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verzweifelte Suche nach brasilianischen Wiege-/ Schlaflieder

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    verzweifelte Suche nach brasilianischen Wiege-/ Schlaflieder

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      Ola,
      ich suche verzweifelt nach (am liebsten traditionelle) brasilianische Wiege- bzw. Schlaflieder für ein Geschenk. Jede Suche in Literatur, Internet und Musikgeschäften blieb erfolglos. Vielleicht kennt jemand ein bekanntes- ich wäre sehr dankbar.
      Danke
      Lola
    • #2

      Hallo Lola!
      Habe gerade meinen Freund gefragt und jetzt singt er folgendes:

      Boi boi boi da cara preta,
      vem pegar este menino que tem medo de careta.

      Weiter weiß er nicht, aber ich finde das auch nicht gerade ein schönes Einschlaflied :? .
      Aber noch viel Glück bei der Suche...
      Marcia

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      • #3

        Olá Lola,

        Es gibt eine CD von "ellipsis arts" mit dem Titel: Brazilian Lullaby. Es sind brasilianische Schlaflieder und Kinderlieder mit Texten auf portugiesisch und englisch. Sehr schöne Lieder. Ich denke, bei amazon müßte die CD noch zu bekommen sein.

        Viele Grüße,
        Gabriele

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        • #4

          bras. Kinderlieder

          Hallo Lola,

          muß es unbedingt ein bras. Schlaf- und Wiegenlied sein?
          Die sind nämlich in der Mehrzahl vom Text her nicht sehr edukativ.

          Das "boi da cara preta" ist auch ein solches Lied.

          Gebe dir trotzdem eine website von einer bras. Plattenfirma, die auf
          Kinderlieder spezialisiert ist:

          www.angelsrecords.com.br
          ( Vielleicht ist die Instrumental CD - caixinha de dormir - von Leao Leibovich etwas )

          Hier eine bras. Meinung zu den Kinderliedern:

          CRÔNICA SOBRE AS MUSICAS INFANTIS BRASILEIRAS

          Uma brasileira morando nos Estados Unidos da América aumentava seu orçamento fazendo "bico" de babá. Ao cuidar de uma das meninas de quem "teoricamente" tomava conta, uma vez cantou "Boi da cara preta" para a criança, antes de dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pedia para a brasileira cantar ao colocá-la para dormir. Antes de adotarem o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantavam juntas (em Inglês) dizia algo como:
          Boa noite, linda menina, durma bem.
          Sonhos doces venham para você,
          Sonhos doces por toda noite".. (Muito comovente, não?)

          Eis que um dia Mary Helen, a mãe da menina, perguntou à brasileira o que as palavras, em português, da música "Boi da cara preta" queriam dizer em Inglês:
          "Boi, boi, boi, boi da cara preta,
          pega essa menina que tem medo de careta..." (???)

          Como ela iria explicar e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça, era algo como "dorme logo, caramba, senão o boi vem te comer"? Como explicar que a babá estava tentando fazer com que sua filha dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina? Claro que a babá mentiu para ela, mas, a partir desta história, comecei a pensar em outras canções infantis, pois não me sentiria bem ameaçando uma menina com um temível boi toda noite...

          Vamos lá: "nana neném que a cuca vai pegar..." ? Caramba!... Outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto! Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro, que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil.

          O problema do Brasil é que a sua população, em geral, tem uma auto-estima muito baixa. Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa. Por que isso acontece? Trauma de infância! Trauma causado pelas canções da infância.

          Vou explicar: nós somos ameaçados, amedrontados e encaramos tragédias desde o berço! Por isso levamos tanta pancada da vida e ficamos quietos. Exemplificarei minha tese:
          Atirei o pau no gato-to-to
          Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu
          Dona Chica-ca-ca admirou-se-se
          Do berrô, do berrô que o gato deu
          Miaaau!

          Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade. Por que atirar o pau no gato, uma criatura tão indefesa? E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de "D.Chica". Uma vergonha!

          Eu sou pobre, pobre, pobre,
          De marré, marré, marré.
          Eu sou pobre, pobre, pobre,
          De marré de si.
          Eu sou rica, rica, rica,
          De marré, marré, marré.
          Eu sou rica, rica, rica,
          De marré de si.

          Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!! É impossível não lembrar do seu amiguinho rico da infância com um carrinho cabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico... Fala sério!

          Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu!
          Vem cá, meu bem, vem cá!
          Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá!
          Tenho medo de apanhar.

          Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú...

          Marcha soldado,
          cabeça de papel!
          Quem não marchar direito,
          Vai preso pro quartel.

          De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se ferrar... Não é a toa que o brasileiro admite tudo de cabeça baixa..

          A canoa virou,
          Quem deixou ela virar,
          Foi por causa da Verinha
          Que não soube remar.

          Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante. Bate nela, mãe!

          Samba-lelê tá doente,
          Tá com a cabeça quebrada.
          Samba-lelê precisava
          É de umas boas palmadas.

          A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos urgentes. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa é de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do Bitú... e sua cabeça, no mínimo, foi quebrada na base da pancada.

          O anel que tu me deste
          Era vidro e se quebrou.
          O amor que tu me tinhas
          Era pouco e se acabou...

          Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?

          O cravo brigou com a rosa
          Debaixo de uma sacada;
          O cravo saiu ferido
          E a rosa despedaçada.
          O cravo ficou doente,
          A rosa foi visitar;
          O cravo teve um desmaio,
          A rosa pôs-se a chorar.

          Desgraça, desgraça, desgraça! E ainda incita a violência conjugal. Na primeira estrofe uma discussão clara em que um cônjuge se mostra um perfeito interesseiro, criticando um anel dado com tanto carinho, mas que ao cair, descobrira que não passava de bijuteria. No segundo, uma alegoria transforma a discussão num quebra-quebra violento em que flores, símbolos da paz e do amor, despedaçam-se nos tapas...

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