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Fábulas Fabulosas (-_-) .¸¸.·´¯`·.¸¸.-> (*_*)

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  • Fábulas Fabulosas (-_-) .¸¸.·´¯`·.¸¸.-> (*_*)

    A história de um palhaço triste...

    • Era uma vez um palhaço... triste, por sinal... frustrado até...
      O palhaço tinha muitos sonhos... queria ser ministro, mas nunca conseguiu...
      Queria ser de esquerda, mas isso impedia-o de conseguir bons cargos públicos e muito dinheirinho... também ele público, claro está...

      O palhaço tinha porém alguma sorte. De vez em quando, era convidado para aparecer na Televisão. Mas o palhaço nunca sabia muito bem o que dizer, e tal como qualquer outro indivíduo limitado, limitava-se ele próprio a criticar...

      E como ele criticava... criticava tudo e todos. E apenas por dois motivos: Por tudo e Por nada.

      O "senhor" Palhaço, gostava muito da TV. Ficara famoso por causa disso. Ele pelos vistos, nasceu do Porto, mas a cidade está muito longe de alguma vez se ter sentido orgulhosa por tal facto... muito pelo contrário, aliás...

      Mas o Palhaço gostava muito das novas tecnologias... e da Internet. Como ele gostava de teclar. Até que um dia, criou um Blog... vejam um só... Um velho palhaço cria um blog... Talvez a televisão já não lhe chegasse.

      Talvez no Mundo virtual, o palhaço conseguisse aumentar a sua "notoriedade"...

      Nesse Blog, o palhaço escrevia sempre muito... mas nunca dizia nada.
      Qualquer pessoa que lá fosse, podia adivinhar facilmente o que lá estava escrito, sem lá sequer entrar...

      Era um palhaço que dizia mal de todos. Incluindo dos colegas de "circo".
      Dizia mal do chefe, dos colegas, do novo chefe, dos novos colegas, dos ex-colegas, dos amigos dos colegas, do inimigos dos colegas...

      Enfim, dizia e diz MAL do Mundo.
      Talvez a frustração pelo facto de nunca ter conseguido ser um "palhaço-mor", explique muito das suas atitudes...

      Mas palhaço, palhação... descansa!
      Ainda há quem goste de ti!
      FAZES-ME RIR...!
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  • #2
    Erro de Português

    Quando o português chegou
    Debaixo d'uma bruta chuva
    Vestiu o índio

    Que pena!

    Fosse uma manhã de sol
    O índio tinha despido
    O português.

    (Oswald de Andrade 1925)

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    • #3
      "Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura.Sem estas virtudes a vida será de violência e tudo será perdido" (C.Chaplin)

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      • #4
        Nao deixe o Boteco parar!

        Por que parou, parou pq?

        Nao deixe o Boteco parar por causa do Coringa!!!
        Onde estará o Batman, aquele Homem-Morcego?
        Nao ria :lol: :lol: :lol: com o Coringa Batman!
        Nao é por acaso que ele é o seu inimigo nº 1.
        Coringa exerce seu sadismo :lol: e faz da piada :lol: sua arma mortal.

        Cuidado com o CORINGA Batman!!!
        O que faz Coringa? Mata as pessoas com um gás hilariante que faz agonizar com um sorriso :lol: no rosto. Tem um humor cáustico. :lol: Do que gosta Coringa? Adora espetáculos, holofotes e entradas marcantes com roupas sempre chamativas. (Um narciso, NOSSA)

        Mas Batman, talvez esteja um pouco perdido, e essa sua namoradinha aí, a Mulher-Gato, que te leva aos mais variados passeios, até no inferno ela te leva, ABRA OS OLHOS :shock: :shock: :shock: :shock: :shock: meu amiguinho!!! Muito sedutora, ardilosa...resista aos encantos da Mulher-Gato e nao se renda aos seus próprios DESEJOs...



        TEM ALGUÉM AÍ QUERENDO BRINCAR DE PALHACO OU DE ESPELHO???

        É por saber da miséria da alma de ALGUMAS pessoas que prefiro o anonimato.... Infelizmente tem gente assim no mundo como o Coringa!!!

        :roll: :roll: :roll:
        8)
        Ich bin glucklich!

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        • #5
          O testador testado ou A esperteza inútil
          À maneira dos... tailandeses



          Milionário muito milionário gostava de gozar as pessoas com defeitos físicos ou características inferiorizantes.

          Um dia, entre os convidados a uma recepção em sua casa, tinha um gago, e, na frente de outros convidados o milionário resolveu embananá-Io com um problema existencial.

          Transcrevemos o diálogo:
          - Suponhamos que você vai andando por uma picada no mato e de repente cai num buraco de dois metros de largo por vinte de fundo. Como é que você consegue sair?
          - O bu-bu-raa-co tem uuma es-es-caada?
          - Não, não tem nada. É um buracão natural.
          - Eeessa su-ua-ua hi-hi-póóó-tese é de nooi-te ou dee dia?
          - Não importa. A questão é como é que você sai do buraco. Noite ou dia é indiferente.
          - Bom, en-tããoo eu faa-ço a is his-tóória seer de diia e não ca-caio no bu-bu-raco.
          - Como assim? Tem que cair. Eu te joguei no buraco.
          - Nãão see-nhor. Eu não ca-caio. Você pooode me go-gozar poorque eu sou ga-ga-go, mas nããão voou ca-ir nuuum bu-bu- raco de dia poorque não soou ce-ce-go, iiim-bee-cil.

          Todo o pessoal em volta caiu na gargalhada.

          MORAL: MAS O PESSOAL RIU MAIS PORQUE ELE ERA GAGO.

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          • #6
            Verdade de verdade!

            Os meus amigos oiçam o que vos vou contar
            E depois digam-me se tenho ou não razão...
            Uma tarde, já não tendo comigo um grão de chumbo,
            Carreguei a espingarda com pólvora e uma mão cheia de caroços de cereja.
            Diante de mim estava o mais belo veado que alguma vez tinha visto.
            ”PROUMMM!”
            Acertei-lhe em cheio na testa entre as hastes.
            Nunca mais o vi, até que...
            Ó surpresa das surpresas!
            Dois ou três anos depois, vejo na minha frente,
            Um magnífico veado trazendo, entre as hastes,
            Uma bela cerejeira de um metro e meio pelo menos.
            Considerando o animal como minha propriedade desde há muito: ”PROUMMM!”
            Ganhei, dessa forma, um assado e a sobremesa
            Visto a árvore estar carregada de frutos,
            As melhores, mais tenras e saborosas cerejas que em toda a minha vida comi.


            Uma vez fui atacado por um lobo...
            Não tive outro remédio senão o de lhe enfiar o punho pela garganta abaixo,
            Única defesa de que dispunha.
            Animado pelo instinto de conservação,
            Enterrei o braço ainda mais: em breve o ombro tocava na boca do animal.
            Mas, o que fazer em seguida?
            Ora imaginem a minha situação:
            Face a face com um enorme lobo
            E o focinho dele a tocar no meu nariz!
            Tendo consciência de que pouco faltava para que ele,
            À força de tanto puxar,
            Acabasse por desembainhar o braço que tanto incómodo lhe devia causar...
            Estiquei-me um pouco mais, agarrei, num ápice, tudo o que encontrei dentro do animal,
            E dei, então, começo à realização do meu plano:
            Um...
            Puxar pelas entranhas, amálgama de coisas moles e viscosas que me enjoava.
            Dois...
            Voltá-lo do avesso como se fosse uma luva.
            E três...
            Regressar a casa, tranquilamente.


            Uma vez, ao saltar a cavalo uma lagoa,
            Reparei, já a meio caminho,
            Que o seu comprimento era maior do que calculara.
            Logo que verifiquei isso, puxei pelas rédeas com energia,
            Fazendo o cavalo voltar para terra firme, com o impulso que ainda possuía.
            Tomámos um balanço maior
            E lançámo-nos novamente sobre as águas.
            Mas, não tendo ainda calculado a distância como devia ser,
            Mergulhámos de chapão.
            Nesta ocasião teria sem dúvida morrido –
            Pouco a pouco o meu cavalo ia-se enterrando no lodo –
            Se, à força do meu próprio braço,
            Não tivesse puxado por mim e pelo cavalo que apertava entre os joelhos,
            Agarrando-me pelos cabelos.


            Estava eu montado na boca de um canhão,
            Meditando na forma de resolver este problema
            Quando reparei que alguns soldados se preparavam para disparar a peça.
            Foi então que imaginei um plano que, embora arrojado, solucionava a questão:
            Mandando calar aqueles que me pediam que abandonasse o lugar,
            Ordenei que acendessem a mecha,
            Ameaçando castigar os que não me obedecessem.
            Quando a bala partiu, deixei-me cair em cima dela e, desta forma,
            Dirigi-me pelos ares para o interior da cidade.


            DE: O MAIOR MENTIROSO DO MUNDO!!!!!
            Barão de MÜNCHHAUSEN!!!!
            Ich bin glucklich!

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