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Immigration - New Pilot Program USA

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    link: Programa Americano: Tornozeleiras 'Rastreadoras' para Imigrantes.

    Infelizmente não creio que seja matéria 'fake' ...

    Um novo tipo de tratamento começou a ser dispensado a imigrantes ora em solo AMERICANO com problemas com a Imigração Americana, o INS. Um novo programa está sendo implementado em algumas cidades inicialmente, MiAMI uma delas, para identificar e rastrear imigrantes sob judice e à beira da deportação. Eles, os condenados, passarão a usar 24 horas por dia uma tornozeleira equipada com um dispositivo eletronico que rastreia seus passos informando sua exata localização fisica as autoridades. Semelhante aqueles avançadissimos rastreadores via satelite contra roubo de carros. A TV americana mostrou, as imagens de uma peruana, dona de casa comum, usando o aparelho no tornozelo ... a cidadã peruana objeto da questão mora há 10 anos nos EUA ...

    Em 1991, Rutger Hauer, que todos conhecem mais pelo Feitiço de Aquila, estrelou uma produção para a TV chamada Wedlock, e por alguns como Deadlock, como aponta o maior catalogo online da setima arte ... Era a estoria de uma prisão do futuro, sem muros ou cercas, na qual os condenados usavam um colar eletronico que controlava o perimetro de liberdade dos prisioneiros. Explicando melhor, todos os prisioneiro em pares, sem que soubessem da identidade do seu par designado, usavam um transmissor acoplado ao pescoço. No caso de se distanciarem mutuamente a mais de 100 jardas o artefato explodiria resultando na morte de ambos. Isto posto, um prisioneiro ao aventar a hipotese de se escafeder teria que achar o seu par, o que era virtualmente impossivel atraves da simples observação visual uma vez que todos os "colares" (melhor seria chama-los de coleiras) eletronicos eram identicos e sem nenhum tipo de numeração ou coisa que o valha, para então sim poderem fugir juntos. Rutger Hauer, no filme o presidiario Frank Warren, elabora achar seu par, obviamente uma bela presidiaria, e prossegue em sua fuga estando sempre a um passo, literalmente, da morte ... resta-nos a pergunta: na realidade também esta prevista a explosão?

    'Assusta' é saber que m..... tipo estas vendidas como ficção ... possam sair pra realidade ... elaboradas ... em 'abuso' à liberdade humana ...

  • #2
    Re: Immigration - New Pilot Program USA


    (no caso do link não funcionar) segue a matéria na íntegra ...

    Posted on Sun, Jan. 11, 2004, in The Miami Herald.

    INS PILOT PROGRAM | HOLLYWOOD MOTHER
    Ankle lock: Success and sorrow
    A Peruvian immigrant living in Hollywood is forced to wear an electronic ankle bracelet as part of a new immigration pilot program.
    BY EMILY T. ECKLAND
    eeckland@herald.com

    Lourdes Sandivar is not a criminal.

    But the 37-year-old Peruvian immigrant wears a heavy black electronic monitoring device locked around her ankle, similar to those worn by prisoners on house arrest.

    Sandivar joins about 30 others wearing the bracelets in South Florida as part of a controversial U.S. Immigration Department pilot program officials are considering expanding nationwide, said Nina Pruneda, a Department of Homeland Security spokesperson.

    ''The bracelet has been a success in our district, we believe,'' Pruneda said.

    The electronic monitors have allowed some immigrants awaiting hearings to avoid being locked up, but it's misery for Sandivar, a mother of two who has lived in Hollywood for 10 years.

    ''lt hurts,'' Sandivar said. ``I feel like a criminal. I can move it a little but it leaves marks and it's difficult to sleep in.''

    Lourdes and her husband Jose arrived in Miami in 1993, seeking political asylum from an unstable Peru.

    The Sandivars' first immigration court date took place eight years later. Officials denied them asylum, saying the situation in Peru had improved and it was safe for them to return. They lost an appeal in July 2002.

    Yet officials renewed Jose's work permit until the end of 2003.

    ''Lourdes and Jose are the type of people who should never be detained in the first place,'' said Jorge Rivera, an attorney representing the Sandivars. ``These are law-abiding citizens who pay their taxes and have never been arrested.''

    On Tuesday, when Lourdes dropped her children off at Oakridge Elementary in Hollywood, she was met by federal immigration officers. They followed her to the house and ordered her to call her husband, a driver for the airline food service company Sky Chef.

    Jose was taken to Krome Detention Center in Miami-Dade. Lourdes was allowed to remain at home to care for the children -- with the monitor. Her case is typical of many where the monitors have been used, Pruneda said.

    Immigration authorities launched the six-month pilot in South Florida in August 2003. ''What it's intended to do is provide some middle ground between the complete release of an individual and the promise to appear before a judge,'' Pruneda said.

    Sandivar must wear the monitor, a thick band with a box attached, at all times, even in the shower. A large black box on her bedroom nightstand sends a signal from the ankle device to federal deportation officers.

    Sandivar is restricted to her house until 6 a.m. and must be back by 5 p.m. She may not leave Broward without permission. Immigration officials also are monitoring her phone calls and have given strict instructions about the ohone, such as not to pick up before two rings. She has had to remove other calling features, such as an answering machine, caller ID and call waiting.

    ''It's embarrassing and inhumane,'' she said.

    Her children, Shirley, 6, and Kevin, 5, don't understand what has happened.

    'The kids cry all night and say `I want to see daddy,' '' said Sandivar, who told her children their father was visiting people in Peru. ``I feel terrible.''

    Immigration officials have said the Sandivars must sell their condominium and two cars and be prepared to leave for Peru by Feb. 5. Jose could be deported even sooner.

    ''I've lived here for 10 years and they give me 30 days to sell everything?'' she said. ``It's very hard.''

    Rivera intends to seek an extension and hopes to get support from legislators to help keep the couple here.

    Their son Kevin is mentally disabled, but is progressing in a special education class at Oak Ridge. Lourdes and Jose worry that he would regress if they are forced back to Peru.

    For Lourdes, the most difficult part is the despair of her children, who were born in the United States and are U.S. citizens.

    'Yesterday Shirley asked me, `Mommy, this is my country, why is this happening?' '' Sandivar said, her eyes welling with tears. 'Shirley said, `I want to stay here with my teachers and friends. My life is here. I don't know Peru.' ''

    Herald staff writer Sara Olkon contributed to this report.

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    • #3
      piada a respeito do assunto ja circula na internet
      e esta foi de uma conterrânea kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Onde é que eu compro um colar desses para colocar no maridão???? Só um passo em falso e buummm .... ele explode e me deixa com uma bela pensão. Hahahahaha Brincadeirinha!! :lol: Mas bem que gostaria de colocar um troço desses nos bandidos aqui do Rio de Janeiro.

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      • #4
        reeleição? será?... o cara é esperto e não tem pra outro gringo!
        por enquanto hehehe....

        Bush quer dar a trabalhadores ilegais novos e amplos direitos
        07/01/2004

        O presidente George W. Bush anunciou uma ampla mudança nas leis de imigração dos EUA, que poderão legalizar a situação de milhões de trabalhadores sem documento no país.

        Para os analistas, a medida tem como objetivo ampliar a base de apoio à reeleição de Bush entre os americanos com ascendência latino-americana - um tradicional bastião de eleitores democratas. A proposta do presidente americano mostra que esse seria um programa de anistia para os imigrantes ilegais empregados nos Estados Unidos.

        De acordo com o jornal "New York Times", a proposta de Bush tornará possível para um trabalhador candidatar-se para um visto de trabalho temporário com todos os benefícios - como salário mínimo, por exemplo.
        _________________

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        • #5
          "Adoro trabalhar com brasileiros, eles vêm desesperados e são um bando de ignorantes"
          NUNO - agenciador de mão-de-obra

          Desesperados de várias nacionalidades faziam fila diante de uma agência da qual sairiam carros para levá-los ao trabalho numa fábrica de sanduíches frios em Leicester, que emprega imigrantes ilegais.

          A quantidade de gente era espantosa. Iraquianos, afegãos, indianos, poloneses, africanos, alguns portugueses e uma massa de brasileiros aguardavam para entrar nos carros. "Estou congelando, não tinha idéia que aqui fazia tanto frio. Não tenho dinheiro nem sei como comprar uma calça aqui", disse Marileide, uma goiana de 43 anos, mostrando a única saia que tinha trazido, de pano bem fininho, sob a garoa, a uma temperatura de uns 3C.

          Ninguém da agência pediu documentos. Na fábrica, após os procedimentos de higienização, pusemos botas de borracha e toca descartável e entramos num tipo de frigorífico. Nossa missão era colocar, ininterruptamente, os ingredientes que compunham os sanduíches, os mesmos que eu muitas vezes comprei nas grandes cadeias de supermercados em Londres e que agora corriam freneticamente por uma esteira.

          Ao fim das primeiras cinco horas sem nenhum intervalo, comecei a pedir água. Eu já não era capaz de continuar com o trabalho que meus companheiros faziam a cada dia e tive de engolir, envergonhada, o choro de quem nunca precisou viver aquela realidade.

          Após dez horas de trabalho, já com o sol raiando e uma música eletrônica no último volume dentro da van que voltava para a agência, olhei um por um dentro daquele carro -todos dormiam, exaustos- e pedi perdão, em silêncio, a cada um deles. A sensação de alívio em denunciar na TV tamanho abuso era inversamente proporcional à culpa por delatar o o meio de sustento dessa gente.

          Menos dinheiro

          Basta receber o primeiro pagamento para ter uma idéia da exploração. Após todos os descontos -taxas, transporte diário e acomodação-, o trabalhador recebe pouco mais que 2,80 libras (R$ 15,90) por hora.

          No dia seguinte, ao voltar com seu primeiro salário -recebido somente depois da segunda semana trabalhada-, a brasileira Marileide me mostra a quantia: 68 libras ($ 386) por três dias no batente. Bem longe do que lhe oferecia o contrato.

          "A gente sabe que está sendo explorada, mas, mesmo assim, dá para mandar algum dinheiro para a família", conformou-se.

          Numa tarde no hotel onde estavam amontoados, os brasileiros ilegais decidiram fazer uma reunião com Miguel, o português agenciador de mão-de-obra, para cobrar melhores condições de moradia.

          Perguntei-lhe, na ocasião, por que os contratos não eram traduzidos em português e se eu podia ter um recibo do aluguel. Ele respondeu: "Você nem existe, teu documento é falso".

          Frio arrepiante

          No último dia me perdi de José, e me mandaram para Orchard, uma fábrica onde minha função era descascar laranjas. Num local do tamanho de um estádio de futebol, onde centenas de pessoas picavam diferentes tipos de frutas, o frio era arrepiante.

          À minha frente, uma mulher com típicas feições indígenas da América do Sul me confirmou ser boliviana e que tinha pago US$ 1.000 pela cidadania portuguesa em Londres. Ela também vivia com brasileiros numa casa provida por Miguel.

          Na hora do intervalo, soube que José fora retirado do ônibus por "excesso de contingente". Nosso plano era fugirmos naquela tarde, mas então percebi que estava sozinha.

          Corri, ainda de touca, pelas ruas desertas da zona industrial, sem encontrar nenhum telefone pelos arredores. De volta ao frigorífico, encontrei um dos meus conhecidos que tinha um celular escondido. Do banheiro, liguei para José e pedi que viesse me buscar.

          Fingi passar mal. Fui levada ao escritório de Waldo, o manda-chuva português-moçambicano que supervisionava a agência de mão-de-obra nas fábricas. Ele me deu dois comprimidos e disse para eu sentar.

          Lembro-me de quando vi pela última vez meu amigo do celular. "Não me chame mais de Dione, esse é o meu nome no documento", ele disse. "Meu nome é Fábio", piscou o olho, em tom de confiança. "O meu tampouco é Maria", me deu vontade de falar, com aperto no coração.

          Já com o tempo calculado da viagem de José, saí do escritório, com a desculpa de ir vomitar, correndo pelas ruas até avistar o carro que surgia para o meu resgate.

          Cheguei a Londres atordoada, com a sensação de ter literalmente saído de uma ficção. Levei um tempo para me adaptar à minha casa e à vida normal. Ao menos deixei duas calças e uma blusa para Marileide. E jurei nunca mais comprar um sanduíche de atum na Marks & Spencer.


          Fonte: Assessoria de Imprensa
          Data Publicação : 28/06/2004

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