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CULTURA INDÍGENA

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  • CULTURA INDÍGENA

    Povos de São Paulo


    link's:
    Índio Krenák
    Enciclopédia dos Povos Indígenas no Brasil
    ISA - Instituto Socioambiental

    Eis que vês, potentado supremo, quão grande façanha
    realizou a força do onipotente Deus.
    O indômito Brasil já seus anchos orgulhos
    depôs, e tombou, rendido às tuas armas.
    O que dantes, furioso, semeava ruínas e guerras,
    aprecia os fatores de redentora paz.
    O que dantes vivia escondido em sombrias florestas
    aos templos do Senhor, já pressuroso corre.

    link: Feitos de Mem de Sá, Epístola Dedicatória (versos iniciais), 1563, José de Anchieta

    link's: Guaranis, Ñandevas (Avakatuetés, Chiripás), M’byas ,Kaingangs, Krenaks, Boruns, Pankararus, Terenas:

    450 anos de exclusão.


    "É preciso fazer uma revisão drástica do paradigma do crescimento indefinido e a qualquer custo, que continua guiando nossos planos econômicos e nossos sonhos de grandeza nacional. Apegados a uma concepção linear e cumulativa de história, herdeira de um pensamento europeu velho de séculos, ainda não acordamos para a constatação de que a miséria, a fome e a injustiça não são o fruto do caráter ainda parcial e incompleto da marcha do progresso, mas seus produtos necessários, que continuarão crescendo mais e mais enquanto a marcha prosseguir no rumo em que vai. A saída não pode ser por aí, e cabe a nós acharmos outra. Pois o futuro nos desafia a uma nova síntese: a sustentabilidade socioambiental. Esse é o espetáculo que queremos mostrar para nossos filhos."

    Conheça os Trabalhos(link's): Associação Guarani Nhe'em Porã e Grupo de Arte e Cultura Guarani Kyringué Nhe'em.

  • #2
    muito interessante os links que você publicou, obrigada. Me interesso por este tema por motivos familiares e gostei muito.

    Alguém tem algum link ou informaçã sobre a tribo dos "Guaianases"?
    Só sei que no passado viviam possivelmente na região de Guarulhos - SP.

    Kommentar


    • #3
      Tribo Guaianases

      :arrow: Povos Índigenas no Brasil
      :arrow: Sonhos e Nomes: As crianças 'Guarani'(PDF)
      :arrow: Nomes Índigenas
      :arrow: Significado de Nomes índigenas e não índigenas


      ps. Pessoal, reuní o assunto neste tópico. Paula não localizei estudos, relatos específicos sobre a tribo dos guainases, mas os contatos e sites q estão aí poderão te auxiliar se não com a informação q vc busca, ao menos com bibliografias. ok?!!
      *este site tem muitos dados e informações bem completas e interessantes..........

      :arrow: http://educaterra.terra.com.br/almanaque/indios_5.htm
      :arrow: http://www.nautilus.com.br/~ensjo/tu...adobrasil.html
      :arrow: Cidades brasileiras cujos nomes têm origem no tupi-guarani

      :arrow: Uma breve história da língua tupi, a língua do tempo que o brasil era canibal
      por Ozias Alves Jr Jornalista/SC
      contato: ozias@matrix.com.br

      [ ]'s

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      • #4


        Índios Kaiapós com pinturas características da tribo
        e adornos nas cabeças (cocar) de penas.


        link: Índio Kaiapó



        Mulher Indígena do Xingu com Curumins



        Índios Xavante



        ---------------------------------------------------------
        • Discurso do Cacique Guaicaipuro Cuatemoc

          A DÍVIDA EXTERNA DA EUROPA
          Índio surpreende chefes na reunião de cúpula

          ... Com linguagem simples, que era transmitida em tradução simultânea para mais de uma centena de chefes de estado e demais dignatários da Comunidade Européia, o discurso do Cacique Guaicaipuro Cuatemoc provocou um silêncio inquietante na audiência quando falou:

          "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a encontraram só há 500 anos.

          O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento, com juros, de uma divida contraída por um Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse.

          Outro irmão europeu, um rábula, me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento.

          Eu também posso reclamar pagamento, também posso reclamar juros.

          Consta no Arquivo das Índias. Papel sobre papel, recibo sobre recibo, assinatura sobre assinatura que somente entre os anos 1503 e 1660 chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América

          Terá sido isso um saque?

          Não acredito porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao Sétimo Mandamento!

          Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão

          Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas que qualificam o encontro de "destruição da Índias" ou Arturo Uslar Pietri, que afirma que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos retirados das Américas!

          Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de outros empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.

          Eu, Guaicaipuro Cuatémoc, prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

          Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "Marshal-tezuma", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, do banho diário e outras conquistas da civilização.

          Por isso, ao celebrarmos o Quinto Centenário desse Empréstimo, poderemos nos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional, responsável ou pelo menos produtivo desses recursos tão generosamente adiantados pelo Fundo Indo-americano Internacional?

          É com pesar que dizemos não.

          No aspecto estratégico, o dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em armadas invencíveis, em terceiros reichs e outras formas de extermínio mútuo, sem um outro destino a não ser terminar ocupados pelas tropas gringas da OTAN, como um Panamá, mas sem o canal.

          No aspecto financeiro foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros, quanto se tornarem independentes das rendas liquidas, das matérias primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

          Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar. E nos obriga a reclamar-lhes, para o seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente temos demorado todos estes séculos para cobrar.

          Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros que os irmãos europeus cobram aos povos do Terceiro Mundo. Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos emprestados, acrescidos de um módico juro fixo de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos.

          Sobre esta base, e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 180 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300. Isso quer dizer um número para cuja expressão total seriam precisos mais de 300 cifras, e que supera amplamente o peso total do planeta Terra.

          Muito peso em ouro e prata! Quanto pesariam calculados em sangue?

          Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para pagar esses módicos juros seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e/ou a demêncial irracionalidade dos pressupostos do capitalismo.

          Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam aos índo-americanos.

          Porém exigimos a assinatura de uma carta de intenções que discipline aos povos devedores do Velho Continentes e que os obrigue a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permita nos entregá-la inteira como primeira prestação da dívida histórica."

          Quando terminou seu discurso diante dos Chefes de Estado da Comunidade Europeia, o Cacique Guaicaipuro Cuatemoc, nem sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.

          Agora só resta que algum Governo Latino Americano tenha a dignidade suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais. Os europeus ali reunidos devem ter percebido que nesse tempo de globalização e tecnologia, índio já não quer mais apito, quer que lhe paguem o devido, com juros.

          ---------------------------------------------------------

          O Texto foi apresentado, através do programa "Provocações" da TV Cultura de São Paulo produzido e apresentado pelo inteligentíssimo Antônio Abujamra, apresentador, ator, teatrólogo e doutor formado por várias universidades. O texto teria surgido em 1990, publicado no jornal El Nacional, de Caracas, por um periodista mexicano, Luis B. García.

          Afinal de contas, quem é o cacique? Ao pesquisar o termo "guaicaipuro cuatemoc" no Google, retornam 765 resultados. Todos eles referem-se a um discurso que teria sido proferido pelo Cacique Guaicaipuro Cuatemoc numa reunião de chefes de estado da Comunidade Européia. O discurso é reproduzido nos mais diversos idiomas. Existem páginas em italiano, espanhol, português, alemão, inglês, francês, holandês e catalão.

          .

          É real a existência deste cacique ou tudo não passa da análise de uma mente mais revoltada ou lúcida sobre os mais de 500 anos de exploração, saques, matanças e roubos perpetrados pelos "civilizadores" europeus no Novo Mundo. Espanhóis, portugueses, ingleses, franceses e holandeses cada um deles participou da "colonização" das américas em maior ou menor medida.

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        • #5
          Resenha "O Uso Ritual da Ayahuasca"


          Resenha "O Uso Ritual da Ayahuasca"

          Beatriz Caiuby Labate e Wladimyr Sena Araújo (orgs.)
          Campinas, Mercado de Letras, São Paulo, Fapesp, 2002




          "A ayahuasca, também conhecida pelos nomes de Santo Daime e Vegetal, é uma bebida composta de duas plantas, o cipó Banisteriopsis caapi e a rubiácea Psychotria viridis, fervidas juntas durante muitas horas. As substâncias psicoativas nela presente são a DMT (da Psychotria) e a Harmina, Harmalina e Tetrahidroharmina (da Banisteriopsis). A DMT é inativa oralmente e, portanto, apenas sua mistura com um inibidor da monoaminaoxidase (IMAO) pode permitir que seu efeito psicoativo se manifeste. A descoberta dessa combinação sinérgica entre duas plantas é uma das realizações etnobotânicas mais significativas das culturas indígenas e um dos fatos que mais intrigou os cientistas. Já houve até mesmo tentativas de patenteamento nos Estados Unidos dessa fórmula do saber fitoquímico dos povos amazônicos que foram impedidas pela reação das comunidades indígenas." continua aqui [ ... ]

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          • #6
            indios paraguaios

            Sem água, índios deixam floresta pela 1.ª vez
            Fontes de água dos Ayoreo foram tomadas por fazendeiros no Paraguai, e eles tiveram de sair da floresta


            Dezessete pessoas do grupo indígena paraguaio Ayoreo, um dos últimos originários da Amazônia que ainda vivem sem contato com não-índios, procuraram ajuda de sertanistas depois de enfrentar vários dias sem água. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela organização britânica Survival International, que dá apoio a grupos nativos em risco em vários países.

            O contato dos Ayoreo ocorreu no último dia 4 (foto) e, segundo o relato, os cinco homens, sete mulheres e cinco crianças do grupo apresentavam sinais de desidratação.

            Eles vivem numa pequena área de florestas ao norte da região paraguaia conhecida como Chaco e têm enfrentado muitos problemas com o avanço das fazendas de pecuária. Os fazendeiros, conforme a Survival, têm reduzido as matas e se apossado das fontes de água onde os Ayoreo costumavam se abastecer nas estações secas.

            A organização denuncia que o governo do Paraguai vem permitindo a ocupação de grandes parcelas da área indígena, deixando de cumprir leis nacionais e internacionais que determinam a demarcação de 550 mil hectares para os Ayoreo.

            "Não toquem na floresta"
            Os indígenas fizeram contato com um grupo de sertanistas voluntários que trabalham justamente pela demarcação das terras. Eles pediram acesso às fontes de água tomadas pelas fazendas e o fim da ocupação da floresta. O grupo de voluntários emitiu uma nota contendo uma mensagem dos Ayoreo: "Por favor, não toquem na floresta, porque ela nos dá vida. Por favor, parem os fazendeiros".

            A luta dos grupos de apoio aos Ayoreo já dura dez anos. Stephen Corry, diretor da Survival, disse que a falta de acesso à água mostra que "é mais imperativo do que nunca" que o governo paraguaio proteja devidamente o território indígena. "Agora é uma questão de sobrevivência deste grupo, que é extremamente vulnerável a doenças externas a seu ambiente."

            Os Ayoreo são um subgrupo dos Totobiegosode e eram os últimos originários da Amazônia que, vivendo fora dela, mantinham-se distantes dos brancos. Segundo a Survival, há cerca de 5 mil indivíduos em 18 tribos vivendo na região do Chaco, que vai do noroeste do Paraguai ao sudeste da Bolívia. Pequenos grupos de Totobiegosode que ainda vivem na Amazônia permanecem sem contato.

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            • #7

              :arrow: PORTAL FUNAI


              :arrow: ÚLTIMAS NOTÍCIAS


              :arrow: SOBRE O ÍNDIO

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              • #8
                muito legal.

                ÍNDIOS PREPARAM LANÇAMENTO DE SITE


                Quatorze índios da Bahia, Alagoas e Pernambuco iniciaram a última etapa para o lançamento do portal www.indiosonline.org.br, que vai gerar as notícias a partir das aldeias e que já funciona em caráter experimental. As sete etnias: tupinambá, kiriri, pataxó hã-hã-hãe, tumbalalá, kariri-xocó, xucurú-kariri e pankararu, que encaminharam representantes para Salvador, cidade sede do projeto, somam cerca de 25.000 índios.

                Uma rede de estabelecimentos comerciais e um programa de incentivo cultural do governo baiano financiaram os computadores, os equipamentos fotográficos, as antenas e a instalação do portal indígena.

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