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Hoje é engraçado. Antes era um pavor ...

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  • Hoje é engraçado. Antes era um pavor ...

    Oi people,


    Acabei de ler no site do IG e passo aqui pra vcs... :lol:..também já passei por isso... :wink:



    Não adianta: todo mundo tem ou já teve um trauma de infância. Nem que seja um traumazinho, daqueles que você nem precisa ir à terapia para tratar as sequelas.

    Entre estes mais lights, estão as historinhas que apavoraram praticamente toda uma geração e que têm três fontes principais: as lendas urbanas (aquela que seu amigo jurou que aconteceu com o amigo do amigo dele e você ficou sem dormir três dias de medo), a TV (quem tem o palhaço Bozo, Papai Papudo, Vovó Mafalda, Fofão e Cuca como entretenimento infantil, e não precisa de mais nada para ficar traumatizado) e a própria família (porque sempre vai ter um tio que conta histórias escabrozas ou uma avó que fala que alguém vai vir do inferno puxar seu pé se você brincar com fogo). Como tudo isso é tão comum quanto engraçado (hoje em dia, claro) vale fazer uma pequena enquete de traumas.

    Olha nossos parentes aí...

    “Eu ficava brincando até tarde na rua, e nunca queria voltar para casa. Aí minha vó falava que se eu não entrasse o homem da capa preta vinha me pegar”. A estudante Taís Mariane Ramos passou por noites horríveis e intermináveis quando criança, imaginando o homem da capa preta vindo atrás dela. E o pior é que a tática da sua vó dava certo, porque ela sempre entrava morrendo de medo. As suas amigas também eram vítimas dessa história.

    Palhaços assassinos?

    O palahaço, que em tese é uma figura para animar a garotada, desperta, não se sabe por que, um verdadeiro terror em muitas crianças. Beatriz Ribeiro tenta explicar, em seu caso, o porquê desse assombro: “Eu odiava palhaços. Simplesmente eles me passavam a imagem mais deprimente do que um ser humano poderia atingir. Eu achava que, se alguém não desse certo na vida, acabaria virando palhaço”.

    É um tanto quanto engraçado esse sentimento mórbido com relação aos palhaços, que foram criados para animar e entreter as crianças, mas que acabaram virando sinônimo de terror. Muitos filmes, inclusive, transformaram a figura do palhaço em um monstro aniquilador. Um dos mais famosos é o palhaço IT.

    “Provavelmente, aquelas crianças que riam deles, seriam comidas no jantar, ou degoladas dentro do armário. Por isso eu nunca ria, nem chegava muito perto de um palhaço”, completa Beatriz.

    A vovó que não tinha nada de vovó

    Quando você vê uma coisa e descobre que essa coisa não é nada daquilo que você imaginava, causa uma tremenda confusão, certo? Imaginem só para uma pequena criança. “Essa história de descobrir que a Vovó Mafalda era homem é terrível, e para mim ainda mais, porque eu descobri ao vivo”, conta Felipe Godói, que não acreditou quando ficou sabendo que a simpática Vovó Mafalda era, na verdade, um homem.

    “Eu e meu irmão gêmeo estávamos em um aeroporto com meus pais, quando eles apontaram para um cara e disseram: ‘olha lá, vocês conhecem aquele senhor’. Eu nunca tinha visto mais gordo. Meus pais nos levaram até lá, começaram a conversar com o cara e de repente ele fez a voz da Vovó Mafalda! Que susto! Foi uma imensa surpresa, traumática, aliás. Nunca esqueci”.

    Traumas estranhos. Será?

    O que representa um caminhão de lixo para você? Trabalho árduo, pesado e honesto. Os lixeiros suam suas camisas para deixar nossa cidade sempre limpinha. Mas nem todos tinham essa visão. Ainda no auge dos seus 5 anos de idade, Théo Corelli simplesmente tremia nas bases quando o caminhão de lixo se aproximava.

    “Os caras eram sinistros, de luva, correndo pra lá e pra cá, carregando saco preto. Eu achava que eles levavam criancinhas dentro dos sacos”. E para piorar a situação traumática, um vizinho de Théo pegou ele e ameaçou jogá-lo dentro do caminhão. Ô coitado.

    E quando você descobre o que não devia? Ou o que não poderia (pelo menos naquele momento)?

    Ricardo Freitas, vulgo Macarrão, quase bombou em estudos sociais uma vez na escola, porque pintou os estados brasileiros com cores nada a ver, diferentes das pedidas pela professora. “Era para usar tipo azul, e usei roxo, verde escuro, e usei marrom, rosa, e usei cinza, vermelho, e usei laranja, amarelo, e usei verde claro. E assim vai”, conclui Macarrão. Foi aí que o coitado descobriu que era daltônico. E bota trauma nisso.

    Coca-Cola com ossos

    “Uma das lendas urbanas recorrentes da minha infância era a de que alguém, em algum lugar, tinha encontrado em sua garrafa de Coca-Cola os ossos de um operário, morto porque caiu no suposto caldeirão de preparo”. Esse foi o grande pesadelo que assombrava a cabeça de Paulo Migliacci.

    E ele completa: “O trauma era duplo, porque de um lado o medão de achar ossos na garrafa de Coca-Cola, e de outro a compulsão de contrariar as ordens maternas e comprar Coca, segurando a garrafa contra a luz à procura de traços de ossos. E aí beber assim mesmo”.

    Traumas em comum

    Entre os traumas típicos, vale fazer uma epquena retrospectiva:

    - A música do plantão da Rede Globo. Realmente é assustadora;

    - Engasgar com a bala Soft e achar que vai morrer;

    - Achar que dentro do boneco do Fofão havia uma faca ensangüentada e uma série de artefatos de magia negra, e que ele tinha pacto com o diabo;

    - A aterrorizante Loira do Banheiro;

    - Descobrir que o Papai Noel é seu tio ou seu pai;

    - Aquela voz sinistra que dizia, no final do programa do Sílvio Santos: "e um dia poderemos nos encontrar, e eu te chamarei de meu filho”, com a imagem de Cristo;

    - Nunca ter visto a cara da Babá dos Muppets Babies;

    - Esperar toda a vida pelo último episódio de Caverna do Dragão e descobrir que ele não existe



    Beijos,

    Teca
    "No fim tudo dá certo, se nao deu certo é porque ainda nao é o fim"...

  • #2
    e a unha de rato na carne do MacDonalds?

    Não sei se alguém lembra, mas quando eu era criança em São Paulo corrai o boato que um menina e seu pai foram tomar um lanche no Mäc e quando a menina mordeu o lanche, algo duro entrou entre seu dente e gengiva só sendo retirado pela dentista mais tarde e reconhecido como unha de rato.

    Lembro que fiquei com o maior nojo e fiquei um tempão sem pedir para ir ao MacDonalds...

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    • #3
      eca

      8) 8) 8)
      Nossa, nao fala isso, eu que aaaddooorrooo o hamburg da Mcdonalds...
      Da próxima vez vou achar que estou comendo um rato...
      :mrgreen: :mrgreen:

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      • #4
        Teca, se você gosta desse assunto e faz parte do Orkut (se nao faz eu posso te convidar), tem uma comunidade lá muito engracada, onde pode-se ler todas essas histórias que você postou.

        A foto da comunidade é a de um garoto, desesperado chorando, no colo do Bozo. Inclusive o próprio garoto da foto (Vinícius) freqüenta esta comunidade e tem um blog. A foto é muito engracada, é um símbolo do trauma de infância.



        O endereco da comunidade no Orkut é:

        http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=58665

        Beijo,

        Lia.

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        • #5
          Pois é...

          .. do McDonalds o que eu me lembro era que todo mundo falava que o hamburger era feito de carne de cavalo.. )...a da unha de rato nunca ouvi.. mas se tivesse ouvido falar nao comeria até hoje.. hehe..


          Oi Ausländerin.. brigada pela dica do Orkut.. eu já faço parte mas ainda nao tinha encontrado nenhuma comunidade legal pra visitar...vou dar uma olhada..)


          O meu maior trauma de infância era com os Quadros das crianças que choram.. minha mae tinha um e eu achava que as crianças saíam do quadro à noite.. pohh.. horrível...

          De Palhaços eu tbm morria de medo.. achava deprimente...

          pra dizer a verdade verdadeira.. ainda tenho um medinho escondido por aí..)

          beijos,

          Teca
          "No fim tudo dá certo, se nao deu certo é porque ainda nao é o fim"...

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