordan do pólo aquático", nasceu no Rio, mas aos dois meses se mudou para Long Beach com o pai, o auxiliar técnico dos EUA, Ricardo "Rick" Azevedo.

    "A não ser no futebol, torço pelos EUA em todos os esportes", afirma Anthony, que estuda na Universidade de Stanford. Outra coisa que ele prefere a versão Brasileira são as praias. "A água é mais quente e limpa, e as mulheres usam bem menos roupa", dispara.

    Patrícia também tem bem claro sua opção. "Eu me considero uma americana criada em meio a Brasileiros. As diferentes perspectivas dessas culturas enriqueceu minha vida. Muitos familiares meus só falam Português e isso manteve o idioma para mim. Sou uma americana com uma herança Brasileira", se define Patrícia. "Os pais, José e Maria Lia, eram militantes do grupo de esquerda Ação Popular e deixaram o país com o AI-5 em 1969, que reforçou a repressão do regime militar (1964-1985). Foram primeiro para o Canadá, onde tiveram dois filhos. Já nos EUA, tiveram Patrícia na cidade californiana de Manteca. Imaginaram voltar após a Anistia, em 1979, mas, com filhos e carreira nos EUA, decidiram ficar.

    Já Anthony tem mãe americana, Libby. E seu pai, Rick, tinha passado uma bela temporada nos EUA antes de migrar definitivamente. O ex-carioca tem um gosto bem americanizado: seu ídolo é o ciclista norte-americano Lance Armstrong e não cansa de ver a produção de Hollywood "O Último Moicano". Seu pai chegou a se afastar da seleção quando Anthony começou a se destacar, em 1997. "Não queria suportar a pressão por convocá-lo", disse. Em 2000, com filho já se destacando no selecionado, voltou ao posto. Anthony ganhou o lugar de líder da equipe, apesar de seu apelido "Babyfoot" (Pé de Bebê).

    Sentido contrário de Patrícia e Anthony, Samantha Harvey, norte-americana de todos os costados, escolheu defender o Brasil.



    A americana Samantha Harvey conseguiu
    pelo Brasil chegar a uma Olimpíada


    Nascida em Nova York, criada em Vermont e no Havaí e diploma de Harvard, Samantha só virou brasileira em 2000, após a frustração de ficar de fora de Sydney e de ter uma desavença com a federação dos EUA. Em 1999, defendeu os EUA e ficou apenas no quarto lugar no Pan-Americano de Winnipeg. Nesse mesmo ano, casou-se com o brasileiro Silvino Lyra, seu treinador em Colorado Springs, cidade que é o epicentro do treinamento olímpico dos EUA. Nessa época, Samantha decidiu tornar-se Brasileira para chegar a uma Olimpíada. Deu certo: no Pan de Santo Domingo, em 2003, ganhou a prata e selou sua vaga para Atenas-2004. Emocionada, desafogou aos microfones após a medalha: "Quero agradecer ao Brasil pela oportunidade que meu país nunca me deu. Ganhar uma medalha em uma competição internacional foi meu maior sonho". Mais que brasileira, Samantha se proclama uma "paraibana", afinal, seu marido é de lá.

    Samantha repetiu a história de Gabrielle Rose e Tomas Hintnaus, basta saber se vai conseguir o pódio que ficou bem distante dos dois "ianques" anteriores que defenderam o Brasil. Pelo visto, vai ser difícil.






    .............
    Em São Paulo
    27/07/2004 - 10h30


    Nadadora dos EUA diz "sorry" e deixa de ser Brasileira
    Gabrielle Rose atuou em Atlanta-96 pelo Brasil e em Sydney-00 pelos EUA.

    Americana de novo, Rose veio ao Brasil
    para acompanhar o namorado em 2002



    Rose se destacou mais em propaganda
    que em Olimpíadas, onde nunca fez final


    Com um "sorry" para os Brasileiros, Gabrielle Rose passou para o lado norte-americano. Em Atlanta-1996, era a única representante feminina na delegação da natação nacional. Em Sydney-2000, porém, ela estava na fortíssima equipe dos EUA. Em ambos os casos, não chegou à final.

    Mãe Brasileira e pai americano, Gabrielle nasceu e cresceu em Memphis (Tennessee) e se fez brasileira para chegar mais fácil às competições internacionais. Mesmo após anos nas equipes do Brasil e do Flamengo, não falava português. Entendia a língua materna, mas só respondia em inglês.

    Surgiu no cenário nacional com a prata no Pan de Mar Del Plata, em 1995, nos 200 m medley _a primeira vez que uma brasileira chegava a uma segunda colocação no torneio. Para Atlanta, ela se classificou em três provas (100 m borboleta e livre e dos 200 m medley), sem chegar a nenhuma final. Para a frustração de sua mãe, dona Regina, que gastou US$ 2.500 para ter os ingressos para todos dias de natação. Ir de Memphis até a próxima Atlanta foi a parte barata.

    Ela chegou a deter quatro recordes Brasileiros. Hoje, são dela os recordes Brasileiros e sul-americanos dos 200 m medley e dos 100 m borboleta.

    No final de 1996, alegando que o calendário da CBDA (a federação Brasileira de natação) não batia com seu curso na Universidade de Stanford, se bandeou para seu país natal. "Foi uma decisão difícil de tomar, mas pesou muito o sacrifício que era ter de ir ao Brasil no meio do meu ano escolar", disse à época.

    A deserção lhe valeu um ano de afastamento das piscinas (regra da Fina, entidade que rege a natação no mundo, em caso de mudança de nacionalidade). Ela ficou 1997 sem competir.

    O preço disso seria ver mais longe e difícil sua participação em Sydney. Gabrielle até pensou em desistir após passar em branco pelo Pan de Winnipeg, em 1999. Mas se superou nas seletivas para a Olimpíada australiana: se classificou de raspão para a semifinal e a final dos 200 m medley, quando chegou surpreendentemente na segunda colocação. Só a classificação já foi uma vitória.

    Hoje, com 26 anos, Gabrielle não está no mesmo nível competitivo e é mais conhecida como a namorada do "holandês voador" Pieter van den Hoogenband.

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    • #3

      Iluminação que lembra fogos de artifício é vista na cerimônia da reinauguração do estádio Olímpico de Berlim, na Alemanha.

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