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(CULTURA) CURIOSIDADE sobre perfil do povo brasileiro

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  • (CULTURA) CURIOSIDADE sobre perfil do povo brasileiro

    Censo do IBGE revela CURIOSIDADE sobre perfil do povo brasileiro.
    (01.01.2003 - Agência Carta Maior)

    A CARA DO BRASIL

    Dados recém-divulgados do recenseamento de 2000 mostram que aumentou a consciência negra no país.

    Pela primeira vez foi feito um levantamento dos portadores de deficiência: 24,6 milhões de pessoas. Entre as religiões, a evangélica foi a que mais cresceu desde 1990.

    Os brasileiros estão vencendo o preconceito e assumindo suas raízes africanas. Dados da dados da última amostra do Censo Demográfico 2000 indicam que a população que se considera negra cresceu de 5%, em 1990, para 6,2% em 2000. Os auto-declarados negros somam hoje mais de 10, 5 milhões de habitantes do país.

    O dado contraria uma tendência de 50 anos. Desde 1940, a população preta vinha caindo e a parda, crescendo. Os recém-divulgados indicadores do Censo 2000 mostram uma inversão. De acordo com especialistas do IBGE, isso pode significar um indício de mudança nos padrões de identificação e de auto-classificação do brasileiro. Uma vitória para os movimentos de consciência negra.


    http://www.jornalexpress.com.br/noti...d_noticia=2348

    Code:
    Mas nem todos os números são tão animadores. Os dados de educação e de trabalho revelam a persistência da desigualdade racial no país. Enquanto a taxa de analfabetismo entre os brancos é de 8,3%, na população negra atinge 21,5%, quase duas vezes mais quando comparada à média nacional de 12,9%. O topo da hierarquia no trabalho continua pertencendo aos brancos - apenas 1,67% dos negros se declararam empregadores, contra quase 80% da população branca. Entre os empregados, negros e pardos são quase a maioria, somando 43% da população economicamente ativa. 
    
    Estes índices constam nos resultados definitivos da última amostra do Censo Demográfico 2000, lançado no final de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, e encerram a etapa de divulgações do maior recenseamento realizado no país. Com informações de 5.507 municípios, a pesquisa cruzou dados relativos a características gerais da população, educação, migração, deslocamento, nupcialidade, fecundidade, trabalho e rendimento, famílias e domicílios. Os cruzamentos permitiram constatar importantes mudanças sociais e de comportamento da população brasileira. 
    
    Pela primeira vez no país, foi feito o recenseamento de pessoas portadoras de deficiência, seja ela mental, física, visual, auditiva ou motora. Elas representam 14,5% da população, ou 24,6 milhões de brasileiros. Destes, nove milhões estão no mercado de trabalho. Paraíba tem a maior proporção de casos de deficiência e São Paulo, a menor. 
    
    Outros dados inéditos referem-se à distribuição dos alunos por rede de ensino. O IBGE revelou que 81% dos estudantes freqüentam a rede pública de ensino, principalmente nos pequenos municípios. Na rede particular estão 18,9% dos estudantes de todo o País, boa parte nas cidades maiores. Os alunos da rede pública, além de maioria, são também os que apresentam maior defasagem educacional no ensino fundamental. A maior diferença de aproveitamento em relação às instituições privadas foi observada entre as crianças de 13 anos - 27,1% entre alunos de escolas particulares e 65,7% na rede pública. 
    
    Em relação ao trabalho, nos municípios de até 20 mil habitantes as atividades de agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e pesca absorvem 47,2% da população economicamente ativa. O emprego com carteira assinada mostrou-se mais difundido nas cidades médias, com mais de 100 mil habitantes. Já o rendimento médio mensal variou de R$ 160,00, nos municípios menores, até R$ 401,00 nas cidades com mais de 500 mil habitantes. 
    
    
    Aumentam as saídas migratórias de São Paulo; destino é Minas Gerais 
    
    Os dados relativos a movimentos migratórios também apresentaram novidades em relação ao último Censo. A pesquisa utilizou como referência o lugar de residência da população cinco anos antes do recenseamento de 2000. 
    
    Destino tradicional da população nordestina em busca de melhores condições de vida, São Paulo está perdendo a fama de terra das oportunidades. O saldo migratório do Estado - entradas de pessoas menos saídas - caiu aproximadamente 54%. De acordo com o IBGE, este comportamento é conseqüência em grande parte da migração de retorno ao Estado de origem. A maior parte das saídas, no entanto, 41% delas, referem-se a paulistas buscando outros Estados, como Minas Gerais, Paraná e Bahia. 
    
    Grandes expulsores de população no início da década, o Ceará e o Paraná diminuíram suas perdas populacionais em 2000. No Ceará, as entradas aumentaram 33,9%. Já no Paraná, as saídas reduziram-se em 29,1%. A Bahia manteve a tendência, juntamente com outros estados nordestinos, de expulsor populacional. O volume de pessoas que deixam o Estado é de 10,4%. 
    
    Para Ana Lúcia Sabóia, socióloga e coordenadora de pesquisas do IBGE do Rio de Janeiro, a tendência é que a migração de retorno se acentue em São Paulo e que os brasileiros se mantenham no seu estado natal. "As dificuldades sociais e o desemprego enfrentado em São Paulo contribuem para isso", explica. 
    
    O recenseamento de 2000 apontou ainda que o número de brasileiros que viviam no exterior e voltaram ao país quase triplicou na década de 1990. Em contrapartida, a presença de estrangeiros no Brasil continuou a diminuir ao longo dos últimos anos. 
    
    
    Espiritismo, umbanda e candomblé têm a maior escolaridade 
    
    Os espíritas e praticantes do candomblé apresentam maior escolaridade em relação aos praticantes de outras religiões. Eles estudam em média 9,6 anos, quase o mesmo tempo da população amarela (9,5 anos), apontada pelo Censo como a de maior escolaridade entre as etnias brasileiras, contra 6,9 anos da média nacional. Os católicos, maioria (73,7%) da população, estudam, em média, apenas 5,6 anos. 
    
    A crença evangélica foi a que mais cresceu ao longo da década. A proporção de evangélicos aumentou 70,7%, enquanto que a de católicos caiu 11,9% desde 1990. Os evangélicos representam 15% do total de brasileiros, mas os católicos continuam sendo a grande maioria: 73,7% da população. Os sem religião aparecem em terceiro lugar, com 7,4%. 
    
    
    Mortalidade Infantil cai em todos os Estados e fecundidade aumenta entre adolescentes 
    
    A boa notícia deste Censo é a queda generalizada de mortalidade infantil em todos os Estados brasileiros e mais fortemente na região Nordeste. Enquanto no Brasil a queda foi de 37,50%, no Nordeste atingiu quase 40% (39,03%) de 1990 a 2000. 
    
    Apesar da forte queda, a região Nordeste ainda registra níveis elevados de mortalidade infantil, praticamente o dobro dos encontrados nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Em 2000, a taxa de mortalidade infantil no Nordeste era de 44,73 por mil nascidos vivos, enquanto no Sudeste era de 21,28, no Sul de 18,87, e no Centro-Oeste, de 21,61. A estimativa das Organização das Nações Unidas - ONU para o Brasil, de chegar ao ano 2000 com 32,5 mortes por mil nascidos vivos, foi superada com a taxa de 29,68 registrada no Censo. 
    
    Assim como as taxas de mortalidade, as de fecundidade registraram grande queda: 60% de 1940 a 2000. O Censo aponta que as mulheres do início do milênio têm em média 2,38 filhos. Em 91, esse número era de 2,9 e nas décadas de 40 e 50, chegava a 6,2 filhos por mulher. Esse resultado gabarita o Brasil a ocupar a 69º posição na comparação das taxas estimadas pela ONU para 187 países, que têm nas posições extremas a Nigéria (8 filhos/mulher) e a Letônia (1,1 filho/mulher). O Amapá têm a maior taxa de fecundidade (3,6) e a menor ficou com o Distrito Federal (1,96). 
    
    Embora as taxas de fecundidade tenham diminuído e a idade média em que a mulher tem seu primeiro filho tenha se reduzido de 27,2 anos para 26,3, o IBGE constatou aumento da gravidez na adolescência, entre jovens de 15 e 19 anos. A participação da fecundidade das adolescentes aumentou de 87 para 89 nascimentos para cada mil mulheres entre 1990 e 2000. Com exceção de Roraima, todos os Estados brasileiros registraram aumento na contribuição da fecundidade entre mulheres jovens. "Os dados refletem que a iniciação sexual está se dando cada vez mais cedo e, na maioria, das vezes, sem a responsabilidade devida", ressalta Ana Lúcia Sabóia.
    Autor: Maria Paola de Salvo[/color]

  • #2
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    Brancos têm cinco vezes mais acesso ao ensino superior do que outros brasileiros, aponta IBGE.

    http://revistaepoca.globo.com/Epoca/...2-1659,00.html

    02/12/2003


    Os 5,8 milhões de brasileiros brancos com mais de 25 anos têm cinco vezes mais acesso ao ensino superior do que as outras etnias existentes no Brasil. É o que indica o resultado do Censo Demográfico 2000 sobre Educação, divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    De acordo com o documento, do total 85,4 milhões de pessoas com 25 anos ou mais, apenas 5,8 milhões (ou 6,8%) têm diplomas de graduação, mestrado ou doutorado. O levantamento registrou um aumento em relação ao número de pessoas com nível superior concluído em relação a 1991, quando a população de mais de 25 anos contabilizava 67,2 milhões, dos quais 3,8 milhões (5,8%) eram graduados ou pós-graduados.

    Mas ao fazer uma comparação que combinava a escolaridade com a etnia os resultados não são tão positivos. Os indivíduos considerados amarelos são os que têm maior percentual de nível superior concluído (26,9%). Já os pardos 2,4%), indígenas (2,2%) e negros (2,1%) apresentam taxas cinco vezes menores que a dos brancos (9,9%).

    Apenas 2,7% terminam o curso

    Somente 2,7% da população termina o curso superior. Entre a população com 25 anos ou mais de idade que concluiu o nível superior, o estudo mostra que 55% são mulheres. No entanto, entre os pós-graduados, os homens representam 57%, o que, segundo o IBGE, é explicado pelo fato das mulheres nesta faixa etária estarem no pico de sua fecundidade e, portanto, dividindo seu tempo entre trabalho, estudo e cuidados com a família.

    Em relação aos cursos, a pesquisa revela que a maior parte (40%) dos que têm nível superior, estão nas áreas de Ciências Sociais (Psicologia, Economia, Comunicação), Administração e Direito. Depois, vem a área de saúde e bem-estar social (Medicina, Odontologia, Enfermagem, Farmácia e Serviço Social), e Educação.

    Número de analfabetos cai

    Quase 84% da população de 5 anos ou mais de idade é formado por pessoas alfabetizadas. Os outros 16% equivalem a cerca de 24 milhões de pessoas que não aprenderam a ler e escrever. O número de não-alfabetizados é quatro vezes maior do que o de brasileiros com curso superior completo.

    Mesmo alta, a proporção de analfabetos com 5 anos ou mais caiu significativamente na última década: de 25,1% em 1991 para 16,7% no Censo de 2000. Em número absolutos, isso mostra que são sete milhões de analfabetos a menos.

    O IBGE considerou como alfabetizada a pessoa capaz de ler e escrever um bilhete simples. Quem aprendeu a ler e escrever, mas esqueceu e quem só assinava o próprio nome foi considerada analfabeta.
    Época Online, O Globo e Agência Brasil

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    • #3
      O Brasil fazendo o Brasil!!! ....
      Salve! iniciativas como estas ...

      Remanescentes de Quilombos http://novaescola.abril.com.br/camin.../quilombos.htm

      Comunidade e escola trabalham
      muito a auto-estima do povo negro:
      cantinho da beleza


      Desde muito cedo os meninos
      aprendem a tocar os tambores no
      povoado São Cristóvão. Manter a
      cultura e preservar as raízes é
      motivo de orgulho da comunidade
      de 67 famílias do antigo quilombo


      © Fundação Victor Civita 2003

      http://novaescola.abril.com.br/camin...2003/blog.html
      _________________

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