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  • Dinheiro

    Uma pergunta, porque que quando nos Brasileiros moramos no exterior temos que mandar dinheiro para a familia no Brasil, tem sempre alguem precisando de dinheiro la.
    Eu tenho que mandar 350 euros todos os meses ja a dois anos, senao a casa cai, e cai mesmo, mas e meus irmaos?? Engracado ne??
    E olha que a minha familia e classe media, e assim com voces tambem?
    To de saco cheio. :?

  • #2
    Pois é :!:

    É sempre assim por que Brasileiros no exterior sempre ganham muitooooooo dinheiro e os Brasileiros no Brasil sabem isto e parem de trabalhar, por que há gente no exterior mandando dinheiro cada mês.

    Isto é o jeito mais facíl de ganhar dinheiro sem fazer nada :!:

    :lol:

    :twisted: :twisted: :twisted:

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    • #3
      Ola
      Engracado ,acabei de telefonar para minha mae nesse instante,temos uma casa para alugar no Brasil que esta prescisando de reformas,o custo total deu 1.000 reais.Adivinhe quem vai pagar a continha sou euzinha :roll: As vezez tenho pena porque eles nao sabem como a vida aqui tbm e dificil,e pensam que o euro vem com a neve cai do ceu.Mas nós os acustumamos mal a mandar sempre dinheiro e nao dizer que aqui se ganha aqui se gasta e o custo de vida e caro.Sempre esperam o dinheiro extra chega por trimtrimtrimmmm e a senha.
      Um dia nao sei quando vai melhorar esperanca e pensamento positivo temos que ter.
      beijim

      Kommentar


      • #4
        Tenho um amigo que vive falando o seguinte ... parece um 'poço sem fundo' e não adianta! quanto mais dinheiro eu mando pra casa, mais o buraco cresce. Não dá pra entender onde enfiam tanta grana! Depois que cheguei aquia [e isso nem tem 1 mês completo] já mandei grana o suficiente pra comprar á vista qualquer desses celulares que tb tiram fotos. E amanhã farei novo depósito suficiente pra comprar minha tão sonhada [e adiada] câmera digital. Mas mesmo assim a pindaíba continua. Que catiça! E eu aqui, vendendo minha impressora por 100 contos só pra me ajudar a comprar um drive leitor/gravador/regravador de cd e leitor de dvd. Será que de fato faço a coisa certa mandando esse dinheiro? E eu? Como fico? Ninguém por lá vê que eu tenho que começar a investir em mim??

        nestes casos, só vejo duas soluções, ou você estanca a sangria de vez, ou você tem uma 'conversa franca' e sincera com a pessoa que recebe os seus depósitos, explicando que eles devem organizar 'as contas' porque você tem planos com você e não vai mais poder ajudar como sempre, apenas eventualmente, para não cortar de vez a 'mesada'!

        [ ]' e boa sorte!

        :arrow: no final desta entrevista, há uma sugestão de plano orçamentário, muito simples que poderá ser adotado p/ contabilidade pessoal.

        EDIÇÃO Nº 43 DE 01/2002
        (Revista Você SA)

        "Subindo pelas paredes"

        O casal Sandra e Júnior já tem os tijolos. Agora falta o resto da casa - POR ALESSANDRA FONTANA, de Suzano (SP)

        Trinta e cinco mil tijolos: é tudo o que Sandra Rosas e João Molina Júnior têm da casa que sonham em construir desde que começaram a morar juntos, em 1997. Eles são donos de um terreno de 1,2 mil metros quadrados a poucos minutos de distância do centro de Suzano, no estado de São Paulo. Nele, a engenheira Sandra e o técnico de inspeção de equipamentos Júnior já tentaram começar a construção da tão sonhada casa própria várias vezes. Mas nunca foram além da aquisição dos tijolos necessários para murar o lote e levantar um pedaço da construção. A razão para o adiamento crônico: falta de organização financeira.

        Sandra e Júnior são muito desorganizados nos cuidados diários com dinheiro. Fazem compras por impulso, contraem dívidas que esperam cobrir com o salário que ainda não entrou, usam o limite do cheque especial e o cartão de crédito como parte do orçamento da família e vivem acima do padrão que seus rendimentos podem sustentar. O hobby favorito do casal, por exemplo, é viajar para praticar rapel - esporte que usa técnica de escalada para descer cachoeiras. Mas o lazer também anda em compasso de espera, já que nunca sobra dinheiro para as viagens. Todo mês o casal estoura a conta corrente em 500 reais, em média, sem saber com que tipo de gasto. "Assim que chega o contracheque, pagamos o banco. O problema é que duas semanas depois lá estamos nós entrando no limite de novo e pagando juros", conta Sandra. "Somos gastadores mesmo", admite a engenheira. Sorte deles poder contar com um plano de saúde e de previdência privada subsidiado pela empresa em que trabalham.

        Mas agora não há mais tempo para postergar a solução desses problemas. Com a saúde financeira abalada, eles têm várias tarefas a cumprir em 2002. A primeira é pagar um financiamento (do apartamento de dois quartos em que vivem atualmente), que começará a pesar no orçamento a partir de junho deste ano, com mensalidade de 310 reais. Outra é terminar de pagar as prestações de um automóvel - a última, de 192 reais, vence em março. O último compromisso, mas que é prioridade para o casal, é começar a levantar a casa, que ainda nem saiu do chão. Os dois fazem outros planos. Gostariam de abrir um negócio próprio "porque garante uma renda extra", na opinião de Sandra. A engenheira sonha ainda com um curso de MBA. E Júnior deve voltar para a faculdade de engenharia mecânica - que parou por causa do nascimento da filha, Caroline. Ele retorna à sala de aula neste ano. Isso vai adicionar uma mensalidade de aproximadamente 600 reais ao orçamento já comprometido (veja planilha na página seguinte).

        O casal recebe, somando os salários, um total de 4256 reais por mês. Não é um valor astronômico. Mas, se tivesse sido administrado com austeridade nos últimos quatro anos, seria suficiente para pagar as despesas da família (na época, eles ainda não tinham a filha de 1 ano, Caroline) e teria rendido poupança para construir um imóvel de aproximadamente 50 mil reais, nas contas do consultor Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. VOCÊ s.a. levou o caso a ele na tentativa de ajudar Sandra e Júnior a elaborar um plano de ação para sair do sufoco e transformar sonhos em realidade. Veja aqui as sugestões:

        Elaborar planilha de gastos

        O primeiro passo eles já deram. "Admitir que são gastadores é positivo. Eles têm consciência do problema e sabem que precisam mudar para atingir seus objetivos", diz Oliveira. Agora é essencial que comecem a colocar tudo no papel, dia a dia. Essa é a única forma de saber para onde está indo o dinheiro. Controlando diariamente os gastos numa planilha de computador - ou mesmo num caderno de anotações -, eles podem se surpreender com o peso que certos itens têm no orçamento final. "Os extras, como lazer, presentes, internet, somados, são responsáveis por 10% dos gastos deles", calcula Oliveira.

        Cortar despesas

        Após a elaboração dessa planilha, fica a critério do casal decidir onde cortar. Depois de descobrir o que pesa mais no orçamento, eles devem priorizar despesas. "Só eles sabem onde o aperto no cinto doerá menos", diz o consultor. Oliveira, entretanto, tem sugestões. Sandra gostaria de colocar a filha numa escolinha já neste ano. A mensalidade é 300 reais. Oliveira sugere que ela adie esse plano. O bebê ainda é muito pequeno e não perde nada em continuar aos cuidados das avós. "Eles podem ficar livres desse compromisso ainda por uns dois anos." O casal precisa considerar também que a faculdade de Júnior vai trazer novos gastos, além da mensalidade. Oliveira se pergunta também por que o casal paga valores diferentes pelo curso de inglês (Sandra e Júnior pagam 100 e 225 reais, respectivamente). "Ele não poderia entrar na escola em que ela está e negociar um desconto?"

        Outro conselho dado pelo consultor é que o casal antecipe o pagamento de suas dívidas sempre que for possível. "Os juros do cartão de crédito e do cheque especial são mais altos do que qualquer fundo DI em que eles consigam aplicar suas economias", diz. "Portanto, vale mais a pena se livrar de uma dívida que come 9% ao mês do que ganhar 1,2% num investimento, no mesmo período." Ele lembra que, ao antecipar o pagamento, o casal pode exigir o desconto proporcional da taxa de juro embutida nos pagamentos. "Esse direito está no código de defesa do consumidor", explica.

        Suspender planos arriscados

        Nada de negócio próprio para Sandra e Júnior, diz o consultor. Oliveira lembra que 80% das empresas vão à falência no primeiro ano de existência. "Especialmente agora que a economia está desaquecida. Esse não é o momento de eles entrarem em algo que não têm ainda nem certeza do que é", diz.

        Começar a construção

        Dependendo da pressa do casal em construir, Oliveira vê algumas formas para levantar o dinheiro necessário ao início da obra. Em caso de urgência, poderiam começar usando o FGTS de Sandra. O casal já usou o saldo de Júnior para dar entrada no financiamento do apartamento. Mas Sandra tem ainda aproximadamente 13 mil reais no fundo, dinheiro que poderia pagar a mão-de-obra e comprar mais material. "Além disso, o FGTS rende tão pouco - apenas a TR mais 2,5% ao ano - que nem chega a valer a pena ficar com o dinheiro no fundo", diz Oliveira. "Se eles não aproveitaram para comprar ações da Petrobras quando foi possível, então a melhor alternativa é usar esse dinheiro."

        Em paralelo, Oliveira sugere que o casal adquira um plano de consórcio de imóvel para juntar o valor restante. O consórcio seria uma obrigação de poupança todos os meses. Além disso, tem custos menores que os de um financiamento. Os reajustes das empresas que vendem consórcio de construção civil são normalmente regidos pelo Índice Nacional de Construção Civil (INCC) somados a uma taxa de administração de 18% diluída pelo período de pagamento do plano, que tem em média dez anos. "E, se tiverem sorte, recebem tudo logo, num sorteio." Outra sugestão de Oliveira exige mais disciplina do casal. Numa situação hipotética, se conseguissem cortar custos e economizar todos os meses 600 reais, em 47 meses teriam juntado 50 mil reais, que deveriam ser aplicados num fundo DI. "Mas eles não parecem disciplinados o suficiente para poupar por livre e espontânea vontade", analisa o consultor. Por isso, a sugestão do consórcio e a recomendação de liberar o FGTS.

        Plantar os pés no chão

        Sandra e Júnior têm o péssimo costume de assumir dívida nova toda vez que terminam de pagar uma antiga. Eles têm um padrão de vida mais alto do que seus salários conseguem pagar. Desse jeito, nunca vão conseguir economizar para uma emergência. Atualmente, não possuem nenhuma poupança. "Os dois são muito imediatistas. Não têm paciência para juntar dinheiro antes de consumir", diz Oliveira. Isso precisa mudar se quiserem equilibrar as finanças. O consultor sugere que o casal chegue a um consenso quanto a seu plano de vida e se prepare para ele segurando os gastos e apertando o cinto por uns dois anos. Até pelo menos colocar a vida em ordem e construir uma poupança. "O que são dois anos em relação a todo o tempo que eles têm pela frente?" Se por um lado será preciso fazer um certo sacrifício, do outro Sandra, Júnior e Caroline estarão não só empilhando os tijolos para construir sua casa mas também lançando fundações sólidas para garantir o futuro.

        ORÇAMENTO
        Quanto Sandra e Júnior ganham, quais são suas despesas médias e qual a situação no fim do mês - em reais

        RECEITA
        Renda
        Salário líquido 4256,00

        DESPESAS COM MORADIA
        Prestação do apartamento 310,00
        Condomínio 100,00
        Luz 60,00
        Gás 20,00
        Telefone residencial 45,00
        Empregada do casal e ajuda dada aos pais 510,00
        IPTU 40,00
        Celular 30,00
        Total 1 1115,00

        OUTRAS DESPESAS
        Alimentação 550,00
        Faculdade do Júnior 600,00
        Curso de inglês 355,00
        Vestuário 130,00
        Prestação do carro 192,00
        Combustível 300,00
        Seguro do carro 220,00
        Manutenção do carro 50,00
        IPVA 46,00
        Ônibus e metrô 100,00
        Taxas bancárias e juros do cheque especial 80,00
        Despesas médicas extras 220,00
        Lazer 250,00
        Livros, revistas, discos 40,00
        Presentes 10,00
        Internet e aluguel de DVD 45,00
        Academia de ginástica 115,00
        Anuidade do cartão 6,66

        Total 2 3309,66
        Total de despesas 4424,66
        Déficit mensal 168,66

        PATRIMÔNIO
        Quais são os ativos e passivos de Sandra e Júnior - em reais

        ATIVOS
        Apartamento 40000,00
        Carro 15000,00
        Terreno 20000,00
        Total de ativos 75000,00

        PASSIVOS
        Carro/duas prestações 576,00
        Apartamento 74400,00
        Cheques pré-datados 1627,00
        Cartão de crédito 450,84

        Total de passivos 77053,00

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        • #5
          concordo com o visitante.
          Conheço vários casos aonde o pessoal lá acaba na sombra e água fresca esperando a grana do exterior chegar. Prefiro enviar dinheiro se for para aplicar em alguma coisa. Tipo: prestação da casa aonde a mãe mora ou pagar uma reforma, pagar um aumento para a aposentadoria dela, poupança para o afilhado, aula de inglês pra sobrinha, etc. e quando for de férias ao Brasil ir comprar roupas, sapato com os sobrinhos. Acho que os pais devem receber ajuda financeira, os irmãos quase nunca (parece duro, mas eles tem mais condições de se virarem doque os pais) e os sobrinhos com coisas, não dinheiro - falo de ajuda financeira regular.
          É duro mas ninguém é o banco central, ajudar de vez em quando tudo bem, agora mandar todo mês a grana e não ver melhoras é duro. Só adianta uma conversa séria e cortes drásticos, enviando dinheiro somente para o necessário e para um pé de meia (ex: prestação da casa da mãe, por exemplo).

          Uns parentes mais distantes também acharam que assim que chegamos aqui nos tornamos milhonários....e lá veio papo furado, tentando sondar a situação. Na época meus pais deixaram bem claro que tanto lá como cá a vida é cara e os custos altos.

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          • #6
            dinheiro

            Acho que está na nossa criacao isso de ajudar a família, mesmo quando eu morava no Brasil, por eu ganhar mais, eu ajudava a todos, com as prestacoes, a minha Maezinha com o orcamento do mes...e por ai vai, eu ja tinha como certo, dividia o salário, esse é da prestacao do .. esse para Mamae...e por ai ia :roll: Quando cheguei aqui, eu só ajudava a minha mae, e a minha irma menor, e assim levei anos, nao juntei nada para mim, fico feliz em ter ajudado, mais hoje em dia eu acho que teria resservado mais para mim, hoje em uma situacao ruim, nao encontro muitas palavras de consolo dos meus irmoes no Brasil, eles nem mesmo acreditam em mim, o que me deixa muito triste, pois até carros eu ja comprei para eles no Brasil! Moral da historia, " quem dá tudo o que tem, pedir vem"!
            :shock:

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            • #7
              Também aconteceu comigo quando comeceia trabalhar. nos primeiros meses comecei a juntar dinheiro para o meu tao sonhado carro e nao teve outra meu irmao casado comecou a "passar" dificuldades com com mulher dele e o cartao tinha estourado. Fiquei tao comovida que mandei quase todo o dinheirpo que junteii para ele pagar as dividas, na epoca o real era 3 para cada 1 euro. ou seja foi mais o menos uns 3.000 reais e fiquei lissinha da silva. depois disso apareceram mais coisas e meu esposo sempre me dizia isso nunca vai acabar. Decidi mudar de plano e espalhei para todos que estava desempregada e nao tinha previsao de um novo emprego. entao pararam de me escrever e quando fui ao brasil de ferias 7 meses depois do ocorrido, até de carro (usado)meu irmao estava. Pode??? para minha mae eu mando apenas umas 3 vezes no ano ( aniversario, natal e festas). só se realmente ela precisa para alguma emergencia eu mando, mas, sempre a mesma quantia. Gracas a Deus nunca precisou. Nao vejo essa necessidade de ficar mandando todo mês, poís qundo morava no Brasil , nunca precisei fazer isso e ninguem nunca passou fome. Agora acho que, muitos pensam que pelo simples fato de morarmos aqui ficamos ricos ou nossos problemas estao resolvidos, isso é verdade. Mas, também a culpa é nossa por acostumarmos mal.

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              • #8
                Tive um problema,fiquei 2 anos em difilculdades vivendo pela ajuda do estado ,nao mandei nada e nao me pedirao nada ,porque falei da minha situacao.Estou empregada e ganho rasoavelmente bem ja que gracas as deus trabalho na minha profissao.Comecei entao mandar dinheiro para minha familia.Fiquei admirada como em 2 anos eles nao tiveram nessecidades e agora que eu posso mandar estao sempre precsisando.Mas um dia eu vou dizer BASTA ,para irmaos ,só meus pais quero em vez em quando presentear.Eles nao prescisam de mim ganham bem sao aposentados com os 2 juntos 2100 reais .Mais dinheirinho dividido,irmazinha aqui e ali,no final nao sobra nada.Emeus pais adoram fazer excurssoes estao sempre viajando nas estradas Brasileiras .Fico triste e dou para eles oque meus 3 irmaos levam
                abracos
                snif,snif

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                • #9
                  gostei doque "gast2" escreveu.
                  Dizer que você está desempregada é uma forma de evitar discussões, reclamções e outras coisas mais, principalmente quando você não tem coragem de fechar o "banco alemão" na cara dura e mandar o pessoal larguar de ser vagabundo e parar de viver as suas custas. Engraçado que enquanto ela não mandava dinheiro ninguém pedia e se viravam, quando o dinheiro começou a chegar ninguém mais se virava com o que tinha....

                  EU me prontificaria a pagar a escola dos sobrinhos, prestação para alguma coisa para meus pais/avós. O resto só depois de uma conversa muito franca e só emprestado, não dado. Afinal a gente também não ganha a grana aqui de graça, né? Ou alguém tem uma árvore de dinheiro no quintal?

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                  • #10
                    Nunca mandei um tostão pra familiar nenhum meu.

                    Kommentar


                    • #11
                      und seid ihr alle schön reingekommen

                      Der Schreibtisch Kacker wünscht allen,

                      gut reingekommen zu sein.

                      Bu bu bu Bäh Bäh Bäh

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