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  • #41
    link dazu :
    http://www.wiwo.de/pswiwo/fn/ww2/sfn...t/0/index.html

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    • #42
      Da scheints noch Leute mit Hoffnung zu geben.
      Eine vage Aussage der Regierung und schon steigt die Varig Aktie.
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      • #43
        und hier der nächste "solvente" Interessent

        Magnata russo diz ter interesse na Varig

        Genebra - O magnata russo Boris Berezovski, um dos investidores do Corinthians, estuda um plano para salvar a Varig Em entrevista exclusiva à Agência Estado, o russo - procurado na Suíça, França e em seu próprio país por lavagem de dinheiro - admitiu que está avaliando o caso da empresa brasileira. Berezovski vive exilado na Inglaterra e é acusado de ter participado no desvio de US$ 600 milhões da Aeroflot, empresa aérea russa, para contas na Suíça, de acordo com documentos do Tribunal Federal Suíço obtidos pela Agência Estado.

        Apesar de ser procurado pela Interpol a pedido do governo russo, Berezovski admitiu hoje (29) que permaneceu por duas semanas no Brasil. "Acabo de regressar hoje mesmo do Brasil onde encontrei pessoas extremamente interessantes e estudadas", afirmou.

        O russo vive exilado em Londres com o aval do governo britânico. Mas cada vez que se desloca a outro país seus passos são seguidos de perto pelo governo russo. Há dois meses, foi a um dos países bálticos. Ao deixar a região, a Lituânia foi questionada por Moscou sobre o motivo da viagem e por que Berezovski não foi preso. Poucos dias depois, o russo foi colocado em uma lista elaborada pelo governo lituano das pessoas que não poderiam mais entrar no país.

        No fim do ano passado, o magnata já havia indicado à Agência Estado seu desejo de conhecer o Brasil, o que provocou na embaixada russa em Brasília comentários de que o empresário seria preso se fizesse tal viagem.

        Quanto à sua chegada ao Brasil, Berezovski não deu explicações sobre como teria obtido o visto de entrada. Mas garantiu que quer "voltar logo" ao País. "O Brasil é um País cheio de oportunidades de negócios. Uma delas é a Varig e estou estudando a situação da empresa para tomar uma decisão", afirmou Berezovski.

        O magnata garante que, apesar de ter estado no Brasil, não tratou de temas relacionados ao Corinthians. "Fui apenas tratar de outros negócios", explicou. "Tenho certeza de que o Brasil será uma das economias que mais crescerão nos próximos cinco ou seis anos. Tenho de confessar que, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito, tive medo diante das posições que pensei que ele poderia tomar. Mas está claro que não se trata de nenhuma ameaça. O Brasil vive um bom momento de estabilidade econômica que trará resultados importantes", afirmou.

        jürgen

        Ouelle: http://www.parana-online.com.br/noti...863&caderno=17

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        • #44
          Hallo,

          bin aus der schweiz und nun auch schon einige male nach Brasilien geflogen.
          Zuerst immer mir Varig da die wirklich super waren,jedoch seit ich mit TAM fliege muss ich halt sagen dass dort der Service und die Flugzeuge doch besser und moderner sind.Ich finds schade dass mit der Varig das passiert,jedoch wirds wohl nicht so schlimm kommen wie bei unserer geliebten Swissair.
          Der einzige nachteil bei TAM ist:dieser schlechte Pariser Airport.Halt umständlich aber da muss ich durch.Ausserdem werde ich nur noch einmal nach Brasilien Fliegen im August für immer
          Euer tom
          www.racao-humana.ch.vu
          www.autoinfo24.net

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          • #45
            Varig vai cortar 6 linhas no exterior

            Agência Estado
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            O estudo preliminar da consultoria Alvarez&Marsal, responsável pela reestruturação da Varig, prevê cortes na parte da empresa dedicada aos vôos internacionais. Segundo o plano, a Varig será separada em duas companhias, uma dedicada às linhas domésticas e outra ao exterior. As duas seriam oferecidas a investidores. Ontem, as ações da Varig subiram 90,6% e movimentaram mais dinheiro do que os papéis do Bradesco. A alta se deve à especulação de investidores sobre uma eventual ajuda do governo para viabilizar o plano.

            Pelo projeto, a parte doméstica é avaliada em US$ 700 milhões. Já a parte internacional, que ficaria com as dívidas, teria cortes de seis destinos considerados menos rentáveis na América Latina e Europa, dentre eles Paris.

            Além disso, haveria uma mudança radical de foco: a Varig voltaria a brigar pelo tráfego de executivos e tarifas altas. Por ter perdido aviões durante a crise, a Varig cedeu terreno no mercado internacional, no qual faturou perto de US$ 1,5 bilhão (pouco acima de R$ 3 bilhões).

            O estudo prevê o cancelamentos dos vôos para Assunção, Montevidéu, Santa Cruz de la Sierra, Copenhage, Paris e Lisboa. Ao mesmo tempo, cresceria a quantidade de vôos para Los Angeles e Munique. O total de vôos semanais cairia de 77 para 70, com 16 aviões voando para o exterior. Depois disso, a empresa passaria a voar com 19 jatos e abriria linhas para Chicago, com 21 aviões. Voltaria a ter 77 vôos por semana.

            A divisão da empresa em doméstica e internacional está sendo analisada com o governo e depende de aprovação em assembléia de credores na semana que vem. O objetivo do estudo é retomar os horários noturnos diários, procurados por passageiros de negócios e de maior renda, que pagam tarifas mais altas pelo melhor horário nos vôos intercontinentais. O que vem acontecendo é o inverso: “limitações da oferta” levaram a Varig a usar apenas um avião em algumas rotas, o que obriga a fazer vôos diurnos.

            “O resultado negativo da Varig em alguns mercados hoje explica-se pela deterioração do produto (vôos diurnos, baixa regularidade e pontualidade, má condição da frota). É razoável supor que a melhora das condições no produto traga de volta a demanda e a rentabilidade perdida. Isso inclui freqüências diárias em toda a malha internacional”, registra o estudo protocolado no processo de recuperação judicial da empresa.

            O cenário traçado é o considerado “o mais adequado à posição competitiva que a Varig pretende assumir”. O diretor-geral da Alvarez&Marsal, Marcelo Gomes, confirmou que o plano prevê deixar algumas cidades, permanecer em outras e aumentar a oferta com o tempo.

            Um ponto crítico, contudo, será recompor a frota, o que seria possível com renegociações de contratos e novos aluguéis. “Não tem discussão a empresa sair de cinco destes seis destinos, são cortes que devem ser feitos. A demanda está diluída e a receita é baixa.A dúvida é Paris. Mas nessa rota a empresa tem forte concorrência da TAM e da Air France. O estudo mantém os mercados preferenciais”, afirmou o consultor Paulo Bittencourt Sampaio.

            Promoção

            Ontem, a Varig lançou promoção de aniversário de 79 anos da empresa, na rota Rio-São Paulo. A partir de hoje, quem comprar passagem , ao preço de R$ 798, pode adquirir o bilhete de ida e volta do acompanhante por R$ 79, com crédito de milhas.

            http://br.news.yahoo.com/060504/25/14czw.html

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            • #46
              Passen dazu die Kursentwicklung der Varig Aktien.
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              • #47
                Varig terá US$100 mi do BNDES e vai ser dividida para a venda

                Investidores poderão decidir qual parte da empresa pretendem adquirir

                A proposta de divisão da Varig foi aprovada em assembléia

                RIO DE JANEIRO - Com um entendimento entre empregados e a direção da companhia e a ajuda financeira do governo, a Varig ganhou ontem uma rota para evitar a falência e garantir o emprego de cerca de dez mil funcionários. Sob recuperação judicial desde junho de 2005 e atolada em dívidas de mais de R$7 bilhões, a Varig será separada em duas e levada a leilão dentro de 60 dias. Até lá, um empréstimo-ponte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de cerca de US$100 milhões, conforme os administradores da companhia, vai garantir a continuidade da operação.

                Os credores da Varig aprovaram ontem, em assembléia, a proposta negociada entre a consultoria Alvarez e Marsal e o TGV (grupo de trabalhadores da Varig) que prevê dois modelos para o leilão de venda da companhia. Ambas as propostas prevêem a divisão da companhia em duas e o leilão de uma das partes. Os investidores, porém, decidirão qual parte preferem comprar da empresa. Pelo plano da Alvarez e Marsal e do TGV, a Varig poderá ter toda a sua parte operacional vendida - mas sem as dívidas, que ficarão com a atual empresa - ou somente uma empresa com as rotas domésticas - nesse caso, os débitos ficarão com a parte internacional.

                No leilão, os interessados poderão apresentar uma proposta de compra para a Varig Operações (com linhas nacionais e internacionais, mas excluídas dívidas estimadas em R$7 bilhões) por um preço mínimo de US$860 milhões. Caso esse valor não seja alcançado, os interessados poderão no mesmo dia apresentar propostas de compra da Varig Regional, que engloba somente as rotas domésticas da companhia aérea. As dívidas da empresa permaneceriam com a Varig Internacional e o dinheiro arrecadado com o leilão poderá ser utilizado para pagar parte desses débitos. "Fomos capazes de conciliar todos os interessados e vamos dar hoje um grande passo para a solução da Varig", comemorou o presidente da Varig, Marcelo Bottini.

                Outra proposta apreciada pelos credores hoje foi apresentada pelo consultor Jayme Toscano, que diz ser representante de investidores europeus e ofereceu cerca de US$1,9 bilhão pela companhia. Essa proposta foi rejeitada. De acordo com informações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), pelo menos 27 empresas estão habilitadas para participar do leilão da Varig. Companhias estrangeiras também poderão participar de consórcios que disputarão a Varig, desde que atendam o limite estabelecido por lei, de 20% de participação.

                Mercado - Em grave crise financeira e prestes a ter parte da empresa leiloada para saldar dívidas, a Varig voltou a perder mercado em abril tanto em vôos nacionais quanto internacionais. Segundo divulgou a Agência Nacional de Aviação Civil, a companhia aérea, que já foi líder em aviação doméstica, abocanhou em abril apenas 16,51% do mercado. Em março, a empresa tinha 18,92% e, 12 meses atrás, 26,76%. Nos vôos internacionais, a empresa continua líder, mas sua participação encolheu de 69,90% em março para 66,43% em abril. Há 12 meses, tinha 79,31%. Ao mesmo tempo, as principais concorrentes da Varig continuam a ganhar mercado. (Folhapress)

                ***

                PRINCIPAIS PONTOS

                Há dois possíveis modelos de venda para o leilão.

                As duas propostas prevêem a divisão da Varig em duas e o leilão de uma das partes.

                Os investidores poderão escolher o modelo de venda que acharem melhor.

                A proposta 1 prevê a divisão em Varig Doméstica e Varig Internacional. A Varig Doméstica fica com as rotas nacionais e é leiloada, sem dívidas, que ficam com a Varig Internacional (que reterá as rotas internacionais).

                A proposta 2 prevê a divisão em Varig Operações e Varig (atual). A Varig Operações fica com a parte operacional da empresa e é leiloada, sem dívidas, que ficam com a Varig (atual).


                http://www.correiodabahia.com.br/

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                • #48
                  Wie lange werden sie denn wohl noch zappeln.....

                  Artikel vom 25.05.06 in der Diario de Natal

                  25/05/2006 - 10:06
                  Infraero volta a pressionar Varig


                  A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) declarou guerra novamente contra a Varig e encaminhou nesta quarta-feira (24/05) uma instrução ao Ministério Público Federal pedindo a abertura de processo criminal alegando apropriação indébita por parte da aérea.

                  A estatal argumenta que há 19 dias a empresa não faz o repasse das taxas de embarque, incluídas nas passagens pagas por todos os passageiros que viajam dentro do Brasil. Diferentemente das demais cobranças executadas pela Infraero, a taxa de embarque sai do bolso do cliente e não do da empresa. A aérea funciona apenas como um arrecadador.

                  Segundo a Infraero, a Varig não repassou aproximadamente R$ 16 milhões. A decisão de investir em uma ação judicial foi tomada pelo conselho administrativo da estatal depois de muita protelação. Acreditava-se que apenas com pressões administrativas a Varig retomaria os repasses, suspensos tão logo houve acordo entre os credores para a venda, em leilão, da companhia aérea. Nesta quarta, o presidente da empresa, Marcelo Bottini, disse que pagaria parte do débito, mas a estatal não registrou nenhum repasse.

                  No vermelho
                  Cada vez mais endividada, a Varig agora luta para manter-se de pé até o leilão, marcado para o próximo mês. Bottini declarou esta semana que a companhia precisa de R$ 40 milhões para continuar operando antes de encontrar um comprador de seus ativos.

                  Uma saída seria um empréstimo-ponte de até R$ 250 milhões por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Porém o banco não aprovou, por falta de garantias de pagamento, nenhuma das três propostas encaminhadas por investidores

                  Além das preocupações com seu debilitado caixa, agora a Varig tem sofrido constrangimentos causados pela greve dos auditores fiscais.

                  A companhia entrou ontem com um mandado de segurança, com pedido de liminar, na Justiça Federal do Rio de Janeiro para garantir a devolução de três aviões Boeing, cobrados pela empresa de leasing International Lease Finance Corporation. Sem os fiscais, a companhia não conseguiu as guias de exportação dos aviões.

                  Correioweb

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                  • #49
                    Ações da Varig quase dobram de preço com antecipação do leilão

                    Ações da Varig quase dobram de preço com antecipação do leilão
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                    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A antecipação do leilão de venda da parte operacional da Varig fez as ações da companhia praticamente dobrarem de preço nesta segunda-feira, fechando com um salto de quase 95 por cento, cotadas a 5,20 reais, enquanto o Ibovespa teve queda de 1,25 por cento.

                    O número de transações com os papéis foi recorde, de 3.609 operações, superando em quase o dobro o número de negócios da blue chip Petrobras . O volume financeiro de Varig somou 32,016 milhões de reais, no pregão em que o giro total da Bovespa, abaixo de 1 bilhão de reais, foi o segundo pior do ano.

                    Para o analista do Unibanco, Carlos Albano, o mercado gostou da confirmação de antecipar o leilão e deixou de trabalhar com a hipótese de fim da companhia.

                    "O mercado entendeu que a empresa não vai quebrar e investiu no papel", disse Albano, observando que ainda é cedo para falar se os aplicadores acreditam no êxito do leilão.

                    "Vai depender do que os investidores vão encontrar no data room da empresa. Só quando abrir é que a gente vai ter noção", afirmou.

                    A abertura da sala com os dados da empresa também será fundamental para confirmar o interesse de outras companhias aéreas na parte saudável da Varig, que será negociada sem as dívidas de mais de 7 bilhões de reais.

                    Os investidores poderão escolher entre comprar a Varig operacional inteira, pelo preço mínimo de 860 milhões de dólares, ou apenas a parte doméstica, com preço mínimo de 700 milhões de dólares.

                    A confirmação do leilão foi feita nesta segunda-feira pelo responsável pela recuperação judicial da companhia, o juiz Luiz Roberto Ayoub.

                    "O leilão, em princípio, está marcado para o dia 5 de junho", disse por telefone à Reuters. A previsão é de que o data room com os dados da companhia para os eventuais interessados seja aberto na quarta-feira.

                    Mais tarde, em almoço na Câmara Americana, Ayoub disse a jornalistas que "é inconcebível decretar a falência de uma empresa que é credora da União e dos Estados", em referência a ações ganhas na Justiça pela companhia aérea.

                    Junto à União, a Varig tem a receber mais de 3 bilhões de reais, por conta de tarifas congeladas em planos econômicos de governos passados, e junto aos Estados há também créditos referentes a recolhimentos indevidos de ICMS.

                    Antecipado em um mês, o leilão é a alternativa encontrada para evitar a quebra da companhia, que já afirmou não ter mais recursos para continuar operando. A tentativa frustrada de empréstimo-ponte pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acelerou o processo, mas ainda há dúvidas se existem interessados de fato na compra da empresa.

                    O site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ratifica o leilão no dia 5 de junho e indica que o negócio ocorrerá na sede da Varig no Rio de Janeiro.

                    A consultoria responsável pela reestruturação, a Alvarez & Marsal, afirmou recentemente que existem 18 interessados na empresa, entre eles TAM, Gol e OceanAir.

                    Procuradas, as empresas não confirmaram o interesse. A Gol limitou-se a dizer, pela assessoria de imprensa, "que ainda não há nada confirmado", enquanto a TAM afirmou que vai "esperar a abertura do data room para uma eventual declaração".

                    A assessoria da OcenAir, por sua vez, informou que a empresa, hoje com cerca de 4 por cento do mercado, desistiu de adquirir a Varig.

                    www.yahoo
                    Gruss brasilmen Thomas
                    www.brasilmen.de

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                    • #50
                      US Justiz sorgt für Verschiebung des Versteigerungstermins

                      Ein US Gericht hat für die Verschiebung der VARIG-Versteigerung gesort. Somit ist die Versteigerung vom 5. Juni auf den 13. Juni 2006 vorerst verschoben.

                      Justiça dos Estados Unidos dá mais prazo à Varig

                      Valor Online 12:33 01/06

                      NOVA YORK - A Justiça americana deu mais duas semanas de prazo para a Varig encontrar uma solução para sua crise financeira e voltar a pagar pelos aviões que ela aluga de empresas americanas, um refresco que a companhia aérea considera fundamental para assegurar o sucesso do leilão em que seus principais ativos estarão à venda, na segunda-feira.
                      O juiz Robert Drain, do tribunal de falências de Nova York em que tramita a disputa entre a Varig e seus credores estrangeiros, decidiu ontem estender até 13 de junho os efeitos de uma sentença que impede a apreensão de 27 aviões usados pela companhia brasileira. .
                      A sentença está em vigor desde junho do ano passado e esta foi a oitava vez que Drain decidiu prorrogá-la.
                      A sentença permite na prática que a Varig continue usando os aviões e as turbinas dos americanos mesmo sem pagar o aluguel em dia.
                      Algumas dessas aeronaves estão paradas por falta de manutenção e algumas turbinas foram transferidas para outros aviões da Varig.
                      Alguns contratos estão vencidos, mas ainda assim a empresa se recusa a devolver os aviões para os credores.
                      Essas aeronaves ajudam a valorizar os ativos da Varig que irão a leilão, como a companhia procurou deixar claro ontem, durante audiência com o juiz Drain.
                      Sem elas, a frota da empresa seria reduzida de forma significativa, o que poderia diminuir o apetite dos investidores que manifestaram interesse pelo leilão de segunda-feira.
                      Segundo Luis de Lucio, diretor da consultoria americana Alvarez & Marsal, contratada pela Varig para ajudá-la a sair do buraco, caberá ao vencedor do leilão decidir o que fazer com esses contratos.
                      Ele poderá devolver os aviões aos credores americanos ou negociar a renovação dos contratos, se tiver os recursos necessários para tirar as aeronaves do hangar e deixá-las em condições de voar novamente.
                      Na audiência de ontem, os credores da Varig manifestaram desconfiança em relação ao leilão.
                      Um dos advogados perguntou a Lucio se ele conhecia alguma companhia aérea do porte da Varig que tivesse sido vendida em uma semana. Mesmo que o leilão seja bem-sucedido, os americanos acreditam que isso não será suficiente para assegurar a devolução dos aviões com contrato vencido ou o pagamento do que a empresa lhes deve.
                      De acordo com as regras definidas pela Justiça do Rio de Janeiro, onde o processo de recuperação judicial da Varig tramita, o vencedor do leilão terá que pagar à companhia aérea o equivalente a US$ 75 milhões até quinta-feira.
                      Esse dinheiro terá que ser usado para cobrir prejuízos operacionais, pagar dívidas com o fundo de pensão dos funcionários da Varig, o Aerus, e cumprir outros compromissos.
                      Para decepção dos credores americanos, é difícil prever quanto vai sobrar para eles, se é que alguma coisa vai sobrar.
                      Na audiência de ontem, Lucio reconheceu que a Varig lhes deve US$ 71 milhões.
                      O executivo não soube estimar quanto poderá ser pago nos próximos dias se o leilão for bem-sucedido, mas deixou claro que os americanos não são os primeiros da fila.
                      Ao justificar a decisão favorável à Varig, Drain argumentou que a antecipação do leilão pela Justiça brasileira e os esforços da companhia para encontrar uma solução para a crise são sinais de boa vontade.
                      Para o juiz, o fracasso das tentativas anteriores de encontrar uma saída para a Varig " resultou de ações de terceiros fora do seu controle " e o risco de um novo fiasco na segunda-feira parece " pequeno " .
                      Mesmo assim, Drain estabeleceu uma multa de US$ 5 mil por cada dia de atraso da Varig na devolução de duas aeronaves do seu maior credor nos Estados Unidos, a International Lease Financial Corporation (ILFC), subsidiária do grupo AIG que nos últimos anos alugou para a Varig 11 aviões.
                      As duas aeronaves estão com seus contratos vencidos e a ILFC solicitara a fixação de uma multa dez vezes maior.
                      O presidente da Varig, Marcelo Bottini, que assistiu à audiência de ontem, classificou a decisão de Drain como " mais uma demonstração de boa vontade da comunidade internacional " com a companhia.
                      E o diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Leur Lomanto, que foi a Nova York manifestar a simpatia do governo pela Varig, disse que os credores não têm motivo para queixas.
                      " A Varig já deu muito lucro para essas empresas no passado " , afirmou Lomanto.

                      http://ultimosegundo.ig.com.br/mater.../2395218_1.xml

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